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Fonte: Cantinho da Dezinha.Amo esse Blog


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É só clicar no título para  ler ou imprimir.

1. A Divina Comédia -Dante Alighieri

2.
A Comédia dos Erros -William Shakespeare

3.
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa

4.
Dom Casmurro -Machado de Assis

5.
Cancioneiro -Fernando Pessoa

6.
Romeu e Julieta -William Shakespeare

7.
A Cartomante -Machado de Assis

8.
Mensagem -Fernando Pessoa

9.
A Carteira -Machado de Assis

10.
A Megera Domada -William Shakespeare

11.
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare

12.
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare

13.
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa

14.
Dom Casmurro -Machado de Assis

15..
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa

16.
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa

17.
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare

18.
A Carta -Pero Vaz de Caminha

19.
A Igreja do Diabo -Machado de Assis

20.
Macbeth -William Shakespeare

21.
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago

22.
A Tempestade -William Shakespeare

23.
O pastor amoroso -Fernando Pessoa

24.
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós

25.
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa

26.
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha

27.
O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa

28.
O Mercador de Veneza -William Shakespeare

29.
A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde

30.
Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare

31.
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis

32.
A Mão e a Luva -Machado de Assis

33.
Arte Poética -Aristóteles

34.
Conto de Inverno -William Shakespeare

35.
Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare

36.
Antônio e Cleópatra -William Shakespeare

37.
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Turma da Mônica






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                                                  Baixe Aqui o Planejamento.

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Encontrei esse site de histórias.Abaixo você vai conferir a história dos três Porquinhos.





                                             Clique Aqui e Leia a Historinha.

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                                                        Baixe aqui a pasta completa

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Estou postando nesta noite uma pasta com palavrinhas mágicas para serem trabalhadas com os alunos boas maneiras.Para baixar a pasta completa,Clique Aqui

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Quando ele vem separado
e sem acentuação,
e puder ser trocado
por: pelo(a)s qual(is),
por qual motivo, razão.
É usado para fazer
interrogações diretas
ou interrogações indiretas.
Exemplos:
a) Por que há poucas escolas no país? (pergunta diretapor qual motivo)
b) Não sei por que há poucas escolas no país. (pergunta indiretapor qual razão)
c)A chance por que esperava é esta. (pela qual)
Quando ele está separado,
e com acentuação,
é usado no final
de uma interrogação,
ou também se estiver seguido
de sinal de pontuação.
Exemplos:
a) O avião não decolou por quê? (final de interrogação)
b) Não sei por quê, mas acho que foi por causa da chuva. (seguido de pontuação)
Quando vem bem ligadinho,
e sem acentuação,
e indicando causa,
justificativa ou
uma explicação,
é usado na resposta
de alguma interrogação.
Exemplos:
a) O jogo foi suspenso porque o campo foi invadido pelos torcedores. (causa)
b) Não te atrases, porque este é o último ônibus. (explicação)
Quando ele vem juntinho
e com acentuação,
modificado por artigo
ou outro determinante,
É realmente ?um porquê?...
Muito...muito importante!
Um porquê substantivo.
... e ainda equivalente a...
?causarazãomotivo?.


Exemplo:
Preciso descobrir o porquê desse comportamento da minha irmã.(motivo)




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   Oi queridos trago para vocês ativdades de matemática sobre perímetro e porcentagem.Para baixar:  Clique aqui para baixar as atividades sobre porcentagem e perímetro

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    Baixe aqui -Marinheiro,Marinheiro

    Baixe aqui- Sapo vira Rei Vira Sapo

    Baixe aqui- O Segredo do Curumim

    Baixe aqui - Tião da Selva

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Hoje começo o dia deixando  para vocês algumas atividades sobre o dia dos Pais.Espero que seja útil.Para baixar o arquivo,Clique Aqui e faça o Download

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                        Para baixar o projeto Cantigas de Roda,Clique Aqui.





Fonte: Blog Tia Cláudia

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                                                             Clique  abaixo para Download





                                                                         Cantigas de Roda

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Deixo aqui uma pasta completa com textos com as letras do alfabeto para baixar.Para ter acesso aos textos Baixe a Pasta Completa Aqui


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Uma excelente história, muito divertida e educativa!!

Uma maravilhosa ferramenta para trabalhar o tema da Consciência Negra. 



                              Livrinho A Bonequinha Preta.

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Diversidade- Ruth Rocha

Faz muito Tempo

Meu Amigo Dinossauro

O Trenzinho do Nicolau

O Menino que aprendeu a Ver

Palavras,muitas Palavras

Terezinha e Gabriela

Quem tem Medo do Ridículo





Estou disponibilizando para vocês alguns livrinhos para baixar.Clique no título do livro para fazer o download.

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COMO ENSINAR AS CRIANÇAS A NÃO SEREM VIOLENTAS.

LIVRO AS MÃO NÃO SÃO PARA BATER.






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Imagem: Google images



Clique aqui para baixar o gibi





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                                      Clique aqui para baixar o material sobre lendas.

 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 11h49 AM
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                             Clique aqui para baixar o arquivo

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           Baixe aqui esse material maravilhoso sobre histórias em quadrinhos

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                                     Baixe aqui a Revista Turma da Mônica sobre Drogas.

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                                                  Clique aqui para baixar o livrinho.

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                                           Clique Aqui para Baixar o Arquivo.

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Oi queridos disponibilizo para todos vocês,uma pasta com desenhos ecológicos.Muito bom para trabalhar com os alunos.





                                  30 Desenhos com imagens ecológicas.Baixe aqui.

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A lenda da Gralha Azul.

Cantiga Boi da Cara Preta

Meu Barquinho de Papel

O jacarezinho Egoísta

Uma Joaninha Diferente

Irmãos Grimm - Vários Contos

Dona Baratinha

Era uma vez uma bruxa

Tem Bicho no Circo

Chapeuzinho Vermelho

A Mosca do Anão

A ilha do Tesouro

A casa Sonolenta

 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 09h20 AM
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                                           Baixar o folheto completo aqui.

 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 09h10 AM
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Hoje trago pra vocês a Revista Projetos Escolares Creche para baixar.Para o download da revista,Clique Aqui.

Ótima revista para educadoras que trabalham em creche.

 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 09h01 AM
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Posto aqui algumas  fontes para serem utilizadas pelos professores nas atividades dos alunos. Para utilizar é só baixar e instalar no seu pc

Pasta Fontes 1

Pasta Fontes 2

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Aprender cantando é mais gostoso!!!



Projeto Alfabeticanção



Assunto: Músicas infantis e Cantigas de roda



Justificativa: Toda criança gosta de músicas, cantigas e brincadeiras de roda. Todas elas pertencem à cultura de nosso povo e todo esse conhecimento deve ser discutido, pesquisado e vivenciado no contexto escolar. O bom de trabalhar com elas na alfabetização é que as canções são facilmente memorizáveis e acompanhadas de brincadeiras tornam o aprendizado mais lúdico e prazeroso. Assim, a criança participa de situações de leitura e escrita mais facilmente. Afinal, ela já sabe o que está escrito e pode prestar mais atenção à forma como se escreve.

"A música estimula áreas do cérebro não desenvolvidas por outras linguagens, como a escrita e a oral.?



Objetivos:Desenvolver a oralidade;

Estabelecer correspondência entre partes do oral e do escrito, ajustando o que se sabe a escrita convencional.

Resgatar brincadeiras e canções que fazem parte de nossa cultura.

Cantar e ampliar o repertório musical; produção de imagens de apoio às canções.

Perceber a música como parte essencial de nossa história e cultura.

Desenvolver habilidades em conteúdos propostos no plano de ensino, nos diferentes componentes curriculares, através da utilização de músicas e cantigas.

Conhecer alguns instrumentos musicais;

Desenvolver a criatividade e a imaginação;



Desenvolvimento:



1ª etapa




Resgataremos o conhecimento musical dos alunos através de brincadeiras e pesquisas junto a família.

Apresentaremos algumas cantigas e brincadeiras integrantes de nossa cultura que hoje já não são tão vivenciadas.



2ª etapa

Durante a apresentação dos conteúdos propostos em nosso plano de ensino, utilizaremos a música como principal recurso para alcançar os diversos objetivos almejados.

As músicas serão escolhidas de modo que venham ressaltar e enfatizar o assunto discutido.

Através delas realizaremos atividades como reescrita, identificação de palavras, produção e organização formal de um texto, discussão sobre o assunto principal incutido na música, memorização e organização do pensamento, confecção de fantoches e representações de algumas músicas, entre outras.

Estas atividades ao final do projeto serão integrantes de uma pasta com o seguinte tema e sub tema:

Projeto Alfabeticanção

? Aprendendo com a música?



3º etapa

Resgataremos as cantigas e brincadeiras que hoje já não são priorizadas. Após a pesquisa e envolvimento dos alunos convidaremos as outras salas a participarem de algumas brincadeiras e canções no pátio da escola.



4ª etapa Baú da doce infância

Confeccionaremos um baú de cantigas e músicas infantis, explorando a criatividade e a imaginação do aluno. Os alunos participarão da parte escrita e ilustração das músicas e cantigas selecionadas.



5ª etapa

Apresentação para os pais.

Neste dia os alunos além da exposição de seus trabalhos apresentarão:

Encenação de uma cantiga de roda ( Rosa Juvenil)

Apresentação de algumas músicas e cantigas que contarão com a participação dos visitantes

Ensinarão algumas brincadeiras aos pais

Falarão sobre a importância da música, especialmente das cantigas de roda, bem como as brincadeiras que já não fazem parte da infância de hoje, pois foram substituídas pela tecnologia.



Avaliação

A avaliação será contínua, dando real importância ao empenho, dedicação e participação nas atividades propostas.





Lembrancinha:Aos alunos:

1 CD com as músicas que as crianças mais gostaram e se envolveram durante o projeto.

1 joguinho de 5 Marias

Aos visitantes:

1 flor de balinhas de goma e uma mensagem



Materiais de Apoio:

Coleção Cirandinha

Coleção Alfabetizando através da música



Materiais para confecção:

1 CD virgem (por aluno)

EVA de cores diversas

Restos de tecidos

1 pasta com ferragem

Papel crepom

Palitos de churrasco

Balinhas de goma

Color set em cores variadas

Plástico transparente

Durex colorido

Papel microondulado

Cola quente

Papel espelho

Papel canson








Algumas sugestões de atividades...

COELHINHO



DE OLHOS VERMELHOS, DE PÊLO BRANQUINHO

DE PULO BEM LEVE EU SOU COELHINHO

SOU MUITO ASSUSTADO PORÉM SOU GULOSO

POR UMA CENOURA JÁ FICO MANHOSO



EU PULO PRA FRENTE, EU PULO PRA TRÁS

DOU MIL CAMBALHOTAS SOU FORTE DEMAIS

COMI UMA CENOURA COM CASCA E TUDO

TÃO GRANDE ERA ELA FIQUEI BARRIGUDO






Desenhe o coelho:












Recorte e cole o alimento que o coelho mais gosta;















1- CIRCULE NA MÚSICA AS PALAVRAS QUE VOCÊ CONSEGUE LER SOZINHO.

2- COPIE AQUI O TÍTULO DA MÚSICA E O SEPARE EM SÍLABAS;____________________________________________________________________________________







O SAPO NÃO LAVA O PÉ



O SAPO NÃO LAVA O PÉ

NÃO LAVA PORQUE NÃO QUER

ELE MORA LÁ NA LAGOA

NÃO LAVA O PÉ PORQUE NÃO QUER

MAS QUE CHULÉ






1- CIRCULE O NOME DO ANIMAL QUE APARECE NA MÚSICA:

( ) SAGUI

( ) SAPO

( ) CAVALO





1- DESENHE ESTE ANIMAL:







2- FAÇA UMA LISTA DE ANIMAIS QUE VOCÊ GOSTA:

_______________________

_______________________

_______________________

_______________________

_______________________








PINTINHO AMARELINHO



MEU PINTINHO AMARELINHO

CABE AQUI NA MINHA MÃO, NA MINHA MÃO

QUANDO QUER COMER BICHINHO

COM SEU PEZINHO ELE CISCA O CHÃO



ELE BATE AS ASAS ELE FAZ PIU-PIU

MAS TEM MUITO MEDO É DO GAVIÃO

ELE BATE AS ASAS ELE FAZ PIU-PIU

MAS TEM MUITO MEDO É DO GAVIÃO






PINTE O NOME DOS ANIMAIS QUE APARECEM NA MÚSICA;



ESTES ANIMAIS TÊM O CORPO COBERTO POR:

( ) PENAS

( ) PÊLOS

( ) ESCAMAS



A PALAVRA PINTINHO ESTA NO DIMINUTIVO, POIS INDICA UM TAMANHO PEQUENO; ENCONTRE NA MÚSICA OUTRAS PALAVRAS QUE TAMBÉM INDICAM TAMANHO PEQUENO E PINTE-AS;



CIRCULE A ÚLTIMA SÍLABA DA PALAVRA PINTINHO E ESCREVA MAIS DUAS PALAVRAS COM NH;

__________________ _____________________



MARCHA SOLDADO

MARCHA SOLDADO CABEÇA DE PAPEL

QUEM NÃO MARCHAR DIREITO VAI PRESO NO QUARTEL

O QUARTEL PEGOU FOGO FRANCISCO DEU SINAL

ACODE, ACODE, ACODE A BANDEIRA NACIONAL




CIRCULE A ÚLTIMA PALAVRA DE CADA LINHA DA MÚSICA.



NAS PALAVRAS PAPEL, QUARTEL, SINAL E NACIONAL A LETRA L TEM O SOM DE _____________.



VAMOS ESCREVER MAIS PALAVRINHAS COM AS SÍLABAS MÓVEIS:











É HORA DA DOBRADURA!



SE EU FOSSE UM PEIXINHO



SE EU FOSSE UM PEIXINHO E SOUBESSE NADAR

EU TIRAVA A MARIA DO FUNDO DO MAR






CONTINUE A MÚSICA COMPLETANDO OS ESPAÇOS EM BRANCO COM OS NOMES DE SEUS AMIGUINHOS DA SALA DE AULA:



SE EU FOSSE UM PEIXINHO E SOUBESSE NADAR

EU TIRAVA ___________ E __________ DO FUNDO DO MAR





SE EU FOSSE UM PEIXINHO E SOUBESSE NADAR

EU TIRAVA ___________ E __________ DO FUNDO DO MAR





SE EU FOSSE UM PEIXINHO E SOUBESSE NADAR

EU TIRAVA ___________ E __________ DO FUNDO DO MAR





SE EU FOSSE UM PEIXINHO E SOUBESSE NADAR

EU TIRAVA ___________ E __________ DO FUNDO DO MAR





SE EU FOSSE UM PEIXINHO E SOUBESSE NADAR

EU TIRAVA ___________ E __________ DO FUNDO DO MAR



SE EU FOSSE UM PEIXINHO E SOUBESSE NADAR

EU TIRAVA _______________ DO FUNDO DO MAR






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                                                      Baixar o arquivo completo aqui...

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Para fazer o download da pasta cmpleta, clique no link abaixo.
                                 Baixe aqui...











































4shared Além do Giz


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                      Livro A colcha de retalhos - Dia da Vovó  Baixe Aqui o livrinho...





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Ela também ajuda o seu filho a ter mais paciência



Melhores notas na escola quando os alunos são mais ?zen?.
 Sim, é verdade!
Uma reportagem do jornal britânico Daily Mail concluiu que os estudantes de colégios onde há aulas de ioga ou meditação tiveram um desempenho melhor no boletim após a inclusão da atividade na grade curricular.
Afinal, tanto a ioga quanto a meditação mostram a importância de se determinar um foco e de se trabalhar nele. E isso, afirma o professor Antonio Tigre, do Espaço Nirvana (RJ), que há oito anos dá aulas para crianças, ajuda seu filho na hora de estudar, de fazer a lição e até de ter paciência em uma brincadeira mais complicada, como montar quebra-cabeças. Que tal tentar na sua casa? Deite com seu filho em um colchão fininho (a ideia não é pegar no sono), fechem os olhos e peça para ele começar a pensar em cada parte do corpo e, aos poucos, ir relaxando cada uma delas. Você vai ver como ele vai levantar mais inspirado


Fonte: Ponto do Bebê.


 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 09h33 AM
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1o Simpósio Brasileiro Sobre Bullying reforça como o ambiente escolar é onde o problema se manifesta com mais clareza...





... a importância de medidas de prevenção nas instituições e o papel dos pais. Saiba também o que fazer se o seu filho é o agressor ou o espectador



O 1° Simpósio Brasileiro Sobre Bullying, que aconteceu nesta terça (3), em São Paulo, e reuniu especialistas das áreas jurídicas, educacional e médica, foi promovido pelo Sindicato de Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo (Sieeesp). E a iniciativa é justamente para reforçar a importância da postura das escolas no combate ao bullying, termo que, segundo o pediatra Lauro Monteiro, só começou a ser usado no país em 2002.





A psicanalista Sônia Makaron, uma das palestrantes, frisou sobre o papel fundamental dos pais no comportamento da criança, apontando caminhos certos e errados (afinal, ter um filho do tipo valentão não é uma vantagem, como se pode pensar), mas como a partir dos 7 anos o olhar da escola para o convívio entre os alunos deve ser prioritário. Segundo os especialistas que participaram do Simpósio, apesar de, aos poucos, as escolas brasileiras se conscientizarem de que o problema também é delas e pararem de achar que bullying é ?coisa de criança e passa com o tempo?, muito ainda precisa ser feito. E não há uma receita: cada espaço precisa encontrar a sua maneira de lidar com a situação.





Abaixo, confira a entrevista da CRESCER com a psicanalista Sonia Makaron





CRESCER: O bullying tem idade para começar?

Sônia Makaron:
O bullying tem vários graus, e o mais incipientes podem aparecer já na primeira infância. Porém, é importante os adultos não confundirem uma ação que pode ser feita por curiosidade (a menina de 4 anos que levanta a saia da coleguinha da mesma idade talvez só queira verificar o sexo alheio), com pequenas crueldades repetitivas, que geram sofrimento no outro, característica do bullying. Nessa fase, os pais têm que explicar, dizer que está errado, mas sem punir. Se o fenômeno persistir, indico castigos leves, como ficar sem algo de que gosta. Esse é o momento do problema em que os pais mais têm que agir, pois as crianças ainda estão muito ligadas a eles. A partir dos 7 anos, a idade da razão, o bullying toma a forma mais característica e discutida hoje, com apelidos maldosos e agressões, por exemplo. A partir desse momento, o papel da escola passa a ser prioritário.





C.: Então é na escola que o bullying tem de ser combatido?

S.:
Mais do que isso, é no espaço escolar que o bullying precisa ser prevenido. Afinal, é lá que as coisas acontecem. É obrigação da escola adotar políticas antibullying, conscientizar professores e alertar pais e alunos. Se a escola não contar, os pais, muitas vezes, ficam sem saber, principalmente no caso de crianças que são agressoras e espectadoras.





C.: O que os pais devem fazer quando o seu filho é o agressor?

S.:
Primeiro, eles precisam controlar o sentimento de autoproteção que leva a pensamentos do tipo ?o meu filho não tem problemas?. Ser o valentão não é uma qualidade nesse caso. Tampouco orgulhar-se da suposta liderança do filho, que não se sustenta em coisas realmente importantes, como maior conhecimento, ajuda a resolver a questão. Então, é essencial ouvir o que a escola tem a dizer, pois agressores normalmente não contam aos pais o que fazem, e conversar muito com a criança. Outro ponto fundamental é que muitas crianças tornam-se agressivas porque vêm de um ambiente familiar desarmônico. É importante cuidar das relações caseiras também, mostrar que uma forma de socialização pacífica, solidária, que respeite o outro, é possível. Há, ainda, a possibilidade de procurar ajuda de especialistas quando ou o caso é mais grave ou os pais não sabem direito como lidar com a situação.





C.: E se a criança for espectadora?

S.:
Esse, talvez, seja o mais difícil de os pais perceberem. Afinal, a escola dificilmente vai procurar os adultos responsáveis pelas crianças que não estão envolvidas diretamente no conflito, apesar de ser o indicado. Acho importante os pais, sempre que possível, levantarem questões, perguntar o que os filhos acham das situações de bullying, e, a partir daí, propor reflexões. Perguntas como ?o que você faria se um colega estivesse sendo humilhando?? já indicam o posicionamento da criança. E ressaltar, sempre, que o correto, caso ele presencie cenas de constrangimento, é procurar a direção da escola. Ele não será um dedo duro, mas sim alguém que agiu com solidariedade.





C.: Depois da tragédia de Realengo, o que muda em relação ao bullying?

S.:
O massacre serviu para assustar, mas não necessariamente gerar uma reflexão, pois cada pessoa lida de uma maneira diferente com o sofrimento. Além do que, já é sabido, o atirador tinha problemas psiquícos, e o bullying foi apenas um ingrediente, e não toda a motivação do crime.

Fonte: Revista Crescer


 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 09h30 AM
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Estudo que avaliou 1.500 pessoas do nascimento aos 32 anos constatou que aquelas que conseguiram se controlar desde pequenas tiveram menos problemas de saúde e vícios





Ajudar seu filho a ter autocontrole desde pequeno contribui para que ele tenha uma vida adulta mais saudável e feliz. E , para o bem-estar a longo prazo, essa qualidade pode ser mais importante até mesmo do que a inteligência. É o que mostrou um estudo da Duke University, nos EUA. Os pesquisadores avaliaram 1.500 pessoas desde o nascimento até os 32 anos. E constataram que aquelas que conseguiram se controlar desde a infância tiveram menos doenças (como hipertensão e obesidade), problemas financeiros e dependência a drogas, cigarro e álcool.



Os cientistas levaram em conta características como tolerância aos sentimentos de frustração, persistência para atingir um objetivo, hiperatividade e dificuldade de se manter concentrado em uma mesma tarefa (montar um quebra-cabeça, por exemplo). "Autocontrole é uma qualidade vital para planejar aonde você quer ir, controlar o temperamento quando a vida o frustra, conviver bem com outras pessoas, saber esperar o que é realmente bom em vez de se contentar com seduções imediatas", disse à CRESCER Terrie Moffitt, principal autor do estudo e professor do departamento de psicologia e neurociências da Duke University.



Essa virtude não deve ser confundida com o controle de sentimentos, a ponto de a criança aprender a reprimir o que sente (o que é totalmente contraindicado). ?Uma coisa é o filho ficar chateado porque não pode ver TV na hora que quer e aprender a superar esse momento. Outra é proibi-lo de chorar porque está triste?, explica a psicanalista Anne Lise Scappaticci, professora de terapia familiar da Unifesp e colunista da CRESCER.



A forma mais comum da falta de controle é a impulsividade: seu filho se frustra ou se cansa e deixa claro sua insatisfação ? com um escândalo ou desistindo da atividade. É claro que fazer birra é normal na infância. Os pais só precisam ficar atentos aos exageros. "Se as reações negativas se tornam um hábito e prejudicam a criança nas relações com outras pessoas, há um problema aí", indica Moffitt.



A consultora de Recursos Humanos Angela Camargo, 34, conversa sempre com sua filha, Luisa, de 3 anos, para que ela etenda que as frustrações fazem parte da vida. ?Às vezes não é fácil, mas eu não cedo?, diz. ?Mas não vivemos num quartel militar: a gente negocia um prazo, algumas trocas.? Afinal de contas, os combinados também são uma maneira de impor limites.



E saiba que o problema pode se manifestar exatamente de maneira oposta. Vítimas constantes de bullying ou crianças que ficam apáticas diante de uma situação difícil também mostram que não têm controle de si.





Dá para ensinar?




Os especialistas concordam que é possível, sim, orientar a criança desde cedo para que ela aprenda a ter autocontrole. A dica básica é ter em mente que o aprendizado tem dois lados, dos pais e da criança, e que uma boa conversa é essencial sempre. Adultos pacientes e equilibrados tendem a ser mais bem-sucedidos ao ajudar o filho a lidar com frustrações e limites. Veja a seguir outros exemplos de como praticar tudo isso na sua família.

Fonte: Revista Crescer


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Quando se trata de questões relacionadas à educação de crianças pequenas, muitos pais sentem a angústia de lidar com os limites em especial.



Quando se trata de questões relacionadas à educação de crianças pequenas, muitos pais sentem a angústia de lidar com os limites em especial.

A partir dos dois anos aproximadamente, muitas crianças começam a desenvolver mais autonomia e a manifestar com mais força seus desejos, vontades e protestos frente a um desejo.

Nesse momento, muitas mamães e papais começam a enlouquecer e muitas vezes recorrem ao famoso tapinha.

A proposta deste artigo é discutir uma forma alternativa à punição física, seja esta um tapinha na mão ou uma surra.

Longe de propor soluções mágicas e imediatas, pensar em alternativas lúdicas é um proposta de aproximação do mundo adulto ao mundo da criança.

Um exemplo, muitas vezes a criança pequena se nega a ir ao banheiro quando acorda e a cada investida dos pais com frases objetivas e racionais, a criança se retrai e mantém a famosa birra ou o comportamento indesejado, se negando a ir ao banheiro.

Os pais lançam mão de argumentos muito pertinentes, como por exemplo, dizer a criança que ao acordar todo mundo precisa fazer xixi, depois escovar os dentes, que precisa ir para escolinha, que todos fazem isso e no entanto, para criança esse amontoado de frases nada significa.

Veja bem, as explicações são necessárias e devem ser mantidas, contudo não precisam ser a única forma de persuasão. Nesse momento, os pais podem lançar mão de brincadeiras, do tipo ver quem chega primeiro ao banheiro ou que um bonequinho (pelúcia, ou carrinho, boneca, etc) irá ao banheiro e vai fazer tudo antes da

criança e vai chegar primeiro ao banheiro.

Ex. Já que você não quer ir ao banheiro, vou levar o Sr. Caminhão para fazer xixi e escovar os dentes...

Encenar a situação com o brinquedo diverte a criança e trás uma referência do mundo infantil para algo que ela deve fazer.

É incrível como as crianças respondem com rapidez aos apelos imaginários e lúdicos que tragam o processo de aprendizagem de forma divertida.

Como mencionei anteriormente a conversa pode e deve ser feita, pois é importante para criança compreender ou começar a compreender o porque das coisas.

Muitas vezes lançar mão de brincadeiras e jogos lúdicos pode ser cansativo para os pais, mas auxilia muito as crianças no processo de aprendizagem.

Muitas vezes se torna uma excelente alternativa às punições físicas que podem ser vexatórias para criança e ao invés de lançá-la num processo prazeroso de aprendizagem pode retraí-la.

Fato é que educar está longe de ser um processo simples. Ao contrário é um processo multifacetado que exige dos pais muita paciência e muita busca de novas aprendizagens também e novos repertórios.

O jeito é entrar na brincadeira e aprender junto com nossas crianças.



Os próximos artigos trarão: recursos lúdicos (exemplos de jogos e brincadeiras que ensinam) e limites sem palmada.





Fonte: e-familynet


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Felipe Nery Martins Neto





Esporte Escolar



Você já parou para pensar que o esporte é mais uma ferramenta na formação de seus filhos?



Qual é a atitude que costumeiramente você tem quando seu filho participa de um jogo em equipe?



Atitude dos pais



Nas competições entre colégios é freqüente ver pais animando seus filhos menores. Contudo, quando já são maiores, dificilmente encontramos os pais fazendo o mesmo.



Naquela época você se equilibrava na corda bamba para cumprir com suas obrigações e ainda participava dos jogos do seu filho. Por que não continua fazendo o mesmo? Alguns dizem para si mesmo ?meu filho ficará envergonhado com minha presença?. Porém, não será isso apenas comodismo? Gostaria apenas de evidenciar a importância de sua presença na educação dos seus filhos, principalmente na fase da adolescência.



Nas competições, é muito importante respeitar o trabalho do técnico ou do professor da equipe do seu filho e, mais ainda, do profissional da equipe adversária. Alguns pais - com boa vontade - acabam agindo de maneira desproporcional durante as partidas de seus filhos. Gritam, xingam, ofendem os adversários, árbitros e regras, fazem comentários enaltecendo atitudes equivocadas, desmerecem todos à volta do filho... Não seja causa de vergonha para seu filho, nem perca a oportunidade de educá-lo.



Os jovens às vezes ficam retraídos e extremamente nervosos na presença de seus pais, e isto ocorre somente quando os pais não têm uma postura adequada antes, durante e depois dos jogos. Por isso, é necessário:



- saber animar os companheiros do filho e não apenas o seu pequeno



- sorrir para ele, jamais gritar



- ser prudente nos comentários



- não criticar



- não fazer comparações de nenhum tipo



- saber elogiar a melhora, ainda que pequena, do filho, mas não inventar ou adulá-lo;



- saber aceitar que às vezes o técnico pode deixar justamente seu filho na reserva, pois talvez ele não esteja preparado ainda. Mas não é por isso que deixará de levá-lo à competição, principalmente porque desse modo ele aprenderá e crescerá como jogador e pessoa



- quando o técnico chamar a atenção de seu filho, lembre-se de que ele o está ajudando.



Também não se trata de que a partir de agora, não perderá nenhum treinamento do menino, porque se você faltar ao campeonato, pode ser que ele não queira participar por insegurança.



Os pais devem desfrutar do momento com os filhos. Por isso, procure interar-se das regras do jogo, de estratégias e do ?clima? do mesmo. Dessa maneira, ajudará objetivamente a criança.



Saber elogiar - Educar para o futuro



É importante para a educação de seu filho, saber elogiar a virtude dos amigos da mesma equipe e também da equipe adversária:



- ?Pedro jogou muito bem hoje?;



- ?Gostei do esforço daquele menino?;



Quando necessário, saber mostrar-lhe seus pontos a melhorar, não deixando de fazê-lo por receios:



- ?Não queira resolver tudo sozinho, passe mais bola para seus colegas?



- ?Ouça seu professor?



- ?Hoje faltou um pouco de esforço?



 



Porém, cuidado para não ser crítico demais, procurando encontrar sempre algo errado.



Sempre será mais eficaz se você reforçar os êxitos e o empenho que ele tenha tido



- ?Estou muito contente com seu esforço?;



- ?Parabéns, jogou muito bem?;



- ?Continue assim que chegará lá?



- ?Não se preocupe, na próxima vez será melhor?.



E acima de tudo, lembre-se que o esporte é um meio para forjar diversas virtudes nas crianças e jovens. Mens sana in corpore sano.



 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 09h24 AM
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No Brasil, a época de licença maternidade durá em torno de 4 meses.Normalmente muitas mães depois desse período terão que voltar a trabalhar...



No Brasil, a época de licença maternidade durá em torno de 4 meses.Normalmente muitas mães depois desse período terão que voltar a trabalhar e fica a pergunta no ar:Com quem deixar o bebê?Muitas mães ainda pode contar com a ajuda de alguém da familia como o marido, mãe, sogra, cunhada etc para cuidar do bebê, mas quem

não tem essa oportunidade, com quem então deixar o bebê.Muitas optam por babás,

porém uma escolha de uma babá é mais complicado do que escolher uma boa creche para deixar seu filho..Acredito que nessa questão muitas opiniões se dividem.Mas uma boa opção é a escolha da creche, porém temos que saber em qual creche devemos procurar.Normalmente creches tem berçários, e tem que dispor de uma boa equipe

para ter os cuidados fundamentais para cuidar dos bebês.Porém temos que ver se

esse berçário irá atender realmente as necessidades do bebê, mas como podemos verificar isso?primeiramente antes de escolher um berçário, veja com amigas suas se elas deixaram os bebês dela nesse berçário e ver se foi uma experiência positiva ou não.Normalmente se muitas falarem bem do berçário já

é um bom sinal.Veja também se o berçário é perto da onde você trabalha ou estuda. Se caso precisar

passar e pegar o pimpolho por algum motivo será mais rápido.Análise também o que o berçário tem a oferecer, pois normalmente existem creches que apresentam um diferencial, tal como atividades extracurriculares, etc.Marque uma visita no berçário.Analise todos os cantos da creche, se existem berços individuais para os bebês, se o

local é bem arejado.Muitas vezes ocorre que por fora da creche onde

tem os berçários é tudo lindinho, tudo coloridinho, mas quando entra dentro, as panelas estão enferrujando, os alimentos não estão sendo manuseados com a devida atenção, existem poucas funcionárias para atender uma demanda grande de bebê.Lembre-se que seria bom que tiver uma professorinha para cada 2 ou 3 bebês.Analise

banheiros onde eles tomarão o banho, panelas que serão feitos os alimentos e se

os brinquedos não são velhos demais, ou podem causar algum perigo para a criança.Veja pequenos detalhes como se as crianças estão felizes, se o cheiro de limpeza está bom ou se o cheiro da comida é realmente bom.Veja se as professoras possuem uma boa educação e se possuem experiência.Se você ver que o berçário

está de acordo com as necessidades que seu filho precisa, é só matricuar, passar pelo

período de adaptação, mas mesmo assempre mantenha contato com o berçário para maiores informações.





Fonte: e-familynet


 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 09h18 AM
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As vezes me bate aquela dúvida: O que eu compro para o meu filho? Existem uma variedade brinquedos hoje em dia, mas isso não significa facilidade...



As vezes me bate aquela dúvida: O que eu compro para o meu filho? Existem uma variedade brinquedos hoje em dia, mas isso não significa facilidade... eu fico mais confusa ainda! Fico com medo do brinquedo não ser interessante por ser muito bobo ou avançado demais. Então segue aqui uma lista de brinquedos apropriados para idade da sua criança.



Primeiro mês de vida

Móbiles, espelho, chocalhos, bola, bonecas, dado de espuma, materiais coloridos, macios e que façam ruídos, livros de plástico para o banho.



De um a seis meses

Móbiles com movimento, cor e som, livros com imagens bem definidas, chocalhos e pandeiros, brinquedos de apertar, bola (pe¬quena e leve), fantoches e marionetes, bichos de borracha e blocos plásticos.



De sete a doze meses

Sons de animais, sinos e chocalhos, livros com texturas e sons, caixa de surpresa, quebra-cabeça grande, blocos coloridos, bolhas de sabão, marionetes, fan¬toches, quadro de atividades (discos que giram, botões que apitam), bola, túnel, telefone, pianinho e carrinho de supermercado para empurrar.



De um a dois anos

Encaixes de diferentes formas, quebra-cabeça, brinquedos de empilhar, instrumentos musicais infantis, tiro ao alvo com bolinhas que grudam, jogos de memória, com imagens claras e grandes, de material resistente.



De três a cinco anos

São indicados brinquedos para desenvolver a musculatura e a coordenação, como triciclos, bicicletas, aqueles para estimular o desenvolvimento motor fino, como jogos de construção, blocos, tintas, lápis, massinha de modelar, música, livros e quebra-cabe¬ças; e aqueles para trabalhar a imaginação e a expressão, como

fantasias, bonecos, fantoches, casinha de bonecas, telefone,

carrinhos,trenzinhos,kits de médico, marceneiro, mecânico, animais e marionetes, jogos com regras simples, associando números e letras, coleção de animais. Jogos de computador apropriados para a idade.



De seis a dez anos

Nessa fase, os brinquedos devem se adequar ao que as crianças estão aprendendo na escola. Para estimular o interesse e desenvolvimento, preconizam-se os jogos de tabuleiro com regras (''Senha'', ''Banco Imobiliário'', ''War,'' ''Jogo da Vida'') e de cartas, os livros e músicas, as atividades em grupo, os jogos de estratégia (caça ao tesouro,

mistério), videogames e computador, kits de montagem.



Fique de olho!

Na hora de escolher os brinquedos do seu filho, tenha cuidado com peças pontiagudas, materiais muito duros que podem machucar e brinquedos que desmontam em partes pequenas. Até os quatro anos, as crianças têm um desejo natural de colocar tudo na boca, e a maioria das mortes e lesões nessa idade são devidas a acidentes desse tipo. Fique de olho nas

etiquetas de advertência presentes nas

embalagens e sempre respeite as orientações do fabricante sobre idade, modo de montar etc.





Fonte: e-familynet


 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 08h11 AM
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Contos para ler e contar: enriquecidos com ?ferramentas práticas?, contos alegres e formativos valorizam os sentimentos e o amor



Blanca Jordán de Urríes

Contos para ler e contar: enriquecidos com ?ferramentas práticas?, contos alegres e formativos valorizam os sentimentos e o amor



Blanca Jordán de Urríes publicou, na Espanha, o livro ?Como ensinar a vida para a criança através dos contos?, que contém contos inspirado em várias obra de Alfonso López Quintás, Catedrático de filosofia da Universidade Complutense e fundada da escola do Pensamento e da Criatividade. Neste artigo, apresentamos algumas informações sobre o livro e um dos contos.



Como nasceu este livro?



Nunca até então tinha me inteirado à filosofia de maneira tão entusiasta como quando conheci a obra do Professor Alfonso López Quintás. Sua filosofia é viva. Resume alegria. Positiva e tremendamente formativa e prática.



Como algo tão maravilhoso pertence apenas ao mundo dos adultos? Por que não podia chegar às crianças ? E assim nasceu a idéia: Levar sua obra às crianças, em forma de contos.



Qual é seu objetivo?



É um antídoto à cultura do desamor, empenhada em enganchar a criança com personagens grotescos, vulgares, feios, amedrontadores, e pouco exemplares.



Este livro trata de formar a criança que, através das 13 narrações, imagina um mundo fantástico e em harmonia, que lhe ajuda a viver:



Aprende a compreender a relação de tudo o que foi criado, em Clementina e a Chuva; a querer seus amigos, as plantas, os animais, através de A Solidão de Pedrinho; a utilizar uma linguagem nascida do amor, como em A Violeta e a Estátua; a deixar de ver televisão ou de jogar para ajudar a mamãe, da mão da astuta Lucila, a protagonista de O Cogumelo em Conserva; a apreciar a beleza, com Lúcia, nos Os Tulipas de Don Cosme; a entreter-se com um simples pau, como Crisália, a protagonista de O cabo de uma vassoura, a não querer ter tudo, como Valentina, em Que Sol!; a amar, como A Patata do Coração; a cumprir com gosto o dever de ir à escola, através de Mariela em A voz em Lata; a ser generoso como A Pequena Andorinha; a dizer sempre a verdade, como lhe ensina Trikimilin e Sacamantecas; a querer a família e o lar, como aprende em A Travessia da Pequena Igreja; a sorrir, em O Sorriso das Pedras.



A quem está dirigido este livro?



A pais, educadores e professores, para que o leiam para a criança de 3 a 10 anos e aprendam a formá-lo, com seu ensinamento, em uma pessoa íntegra no mundo que lhe toca viver.



O que consiste cada conto?



Na primeira parte:



Um título.

O valor humano, sobre o qual gira o conto e um texto que se refere ao mesmo, ambos do Professor Alfonso López Quintás e dirigido aos pais e educadores.

Elenco de personagens.

A narração.

Na segunda parte:



O ensinamento que se tira do conto.

A metodologia que se deve aplicar para inculcar o ensinamento à criança utilizando:

Comentários;

Perguntas;

Exemplo prática.

Recomendações para um bom uso:



- Para que seja efetivo o ensino da narração e colocada em prática, a criança tem que interiorizá-la e fazê-la sua. Este processo leva um tempo. Por esta razão, convém que trabalhe apenas com um conto cada duas semanas.



- Leia com MUITÍSSIMA ENTONAÇÃO: a narração, o comentário e as perguntas.



- Seja constante na realização do exemplo prático.



- O teatro é um meio maravilhoso para que a criança assimile facilmente a mensagem do conto. Durante o fim de semana ou nas férias lhe proponho que coloque em cena alguma narração. Para facilitar esta tarefa aparece o elenco de personagens.



 



CLEMENTINA E A CHUVA



?AS RELAÇÕES?

?Em uma torneira posso beber água quando tenho sede. Não vejo brotar a água da mãe terra. Nada há de natural na torneira; tudo é produto do artificio humano. Poderia pensar se isso nos distancia da natureza e de seu poder simbólico. Mas a verdade é que a torneira também é fruto de uma confluência de realidades e acontecimento diversos: a pessoa ou grupo de pessoas que idealizou esse sistema de fornecimento de água, a sociedade que projetou e realizou as instalações necessárias para obter água, purificá-la, conduzi-la a seu destino ... Ao inclinar-me para a torneira e beber, me sinto sem vinculação direta com uma infinidade de pessoas e instituições e uma série de realidades naturais e artificiais: rios, aquíferos subterrâneos, pântanos ... Este sentimento de vinculação é promovido em boa medida por uma realidade tão prosaica como é uma torneira, que ganha dessa forma um poder simbólico.?

Cfr. Alfonso López Quintás. A arte de Pensar com Rigor e Viver de Forma Criativa. Associação para o Progresso das Ciências Humanas, Madri 1993, pp. 331-332.



Personagens:



Narrador



Clementina



Colher



Garfo



Chuva



Vento



Sol



Basília



Vovó



Três Camponeses







 Clementina e a Chuva



Clementina era uma menina que passava as féria em um país onde chovia muitíssimo.



Com freqüência olhava pelo vitrô do banheiro, com a esperança de que o Sol surgisse.



?Que raiva! ? pensava -: Meus primos da Espanha me dizem que no verão vão à praia, à piscina e é maravilhoso. Em troca, eu aqui estou aborrecidíssima, sem sair?.



O relógio marcava 18:00 hrs e vovó se balançava na rede. Apenas o barulho da tormenta perturba aquela paz infinita.



O jantar estava disposto na grande mesa: sopa e peixe. Ninguém falava, exceto a Colher e o Garfo:



?Não me estranha ? disse o Garfo - a cara tão aborrecida da Clementina. A pobre passava uma das férias das mais tediosas com sua Avó. E, além disso, chove todos os dias. ?



Pela noite, Clementina decidiu escrever à Chuva:



?Querida Chuva, estou farta de você. Por sua culpa passo todo o dia fechada na casa de minha Avó, sem sair. Lhe ordeno que vá para muito longe daqui?.



No dia seguinte, Basília, a antiga empregada da casa, deu a Clementina uma carta:



?Pegue, chegou para você?.



A menina subiu rapidamente as escadas de dois em dois degraus. Que rapidez se deu a Chuva em responder!:



?Querida Clementina: Sinto que está tão aborrecida, mas não posso deixar de chover. As árvore deste país secariam e não haveria colheita. O milho necessita de água e os agricultores necessitam do dinheiro da venda do milho para viver. Com esse dinheiro compram a carne dos animais, que pastam o verde que cresce nos campo graças a minha água. Também compram as roupas que as fábricas fazem com o algodão que floresce nos campos graças a minha água.



Com muito carinho e esperando que compreenda o que lhe digo me despeço: A CHUVA.



Clementina fechou a carta em um golpe, enfurecida, e começou a dar volta sobre si mesma, mordendo-se as unhas.



?Não pode ser. Colher. Garfo! Venham aqui?.



?O que quer, Clementina??



?Temos de parar a chuva seja como for. Não estou disposta a passar toda as minhas férias com chuva?.



?Mas, Clementina, isso é muito perigoso? ? disseram a Colher e o Garfo.



?Nem mais nem menos. Já me ocorre uma idéia. À noite abriremos o velho poço. Que é muito profundo, e chamaremos ao Vento, farto da Chuva, que a meterá no poço. E, no dia seguinte, chamarem ao Sol, para que brilhe e evapore toda a água do país menos a do chuveiro e das torneiras, onde tomo banho todos os dias ...?



E assim o fizeram:



Pela noite saíram Clementina, a Colher e o Garfo, abriram o velho poço e gritaram:



?Vento, Vento!?.



?O que quer, Clementina??



?Puxe a Chuva para o poço.?



?Oh, que bom! Com prazer!? ? respondeu o Vento.



... E em uma hora deixou de chover.



Clementina estava feliz. Colocou o despertador às 6:00 hrs para chamar o Sol, e foi dormir.



Triiiiiiiinnnnnn, Clementina deu um pulo e se aproximou à janela para chamar ao Sol.



?Sol, acorde!?.



?O que foi? Quem está me chamando??



? Eu, Clementina.?



?O que quer? ? perguntou o Sol bocejando -. Hoje não posso sair. É necessário que chova todavia um mês seguido até que o milho cresça, para que eu brilhe e seque os campos, que os agricultores têm que recolher.?



?Eu já sei - disse Clementina -. Mas é que a Chuva está doente e me pediu que lhe pedisse para você sair.



?É mesmo??



?Sim, sim ? ? afirmou a menina.



O Sol brilhava e brilhava tão intensamente que Clementina parecia feliz e radiante. Tomava banho todos os dias na represa. Estava até moreninha e costumava dizer à Colher e ao Garfo:



?Vêem como foi bom? Se não paro a chuva o curto mês das minhas férias seriam debaixo de chuva!?.



Vovó começou a preocupar-se:



?Não chove. Se continuar assim, este ano vamos quebrar. Do que viveremos??.



Á casa começaram a chegar camponeses alarmados e assustados:



?A chuva não vem, e minha horta está secando. Sem as verduras, minha família morrerá de fome. Com elas, minha mulher fazia conserva. É a única coisa que tenho para comer no inverno?.



?Meu milharal está se secando. Este ano não poderei comprar roupas para meus filhos.?



?Meus animais estão morrendo não têm o que beber ...?



Clementina parecia alheia a todas estas lamentações. Ela continuava encantada nadando em sua represa.



Mas num dia, que, como de costume, subia para tomar banho, começou a notar algo que lhe queimava nas costas. Não deu nenhuma importância e foi dormir.



Na manhã seguinte desceu parar tomar café, e a Colher e o Garfo lhe disseram horrorizados:



?Clementina, Mas ... O que lhe aconteceu??.



?Comigo?? ? pergunto espantada a menina.



?Sim você. Está toda empipocada?.



O médico veio em seguida à casa e diagnosticou:



?Clementina tem uma doença muito perigosa e contagiosa por ter se banhado em água estancada. Deve fazer repouso e não sair em todo o resto do verão para fora de casa.?



Clementina ficou tristíssima. Essa noite dormiu.



No dia seguinte, Basília, que viu que não estava bem, lhe levou o café da manhã ao quarto:



?Clementina, trouxe-lhe o leite, torradas, o remédio, que o médico lhe receitou e um copo de água para que tome?.



Clementina se ergueu semiadormecida e trouxe o remédio com o copo de água.



De imediato começou a gritar.



?Socorro! Basília, me trouxe um copo com um sapo dentro. Que nojo! Socorro!?



?Lhe ajudarei?.



E lhe fez beber na marra até que o sapo saiu. A Avó, inteirada do êxito, correu para ver Clementina:



?Clementina, eu disse ao prefeito que não beberemos água da torneira, já que as caixa d?água estão cheias de cobra e sapos porque não chove?.



?Vamos morrer de sede ? disse Clementina soluçando - E eu tive a culpa, vovó! Como desejava tanto nadar no reservatório e estava tão aborrecida, enganei o Sol, me aliei com o Vento e raptei a Chuva no poço. Não entedia por que, durante este mês tinha que chover, justo quando eu vim para cá. Estou tão arrependida de não ter dado importância ao que me disse a Chuva!?



A Avó disse:



?Clementina, você fez muito mal, mas, se você se arrependeu, tire a Chuva do poço e peça-lhe perdão, e, ao Sol, conte-lhe a verdade, para ver como tudo se arruma?.



Clementina foi correndo com a Colher e Garfo ao poço e gritou:



?Chuva, chuva, perdoe-me!?.



?Corra rápido ? respondeu a Chuva - tire-me daqui, mas antes fale com o Sol, pois senão não posso sair?.



?Sol, Sol!?



?O que quer, Clementina??



?Menti para você ? confessou a menina -. A Chuva não estava doente. A fechei para desfrutar da água do reservatório. Você tem que partir ...?



?Fez bem menina - disse o Sol -. Freqüente cataclismo organizou ... Vá tranquila, que, quando a Chuva sair eu irei embora?.



Clementina correu apressadamente ao Vento:



?Por favor, ajude-me a tirar a Chuva do poço?.



?Não sei ? disse o Vento -. Me dá um pouco de receio. A Chuva vai me pegar. A verdade é que estou cansado de dançar todo o dia de um lugar para outro. Estou com os ossos úmidos.?



?Chuva ? disse Clementina -. Você perdoa o Vento??



?Claro. Mas venha!, tire-me daqui, que não há tempo a perder.?



O Vento empurrou a Chuva, que saiu do poço.



Os camponeses do lugar comemoraram fazendo a maior festa:



A CHUVA VEIO.



Clementina se curava lentamente de sua doença.



Agora lhe encantava passear debaixo da Chuva.







Qual foi a lição de Clementina e da Chuva?



- A vida é a relação de uns elementos com outros que se necessitam entre si.



- Tudo o que nos rodeia, por menor que seja, tem um razão de existir e é importante.



- Devemos agradecer porque o outro existe.



- A criança aprende que algumas de suas condutas lhe trazem más conseqüências.



Como inculco este ensinamento na criança?



Comentários que podem ser feitos durante a leitura:



Que barbaridade! Clementina se atreve a raptar a Chuva. Não acredita que era tão importante que a Chuva existisse. Graças a ela, no campo cresce tudo o que os camponeses necessitam para viver.

Como não chove, os camponeses morrem de fome e há sapos nos riachos.

Clementina ficou empipocada, porque a água do reservatório estava suja, porque fazia muito calor e não chovia. Claro, porque a menina escondeu a Chuva no poço!

Menos mal que Clementina, ao final, se portou bem. Conta a verdade ao Sol. Pede perdão à Chuva e a tira do poço. Todos estão muito contentes de que chova e a doença desaparece da menina.

 



Perguntas:



?Por que é tão importante a chuva??



?O que acontece quando Clementina rapta a chuva??



?Por que Clementina ficou empipocada??



?O que acontece quando tira a Chuva do poço??



Exemplo prático:



Compre uma plantinha e peça para que a criança lhe coloque um nome, como por exemplo Cláudia, e cuide dela com esmero.



Ao cabo de duas semanas Cláudia estará resplandecente. É o momento ideal para explicar à criança:



?Claudia está linda porque a regamos. Que alegria! Graças a água que recebeu?.



Ensine-lhe a captar o efeito de suas atuações:



?Se brigo com meu irmão, mamãe se aborrece e Luís chora?.



?Se faço os deveres, mamãe está contente e eu fico contento?.







Fonte: Portal da Familia


 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 08h09 AM
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A revista chilena Hacer Família publicou um artigo muito interessante em sua edição 125. A autora, Magdalena Pulido S., dá conselhos para pais que acabam perdendo a paciência com os filhos e falando..



Magdalena Pulido



A revista chilena Hacer Família publicou um artigo muito interessante em sua edição 125. A autora, Magdalena Pulido S., dá conselhos para pais que acabam perdendo a paciência com os filhos e falando em voz alta ou mesmo gritando.



Para evitar essa situação, Magdalena ouviu alguns pais e dá as seguintes dicas com base em casos reais:



Entender que não adianta gritar



?Notei que, por mais que gastasse a minha garganta, meus gritos não estavam tendo o efeito desejado. Dei-me conta de que os ouvidos dos meus filhos tinham se acostumado ao terrível volume da minha voz: cão que ladra não morde... Agora, quando me vejo na tentação de gritar, penso nos péssimos resultados que isso traz e opto por outras maneiras de comunicação.? Antonia, quatro filhos.  

Ir até onde estão os filhos



?Descobri que dirigir minha casa desde o lugar onde estava ou fazendo minhas coisas era o que mais me fazia gritar: ?banhoooo?, ?tá na meeeesa!?... e a interminável lista de ordens diárias. Entendi que se me deslocava para o lugar onde os meus filhos estavam, os gritos diminuíam sensivelmente. Parece algo óbvio, mas ao rever condutas, vemos que é isso o que acontece. Façam a prova, o resultado é garantido?. Teresa, cinco filhos.

Pedir um tempo



?São as mães que têm grande parte da responsabilidade de pôr as coisas em ordem. Por isso, notava que ao fim do dia estava dando gritos e chamava à atenção das crianças por coisas sem importância. Quando meu marido chegava, ficava mal impressionado com o meu jeito. Então decidimos que ele tomaria as rédeas quando chegasse do trabalho. Ele se encarregaria de que escovassem os dentes e fossem para cama. Isso fez com que minha conduta melhorasse bastante?. Trinidad, três filhos.





Fonte: Portal da Familia


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Brincadeiras de 2 e 3 anos



Estas brincadeiras é um estimolos para as crianças desta faixa etaria, produzidas nas escolas e em casa, revisada por Professor de Educação física no caso meu Marido, Pode confiar é seguro e muito Educativo escolha a Brincadeira e começe a educar seu filho. abraços



1-Boliche Maluco





Objetivo: Coordenação Motora Fina, Viso-motora, Percepção tatil e visual

A partir de: 3 anos



material: Sucatas, Bolas de Borracha ou de Tênis

-Fazer um monte com as Sucatas em distancia que chega ao alcance da Criança com o arremesso

da Bola, fazer como no Boliche deixe que a Criança acerte o alvo sozinha.



2-Brincadeira de Faz-de-Conta



Objetivo: Criatividade, Atenção

A partir de: 2 anos

Material: use a Criatividade, com bonecas, carrinhos, ursinhos etc...



-Estas Brincadeiras é uma atividade na qual as crianças sozinhas ou em grupo procurem, por meio da representação de diferentes papéis, compreender o mundo em sua volta. Nessas brincadeiras pode ou não haver objetos, aos quais a criança confere diversos significados. Há sempre uma situação imaginária que implica uma

interação da criança com seu meio e seus pares. As brincadeiras de faz-de-conta

não são escritas, são frutos da imaginação da própria criança.



3-Caça ao Tênis



Objetivo: habilidade manual, atenção e Aprender a calçar os tênis.

A partir de: 3 anos

Material: Tênis



-Em equipe: Pedir para tirar os sapatos e por em um local centralizado a algumas distancias Se tiver um numero grande de crianças separar em duas ou mais equipes em filas e somente os primeiros da fila , ao Sinal ir procurar e calça os seu sapato, e assim que conseguir calça-los vá ao próximo da fila bate na mão e o 2º assim faz a mesma coisa, a

equipe que for mais rápida ganha.



4- Festa das Cores



Objetivo: Conhecer Cores, Formas, Memória e Atenção

A partir de : 3 anos

Material: objetos Coloridos, Fichas de cores, lapis de cor, desenhos fica a critério...



-Coloque todos os objetos falando as Forma, seu nome e cor. Após um tempo de observação, guarda-os, chama a criança, e você diz o objeto e a criança tem que lembrar da cor, ou diz uma cor e a criança fala o objeto. Isso faça farias vezes





Fonte: Site e-familynet


 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 08h03 AM
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Os pais têm um grande desejo de que os seus filhos tenham boas notas na escola.



Os pais têm um grande desejo de que os seus filhos tenham boas notas na escola.



As boas notas acontecem quando os alunos demonstram, nos momentos de avaliação, que aprenderam bem a matéria que os professores ensinaram. E aprendem bem de três maneiras principais: ouvindo com atenção as aulas, realizando com empenho as tarefas que lhes são indicadas, estudando.



Até certa altura, um aluno pode aprender bem sem que sinta necessidade de estudar: se tiver capacidade de concentração, facilidade para entender aquilo que escuta, boa memória. É difícil, nessa fase, que um filho faça muito mais do que os "trabalhos de casa", porque ele, muito compreensivelmente, não sente necessidade de se sentar diante de um livro a aprender uma coisa que já aprendeu anteriormente...  



A partir de certa altura, porém, estas capacidades já não são suficientes. É mesmo preciso estudar, porque os assuntos a aprender são já muitos ou muito complexos.   Esse momento não chega numa mesma fase de desenvolvimento, numa mesma idade, para todas as pessoas. Mas chega sempre para todos.



É conveniente estar com atenção, para notar a sua chegada. No entanto, não deve ser confundido com aquela quebra natural nos resultados escolares que muito freqüentemente sucede em certas etapas do crescimento, como a pré-adolescência ou a adolescência. Têm causas diferentes e devem ser encarados de formas diferentes.  



No que vou escrever a seguir, refiro-me a situações em que estão preenchidas condições básicas, como o aluno ter a capacidade real de aprender aquilo que lhe querem ensinar e possuir o equilíbrio interior resultante de uma família estável corretamente constituída. A falta disto introduz dificuldades que fogem ao âmbito deste texto.  



Chega, pois, um momento em que é preciso estudar. E estudar é uma atividade que não é agradável à maior parte das pessoas. É difícil, dá trabalho, custa esforço. Mesmo que alguns consigam tirar um prazer intelectual daquilo que aprendem, esse prazer chega como fruto de um esforço.  



Estudar é uma tarefa que depende de algumas coisas mais ou menos importantes e de duas coisas fundamentais. Ter um método de estudo ajuda, tal como ter um local apropriado, uma iluminação correto, um ambiente sossegado, o material necessário... Porém, o estudo depende essencialmente de duas coisas: a capacidade de sofrimento e, associada a ela, a motivação.   Como estudar é quase sempre desagradável e difícil, muitos jovens só serão bons alunos se estiverem habituados a fazer coisas desagradáveis e difíceis.



Portanto, a melhor forma de os pais ajudarem os seus filhos a serem bons alunos consiste em habituá-los desde muito cedo a fazerem tarefas desagradáveis e difíceis (repito propositadamente estes adjetivos...).  



Numa família normal há muitas coisas dessas para fazer todos os dias.   Exercitar-se numa tarefa deste gênero faz crescer, dá alegria, desenvolve capacidades, aumenta a força de vontade (e, portanto, a liberdade), fomenta a união com as outras pessoas. Estas coisas custosas, constituindo uma base para a capacidade de estudar, são, portanto, ainda mais importantes para a formação da personalidade, do caráter, das virtudes pessoais.



Nenhuma pessoa se constrói corretamente sem que faça muitas coisas que não lhe apetecem: sem o hábito de sofrer.   Poucos jovens habituados a facilidades e diversões constantes - jogos de computador, música, televisão, videogames, vídeos, festas... - serão bons alunos. Não serão bons, de resto, em outros aspectos bem mais importantes para a sua felicidade. Os pais que deixam os filhos habituarem-se e esse tipo de atividades estão a minar-lhes dramaticamente o caminho da vida e a felicidade.  



Conheci uns pais que souberam arrepiar caminho a tempo: quando o filho, lá pelos 13 anos, começou a ter umas notas nada agradáveis e uma atitude de preguiça perante o estudo, não insistiram demasiado em que estudasse, não lhe arranjaram orientadores... O que fizeram foi o que já antes deviam ter feito: dar-lhe uma boa carga de tarefas em casa: fazer a sua cama diariamente, aspirar a casa e outras coisas que já não recordo e lhe ocupavam muito tempo. Uns meses depois as notas tinham melhorado substancialmente...  



Um jovem lançar-se-á à difícil tarefa de estudar, se tiver, além de capacidade de sofrimento, motivação para isso. Motivação não significa que encontre gosto em estudar, mas que descubra motivos fortes para estudar: com gosto ou sem ele.   Mesmo não lhe apetecendo estudar, sentar-se-á diante dos livros com a consciência de que há coisas bem mais importantes do que o seu apetite. Saberá que há um preço a pagar por todo o belo objetivo, e estará disposto a pagá-lo com alegria.  



Mas o objetivo tem mesmo de ser grande e belo. Verdadeiro e profundo. Do tamanho da alma humana.   Durante algum tempo podes enganar o teu filho: dizer-lhe que vá estudar porque isso é necessário para vir a ter, no futuro, um bom trabalho, um bom salário e, conseqüentemente, uma vida boa que permita divertimento, prazer e facilidades, uma excelente casa, férias estupendas...  



Mas chegará o dia em que ele pergunte a si próprio para que há-de trocar, indo estudar, os divertimentos e os prazeres de agora pelos do futuro... que estão tão longe.   Não tens um motivo maior para lhe dar?  



http://aaldeia.net/


 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 08h01 AM
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?Mamãe ? diz Maria de quatro anos ? a Branca de Neve diz que me vai levar ao bosque para conhecer os sete anões??



Blanca De Leríes 





?Mamãe ? diz Maria de quatro anos ? a Branca de Neve diz que me vai levar ao bosque para conhecer os sete anões??



- Está bem ? diz a mãe aborrecida -, mas não digas essas parvoíces e não mintas mais.



É bom observar com a criança as mentiras que ela inventa. Para os miúdos, às vezes, o real anda de mãos dadas com o imaginário. Quando inventam, não mentem intencionalmente, apenas imaginam. Neste artigo sugere-se como lidar com esse pequeno sonhador e orientar a sua imaginação.



A criança costuma misturar o real com o imaginário. Não sabe onde termina um e começa o outro. Branca de Neve, Capuchinho Vermelho, a bruxa ou o dragão podem ser companheiros de jogos.



O trabalho dos pais e educadores deve ser o de orientar devidamente a imaginação do pequeno.



Há pessoas que pensam que o menino deveria descer à realidade em todos os momentos e que contar-lhe histórias de fadas é um absurdo.



Sonhar, faz falta



Qual será a atitude correta?



Em nossa opinião, a criança deve dar rédea solta à sua imaginação para criar e, através da criatividade, desenvolver a sua inteligência. Um miúdo sem imaginação será mais tarde um adulto intelectualmente pobre.



A criança precisa de sonhar com personagens de ficção. Gnomos, princesas, gigantes e fadas fazem parte do seu mundo mágico. São os protagonistas criados pela imaginação infantil, através de inumeráveis histórias.



Educar o filho longe das fantasias próprias da sua idade é convertê-lo num pequeno-homem antes do tempo. A criança distingue-se do adulto pela capacidade e também pela necessidade de abstração da realidade: pode falar com sereias, julgar que é um índio, vestir a bata de médico e operar o seu irmão mais pequeno e, logo a seguir, chamar a mamã para o levar à casa de banho. E tudo isto em menos de meia hora. Interpretou quatro histórias fantásticas, mas no fim converteu-se no filho da sua própria mãe?



Para se amadurecer bem, tem que se passar por algumas situações desde que se nasce até morrer, e a fantasia ocupa um lugar muito importante nos primeiros anos da vida.



Todas as crianças gostam de imaginar que são reais certas personagens, como o Super-homem ou os Reis Magos. A nós, adultos, fizeram-nos muito felizes. Nenhum menino pode ficar traumatizado por descobrir que não existem. Pelo contrário, a época do Natal, e outras, convertem-se em festas alegres para as crianças, que põem a trabalhar toda a sua imaginação.



O melhor método



Uma criança sem imaginação será no futuro um adulto intelectualmente pobre.



Não se deve cruzar os braços e esperar que o filho, naturalmente, desenvolva a sua imaginação. A mãe natureza não é suficiente. Tem que haver um empenho em dar ao pequeno todas as oportunidades possíveis para que imagine, crie e desenvolva o seu cérebro.



Como se consegue isso?



- Através de brincadeiras criativas com massinha, construções e barro. A criança manipula diretamente os materiais e faz árvores, casas, pontes, etc.



- O vídeo de forma controlada e seleção de programas é um meio muito eficaz para estimular a imaginação.



- Os jogos com os objetos mais simples da casa. Procura-se fabricar brinquedos com caixas de sapatos, pedras, pedaços de madeira, miolo de pão, etc.



- Bonecos pequenos com os quais se podem inventar mil histórias.



- Tintas e muitas folhas brancas podem fazer do seu filho um pequeno Picasso.



- Os jogos de interpretação são muito divertidos; a mãe pode ser a avozinha e os pequenos o lobo e o capuchinho vermelho.



- O contacto com a natureza é muito importante para o desenvolvimento da imaginação da criança. Aproveitar os fins de semana e ir para o campo com os filhos. Contar-lhes histórias de animais. Ensinar-lhes os nomes e como crescem as árvores e as plantas, ou brincar com terra a construir cabanas?



- Os contos bem contados, ditos devagar, oferecem à criança muitos recursos para sonhar e imaginar.



- O banho também pode ser divertido: à segunda com muita espuma, à terça com sais de cor, à quarta com todos os bonecos na água, à quinta com óculos de mergulhar?



O grau de imaginação que se desperta no filho depende da maneira como ele é educado.



Não reprimir constantemente a sua imaginação e evitar:



- Que um filho se converta em sujeito passivo das suas atividades: colado à televisão ou observando como os outros jogam.



- Que se tenha que passar o dia inteiro a vesti-lo e a dar-lhe de comer?



É claro que tudo tem a sua idade e que os primeiros anos são aqueles em que é preciso acompanhar constantemente a criança, mas chegará o momento em que ele tem que vestir as calças sozinho.



A atitude ideal é deixá-lo só, embora sob vigilância, para que aprenda a ter iniciativas.



- Não proteger demasiado o filho. Tem que cair, experimentar e conhecer. Se se meter numa redoma de vidro o seu cérebro nunca se desenvolverá. A mãe deve aprender a ser positiva quando educa o filho.



- Animá-lo a participar ativamente nos jogos e a tomar as suas próprias iniciativas. Não decidir sempre por ele.



Demonstrar alegria quando mostra alguma coisa feita por ele próprio (de sonhos, bonecos coloridos, etc.).



- Tal como na educação, o exemplo é o mais importante: tratar o filho com imaginação, para que ele nos imite.



Fazer planos divertidos e variados



- Romper a monotonia diária com alguma surpresa inesperada: uma pessoa amiga que vem a casa almoçar ou o pato com que sonhava há muito e que o pai acabou por lhe comprar.



Pode haver motivos de preocupação?



Há crianças que estão convencidas de que são Robin Hood, Asterix ou a Gata Borralheira. Algumas são mesmo capazes de ter conversas diárias com toda a família Disney.



Os extremos não são bons. A criança tem que perceber que a imaginação tem limites determinados e não pode levar dias inteiros a imaginar que é o Peter Pan.



Se um filho não faz mais nada do que sonhar e andar o dia inteiro nas nuvens, tal situação pode dever-se a algumas circunstâncias:



- Demasiada dureza em casa e castigos desmedidos.



- Pode ter problemas de timidez. Como lhe custa relacionar-se com crianças da sua idade, converte-se em Superman e desta forma sente-se seguro e forte.



- Muitas vezes ultrapassa os limites da imaginação para fugir a uma realidade familiar que lhe causa desgosto: discussões entre os pais, famílias separadas, ambientes de profunda tristeza?



- Notas más. Fracasso escolar. Sobretudo quando os pais reagem, maltratando psicologicamente os filhos pelas suas más notas.



Mas em qualquer altura é tempo de corrigir um filho, se ele sonha mais do que o devido. O remédio é tratá-lo com muito amor e paciência em doses elevadas.



- Nada de começar aos gritos sempre que diga que acaba de falar com o anão saltarino. Ensiná-lo a separar a realidade da fantasia: ?Se quiseres, vamos conquistar o castelo da feiticeira má, mas tens de acreditar que ele não existe na realidade?.



- Corrigir qualquer situação familiar negativa que possa influenciar a criança (brigas, discussões?).



- Procurar ser sempre muito sincero quando o miúdo faz perguntas, e adaptar as respostas à sua idade.



Verdade ou mentira



Por vezes castiga-se injustamente o filho e chama-se-lhe mentiroso, porque responde a uma pergunta de forma completamente disparatada: ?João, guardaste o caderno? Não, o papá levou-o??. Isto é pura invenção, porque ele nem sequer sabe da existência do tal caderno. A reação, infelizmente, é castigá-lo por não ter dito a verdade.



O que acontece é que ele tem um tal terror às reações da mãe, que inventa qualquer coisa para sair da dificuldade.



Pode ainda suceder que nem pense na pergunta e, sem má intenção, diz a primeira coisa que lhe vem à cabeça.



Outra hipótese é o João gostar de inventar respostas, sobretudo quando nota que enerva os pais. De qualquer forma, a reação dos pais não pode ser agressiva. Não gritar, nem chamar-lhe mentiroso. Isso será magoá-lo negativamente com um qualificativo que ele não merece e em que pode ficar a acreditar.



Quando se repara que o filho não disse a verdade, deve dialogar-se calmamente com ele, para que explique por que respondeu incorretamente.



Procurar verificar se a mentira tem alguma coisa a ver com a sua imaginação ou invenção.



Quando a criança mente, oculta sempre qualquer coisa intencionalmente. Quando inventa ou imagina, não tem intenção de ocultar nada. 







"A imaginação tem todos os poderes: ela faz a beleza, a justiça, e a felicidade, que são os maiores poderes do mundo." (Blaise Pascal)



Fonte: Aldeia - http://aaldeia.net/


 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 07h58 AM
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A leitura é também uma forma bastante rica do brincar.



Os livros, desde os mais simples, trazem um número muito grande de informações à criança, em forma de figuras, cores, texturas, sons, letras, números, formas geométricas e cheiros, enfim, todo tipo de estimulação necessária ao bom desenvolvimento intelectual da criança. Além disso, cada vez mais eles trazem riquíssimas ilustrações que também estimulam a criatividade da criança.

 
Desde os primeiros meses, é importante colocar livros, de plástico ou tecido, no meio dos brinquedos do bebê, para que comece a se familiarizar com estes. Às vezes não percebemos, mas os bebês têm uma capacidade muito grande de observação do mundo à sua volta, e provavelmente já terão visto o papai, a mamãe ou sua babá lendo livros ou folheando revistas, e nos surpreenderão sabendo manuseá-los muito cedo.

 
Os livros servem, num primeiro momento, para que o bebê tenha acesso a estímulos variados; adiante, vão servir para que escute o adulto contar-lhe histórias, que por mais simples que sejam, lhe ajudarão a começar a relacionar as figuras com seus nomes, ampliando seu vocabulário. Mais adiante um pouco, a criança aprende a conhecer a existência das letras. Aos poucos, ela vai se dando conta que estas se juntam formando as palavras que o adulto lê, o que já é um início do processo de alfabetização. Já alfabetizadas, o livro é fonte inesgotável de conhecimento e fantasia para a criança.



Os livros têm a função fundamental de formar o imaginário da criança, dar-lhe a oportunidade de "viajar", abre lacunas que são preenchidas por cada uma a seu jeito. Além disso, são objetos de formação para elas! Elas experenciam através do que lêem, aprendem, se formam e se transformam, podendo assim modificar o mundo também. São companheiros que a criança pode levar a qualquer lugar, indispensáveis e insubstituíveis.



É preciso, porém, ter cuidado com o tipo de material do livro que será dado à criança pequena. Existem livros apropriados para cada faixa de idade, que não oferecem riscos de machucar o bebê ou de ser estragados. As crianças até aproximadamente três anos não devem manusear livros de papel sozinhas, pois não têm ainda a coordenação motora fina necessária, e este material pode ferir seus olhos, além de rasgar com facilidade. Existem livros de tecido, de plástico para o banho e ainda livros de folhas duras e grossas, mais resistentes.



As crianças maiores já podem receber materiais mais elaborados, além de livros-brinquedo que exercitam sua criatividade. Aos poucos, elas vão começando a criar histórias, decorar pequenos textos, fingindo saber ler, até que aprendem de fato. Neste momento todo um mundo novo se abre para elas.



Não existe uma técnica certa para a leitura de livros para as crianças. O adulto apenas precisa ter disposição para dar mais esta atenção a elas. Cada um descobre a sua própria maneira de explorar melhor a hora da leitura. Aos poucos, o leitor vai perceber que também se beneficia do que vêm escutando: até os adultos retiram lições dos contos infantis. É muito importante que o adulto escolha livros que também a encantem, só assim o levará com entusiasmo para a criança.



As fábulas como "A cigarra e a formiga", " A tartaruga e a lebre", "A cegonha e a raposa" , por exemplo, são histórias antigas, que sempre trazem uma lição àqueles que as escutam. São muito importantes para a formação do caráter da criança. É fundamental que o leitor comente com a criança ao final, ajudando a firmar as lições que elas trazem. Da mesma forma, os contos clássicos como "O soldadinho de chumbo", "Chapeuzinho vermelho", "Os três porquinhos" e tantos outros precisam ser comentados, procurando sempre observar qual a compreensão da criança à história, estimulando assim seu raciocínio e capacidade de observação.



Do ponto de vista das emoções, os livros podem contar histórias que falam do dia-a-dia da criança ou de hábitos, lugares e situações, nos quais ela começa a se reconhecer pouco a pouco. Falam também de sentimentos como amor, carinho, proteção, cuidado, inveja, raiva, ciúmes, medo, entre outros, ajudando a criança a compreender melhor as coisas que sente.



Os adultos perceberão que a criança geralmente pede que lhe seja contada a mesma história muitas vezes seguidas, e que, se mudamos alguma coisa no texto, isto logo é percebido pela criança, que corrige ou se irrita. Isto acontece porque elas adoram a repetição: ela ajuda a criança a compreender melhor os sentimentos que aquela história despertou nela. Por exemplo, em "João e Maria", a criança é levada a lembrar do medo de ser abandonada pelos pais, que todas sentem, e que lhes causa grande ansiedade. Através da repetição do conto, aquelas emoções vão sendo experimentadas, melhor compreendidas e elaboradas através do final feliz.



Existem livros que ajudam os adultos a esclarecer as dúvidas das crianças com mais facilidade, falando sobre situações novas como nascimento de irmãos, perda de dentes, entrada na escola, dúvidas a respeito de educação sexual e até mesmo sobre situações difíceis como hospitalizações e morte. As crianças costumam se identificar com os personagens principais e sentem-se aliviadas com os finais felizes e em perceber que não são as únicas a enfrentar situações mais complicadas.

Muito importante ainda é estimular a criança a criar suas próprias histórias, usando a imaginação. Ela só conseguirá fazê-lo após ter aprendido o bom hábito de ouvir as histórias contadas por um adulto.            



Logo compreende a estrutura da narrativa: como inicia, se desenrola e termina uma história, e então passa a conseguir dar seu próprio conteúdo. Desta forma, falará de seus sentimentos e das coisas que são importantes para ela naquele momento, dando pistas do que lhe vai na mente.



Finalmente, um bom hábito a ser adaptado à rotina da criança pode ser a "hora do conto", geralmente útil quando chega a hora de ir para a cama. Serve para acalmar os ânimos, abaixar as energias e incentivar a ida para a cama, que geralmente acontece sob protestos. Cada família adaptará a sugestão da forma mais conveniente, mas geralmente funciona deixando a criança folhear uns poucos livros por alguns minutos, sozinha ou na companhia de irmãos, o que ajuda a criar o bom hábito da concentração, assim como o da independência. Então, passado algum tempo, o adulto (geralmente a mãe ou o pai, que a esta altura podem querer estar fazendo isto pessoalmente) lê a estória que a criança escolher. Mais adiante, a criança alfabetizada pode começar a ler para o irmão menor, estimulando a amizade ou então ler sozinha ou para os pais o livrinho que tiver escolhido. É preciso compreender, no entanto, que este hábito é saudável, desde que não seja imposto e nem rígido, podendo se modificar de acordo com o interesse da criança.



Fonte: Criança em Foco


 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 07h57 AM
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Quais objetivos na vida temos para nossos filhos? Que façam uma carreira brilhante? Que formem uma família? Que se destaquem em algum esporte?



Quais objetivos na vida temos para nossos filhos?



Que façam uma carreira brilhante?

Que formem uma família?

Que se destaquem em algum esporte?

Que dominem uma arte como a música?

Que sejam ricos?

Estes objetivos na verdade são apenas meios para uma objetivo maior: SEREM FELIZES.



Como ajudar as crianças a serem felizes?



Dando oportunidade para que, não só desenvolvam suas habilidades da inteligência, mas também, a vontade (o caráter).



Caráter é a aquisição de hábitos bons e virtudes, que possibilitam a criança a implementar as decisões positivas e corretas, escolhidas pela inteligência.



Queremos formar crianças que queiram ser amigas, queiram estudar, queiram falar a verdade, ou seja, queiram fazer o bem.



Crianças de caráter são mais equilibradas e felizes, porque têm força de vontade para se superarem e vencerem frustrações e problemas.



A educação do caráter é também a melhor prevenção contra drogas.



Inteligência + Caráter = Felicidade



 



Quando devemos começar a educar o caráter de nossos filhos?



Desde o nascimento.



A criança começa a absorver e a adquirir hábitos bons desde o nascimento, através do exemplo dos pais e pessoas que convivem com ela.



Conclusão



A criança será mais feliz na medida em que conseguir tomar decisões de forma correta. Para isto ela precisa ter inteligência para conhecer as alternativas que levem ao bem e precisa ter caráter para implementar as alternativas escolhidas.



Queremos crianças inteligentes que coloquem seus talentos a serviço dos demais.







Fonte: Portal da Familia


 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 07h56 AM
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Durante as primeiras etapas da vida, os pais podem assentar as bases da educação da liberdade estabelecendo uma disciplina básica.



José Antonio Lopez Ortega Muller

Durante as primeiras etapas da vida, os pais podem assentar as bases da educação da liberdade estabelecendo uma disciplina básica. Um mínimo de normas ou regras do jogo, conhecidas, aceitas e vividas por todos, que funcionem como um canal pelo qual decorre, tanto a liberdade dos filhos, como a dos pais. Educar a liberdade inclui o desenvolvimento da virtude da obediência pois uma criança indisciplinada é má candidata para o desenvolvimento de uma liberdade autêntica.



A idade escolar, que corresponde dos seis aos doze anos, é a etapa apropriada para iniciar a educação da liberdade propriamente mencionada, com base no alcançado nas etapas etárias anteriores.



A razão é muito simples, já que ao redor dos seis anos as crianças adquirem o ?uso de razão?, isto é, são capazes de raciocinar com certa lógica e, portanto, podem começar a usar consciente e voluntariamente sua liberdade.



Para isto, é importantíssimo que os pais, em tudo aquilo que não esteja regulamentado, permitam, animem e até empurrem, se for necessário, aos filhos a exercer a capacidade de escolher e a decidir .



É preciso ter em conta que a liberdade é algo que se aprende a usar. Como pode uma pessoa aprender a decidir? Escolhendo ou aceitando, de maneira similar como se pode aprender a nadar, nadando. É importante que os pais ?dêem? uma certa liberdade aos filhos como condição indispensável para a aprendizagem de sua liberdade, da mesma maneira que os jogam na água para aprenderem a nadar.



Deixá-los decidir escolhendo ou aceitando, supõe ajudar-lhes a desenvolver estas capacidades primordiais da liberdade humana. Mas, além disso, é preciso ensinar-lhes a fazê-lo. E como se pode ensinar a decidir, e escolher e a aceitar para fazê-lo bem? Ensinando-o a pensar antes.



Para isto será muito útil que os pais dialoguem com os filhos, ajudando-lhes a calibrar as conveniências de decidir em um sentido ou em outro, com base nas próprias possibilidades, e também pensando nas possíveis conseqüências de cada decisão. É muito útil ajudar-lhes para que aprendam da experiência, aceitando as conseqüências que se derivam de suas decisões, boas ou más, e que colocam em manifesto seu acerto ou erro. Saber usar a liberdade não se limita a decidir, a escolher ou a aceitar, mas também implica decidir bem, escolher bem e aceitar bem.



  Para isto, faz falta ensinar aos filhos a distinguir o bom do mau e o bom do melhor, o feio do bonito, já que nem tudo o que é feio é mau, nem tudo o que é bonito é bom, animando-os para que decidam sempre pelo melhor e não tanto pelo agradável, o cômodo ou o fácil.



A tudo isto podemos chamar ?saber querer?, que unido ao ?saber pensar? favorece o bom uso da liberdade.



A aprendizagem da liberdade inclui necessariamente o desenvolvimento da responsabilidade. De nada serve que os filhos decidam, escolham e aceitem, se a seguir não são capazes de responder por sua decisão, escolha ou aceitação.



Por isso, quando o filho pretende livrar-se das conseqüências de seus atos, os pais devem ajudar-lhe a carregar com elas, sempre e quando não suponha um grave dano.



Obviamente, convém insistir mais uma vez, o exemplo dos pais é muito importante para que os filhos aprendam a usar sua liberdade, respondendo pessoalmente a seus atos.

 

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Do livro ?A Educação da Liberdade?, de José Antonio Lopez Ortega Muller *





Fonte: Portal da Familia


 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 07h54 AM
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A cultura do esforço, chave do êxito na formação de nossos filhos
Nos ambientes educativos fala-se muito sobre o esforço, que com freqüência é interpretado em termos de trabalho intelectual. Essa interpretação é certa até certo ponto.



Patricia Gómez



Nos ambientes educativos fala-se muito sobre o esforço, que com freqüência é interpretado em termos de trabalho intelectual. Essa interpretação é certa até certo ponto.

O esforço desempenha um papel mais vital que o do simples êxito acadêmico. Trata-se de um fator fundamental para que se alcance a maturidade como pessoa.



Como podemos ensinar, ou melhor, transmitir a nossos filhos o valor do esforço?



A princípio poderíamos pensar, a respeito do esforço, que ele deve ser matéria de aprendizado, sobretudo nos anos de colégio. Entretanto, o lugar fundamental para este importante aprendizado é o seio da família. Todas as virtudes necessárias para se alcançar êxito na vida (realizar-se profissionalmente, constituir família, forjar amizades duradouras,...) se adquirem em um ambiente de carinho e exigências, proporcionados pela vida familiar de cada criança.



É em casa que as crianças aprendem o significado do esforço, e que sentido ele tem. Se lhes ensinarmos a se esforçarem em pequenas coisas, elas serão capazes de encarar, cada vez mais, maiores desafios.  ?O que importa é fazer o que devo fazer, não o que me apetece?. Deste modo, a criança irá controlando sua própria impulsividade e impaciência.



É preciso dar-lhes metas realistas, que devem ser adequadas a cada idade e caráter, sem subestimar as crianças e nem exigir delas coisas impossíveis.



Enquanto pais, o exemplo que podemos lhes dar é essencial. Aos filhos, ajuda muito observar que seus pais também se esforçam, trabalham, não se queixam, assumem seus próprios erros como também os imprevistos, sem perderem a calma.



Convém insistir no lado positivo do esforço: custa, a qualquer um, vencer-se a si mesmo, mas depois a pessoa se sente mais realizada, e a vida corre melhor para ela.



Até que ponto torna-se importante o esforço?



Na formação do caráter, influi tanto a herança genética como a educação, todavia em proporção diferente, dependendo dos distintos ambientes em que o caráter se desenvolve. No âmbito físico como, por exemplo, na prática de um esporte, a herança genética pode chegar a 80%, ao passo que, em relação à educação, abaixa para 20%. Isto significa que se não tivermos nascido especialmente dotados para os esportes, será aconselhável que ainda assim os pratiquemos, pelo  grande conteúdo formativo que oferecem; no entanto, melhor será se não aspirarmos ser desportistas de elite, para evitar frustrações.



No âmbito intelectual, ambos os fatores citados ficam em torno de 50%, o que aumenta a importância que tem a educação neste campo: assim, um talento médio terá êxito se devidamente trabalhado, mas estará fadado ao fracasso, em caso contrário.



Finalmente, no âmbito da vontade, a herança genética pesa 20%, e a educação, 80%. Neste terreno, o prioritário é a educação, não os genes, o que significa um sinal positivo tanto ao otimismo quanto à responsabilidade: não se trata, aqui, de que a criança tenha herdado ?o mau gênio de sua avó? ou de que se mostre ?indolente como seu tio?: ela será o que nós a ajudarmos a ser, e não aquilo que tiver recebido geneticamente.



Levando-se em conta que este terceiro fator é o mais importante na vida de uma pessoa, o que está em jogo é a felicidade de nossos filhos.



Em que consiste o esforço? Quando e como se educa uma criança?



O esforço é um motor: aquilo que nos ajuda a alcançar as metas que nos propomos e a superar os obstáculos da vida diária. Se uma criança se deixar levar só pelo que lhe apetece a cada momento, provavelmente não estudará, não ajudará em casa,... e quando se tornar  adulta não saberá enfrentar as dificuldades e contratempos.



A educação dos hábitos começa quando a criança é recém-nascida. Evidentemente, os primeiros meses consistem, sobretudo, em proporcionar seu crescimento, rodeando-a de carinho e, pouco a pouco, ajudá-la a ordenar-se: a higiene e a alimentação vão formando parte de sua vida diária, muito antes que saiba fazer uso da razão.



Entre os seis e os doze anos, ocorre o período sensitivo da educação de hábitos, propriamente dita, como a laboriosidade, a responsabilidade  etc.



Muito embora as vejamos ainda como seres indefesos ou pequenos demais, nós, os pais, precisamos nos conscientizar de que a questão não é lhes evitar o mínimo sofrimento, mas proporcionar-lhes as estratégias que as auxiliem a confrontar-se com as dificuldades que vão encontrando pela frente.



Um exemplo, dito por Enrique Orobiogoikoetxea: É melhor que a criança carregue seus próprios livros (?com a mochila no ombro?), não só por ser perfeitamente capaz de fazê-lo, mas porque são os SEUS livros.



Não sendo assim, o que parece ser uma ajuda, torna-se um obstáculo: alguém que não tenha tido oportunidades de se esforçar, carece da segurança e da auto-estima requeridas pelos desafios diários.



É preciso ter em conta que crianças e adolescentes vivem o momento presente. Custa-lhes pensar o futuro; por isso convém buscar motivações imediatas, conduzindo-as por um plano inclinado. Por exemplo, talvez um adolescente não se motive muito a ser útil pela manhã, mas esse é o caso de lembrar-lhe que, se quiser sair com seus amigos à tarde, primeiro terá que estudar durante o tempo previsto para isso.



Não é necessário, e nem faz falta, pensar em situações excepcionais para educar no esforço: levantar-se na hora, cumprir o horário, comer de tudo, arrumar a casa, terminar o que começou, praticar algum esporte... são ocasiões cotidianas para se crescer neste terreno.



A conclusão destas reflexões poderia ser, uma vez mais, que nós, pais, temos de caminhar à frente da prole: se nós nos esforçamos, os filhos se dão conta, ainda que não lhes expressemos isso, e o nosso exemplo será, para eles, o impulso que necessitam.





Patricia Gómez, Son tus hijos.





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Diante de tantos perigos que espreitam nossos filhos, no mundo real, na internet, na TV, e...







... como não podemos deixá-los isolados em uma redoma de vidro, a única forma de protegê-los é educando-os na liberdade e na responsabilidade. Mais que ensinar a pensar, a função dos pais deve consistir em motivar os filhos para que eles queiram pensar por conta própria.







1. O primeiro é agir de acordo com a verdade das coisas.



Ensinar os filhos a não se enganarem, a serem sinceros, a agirem com coerência. "Podemos conhecer a química cerebral que explica o movimento de um dedo, mas isso não explica por que esse movimento é usado ora para tocar piano, ora para apertar o gatilho" (Marcus Jacobson). E também que "não podemos baratear a verdade" (F. Suárez), desmerecendo seu valor, como se fosse época de liquidação.



2. Um segundo conselho é saber que "o treinamento é uma exclusividade da inteligência humana"

É preciso enriquecer a linguagem, fomentar o diálogo, o exercício mental de raciocinar, de defender uma causa, de ter argumentos para as próprias decisões, não bastando fazer apenas o que fazem os demais, tal qual "maria-vai-com-as-outras". Aprender a pensar é descobrir todo o imenso poder que a moda exerce no mundo e saber sair da jaula mental em que ela pode nos aprisionar. O livre pensador, ou simplesmente, o pensador, não deve sacrificar sua liberdade de pensamento no altar da moda. Sacrificar a verdade no altar da moda é uma das perversões mais nocivas do pensador. Entretanto, com demasiada freqüência encarceramos a razão na jaula da moda. Treinamento e cultivo, dado que "a terra que não é lavrada manterá dará abrolhos e espinhos, ainda que seja fértil. Assim acontece com o entendimento do homem" (Sta. Teresa de Jesus).



3. Já que é impossível nunca cometer erros, pelo menos, por utilidade e por dever, precisamos aprender com nossos erros.

Se queremos aprender a pensar, deveremos descobrir o mundo tão humano do erro. "Errar é humano", descobriram os antigos. O erro é o preço que o animal racional deve pagar.



4. Deliberar é a segunda etapa da vontade.



Seremos tanto mais inteligentes e livres quanto mais conhecermos a realidade, soubermos avaliá-la melhor e nos tornemos capazes de abrir mais caminhos. Seria um erro pensar, observa Leonardo Polo, que o homem inventou a flecha porque tinha necessidade de comer pássaros. Também o gato tem essa mesma necessidade e nem por isso inventou nada. O homem inventou a flecha porque sua inteligência descobriu a oportunidade que lhe oferecia um galho de árvore.



5. Manter aberta a nossa capacidade de dirigir a nossa conduta por valores pensados.

Temos que passar do regime do impulso irracional para o regime da inteligência. Mais que ensinar a pensar, a função dos pais deve consistir em motivar os filhos para que eles queiram pensar por conta própria. Com atitudes positivas, as meninas são capazes de devorar o mundo; com atitudes negativas, pensar parece algo cansativo; o agir, algo medíocre.



6. Ensinar a tomar decisões. A inteligência é a capacidade de resolver problemas vitais.



Não é muito inteligente quem não é capaz de decidir, mesmo que dentro de seu refúgio consiga resolver com desembaraço problemas de trigonometria. Se concordamos que educar é essencialmente crescer em liberdade e em responsabilidade, aprender a decidir com acerto resulta num dos aspectos-chave desta tarefa: quanto maior for a capacidade de decisão, mais liberdade se obterá.



7. Devemos recuperar e estimular, nas crianças, a sadia estratégia de perguntar continuamente.



As três perguntas fundamentais são: Que é isto? Por que é assim? Como você sabe disso? Aristóteles definia a ciência como "o conhecimento certo pelas causas". Então, habituar-se a formular por quês. Os pais devem estimular, motivar, comentar e promover o clima adequado para favorecer os hábitos intelectuais de seus filhos.



8. A inteligência que plantamos deve saber aprender, e, mais que isso, tem de frutificar aprendendo.



Formular perguntas que ajudem os filhos a ser mais reflexivos, a interrogar-se sobre o pensamento: Por que o homem pensa? Você já pensou por que se recorda das coisas? Pensamos enquanto dormimos? O que é que mais te faz pensar? Você consegue pensar em duas coisas diferentes ao mesmo tempo? Leonardo Polo define o homem como um ser que não somente soluciona problemas, mas que também os propõe. De fato, o ser humano progride propondo novos problemas e procurando solucioná-los.



9. A inteligência deve ser eficazmente lingüística.



Graças à linguagem, nós nos comunicamos tanto com os outros quanto com nós mesmos. A inteligência não se assemelha a uma coleção de fotografias, mas a um rio. Rio e inteligência "fluem". Nossa linguagem natural, a língua materna, é como um rio para o qual confluem milhares de afluentes. "A pena e a palavra são as armas do pensador" (JA Jauregui): aprender a pensar é aprender a manejar dois instrumentos do pensamento: a pena e a palavra (N.E.: o autor alude ao antigo uso de uma pena como instrumento de escrita).



10. Estimular a leitura e controlar o uso da TV.

Já que falamos do vôo da inteligência: trata-se de "ser mais inteligente que a TV" (Jiménez). Os livros "têm que ser obras que alimentem a inteligência sem deixar ressequido o coração. Ou seja, devem iluminar a mente com a verdade, e não submergi-la nas névoas da dúvida ou na obscuridade do erro" (F. Suárez).



11. Urge encontrar tempo para refletir, para pensar, o que é menos trabalhoso e mais barato do que outras necessidades que criamos para nós.



Sobre o sentido último da vida, das coisas, do ser humano, de Deus. Quando Unamuno disse que costumava ir passear com pastores de ovelhas para aprender a pensar, para desfazer-se de preconceitos e dogmas escolares, todos estranharam. Entretanto, Unamuno estava sendo sincero. Um pastor de ovelhas dispõe de tempo para pensar, para dar rédea solta à sua imaginação e, assim, desvelar novos horizontes filosóficos que não será visto nunca por nenhum outro filósofo.



Fernando Corominas dizia que é preciso "assentar" na mente e no coração dos filhos as coisas boas, antes que se instalem as más. É chegar antes, educar para o futuro. Sempre que nos abandonamos, retornamos à selva. E a selva de que falo metaforicamente é sem dúvida uma renúncia da inteligência.



 

Fontes:

arvo.net

aciprensa - http://www.aciprensa.com/Familia/consejoshijos.htm



Tradução: m.c. ferreira


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Criança quando bate a cabeça quase sempre é motivo de pânico para a mãe, o pai ou quem estiver por perto.



Previnir é o melhor, mas um galo ou outro será inevitável na vida de seu filho. Saiba o que fazer ao se deparar com esse acidente tão típico da infância.



A cabeça do Bebê


Os bebês geralmente ficam em locais muito altos se levarmos em conta o seu tamanho ? isso inclui o seu colo -, e uma queda fica mais perigosa. Os riscos aumentam quando eles começam a se movimentar sozinhos. Mas sabe aquela coisa de dizer que a natureza é sábia? ?A cabeça do bebê é mais resistente aos traumatismos já que, como ainda esta em crescimento, tolera melhor pequenos aumentos da pressão intracraniana?, explica o pediatra Márcio Moreira, do Hospital Israelita Albert Einstein (SP). Isso também diminui os riscos de fraturas. Por outro lado, uma lesão interna é mais difícil de ser identificada.



Moleira e o Desequilíbrio


Você sabia que a cabeça do bebê mede um terço de seu tamanho total ao nascer e atinge 50% em poucos meses? Por isso as crianças pequenas se desequilibram fácil: sua cabeça é grande e pesada em relação ao corpo. A fontanela ou moleira permite esse crescimento e se fecha entre os 12 e os 24 meses. Se houver choque nessa região, observe se a moleira incha ou afunda.



?Crianças aprendem muito rápido. Se um dia não rolavam ou ficavam em pé, no outro já conseguem. É a novidade de se sustentar e se mover que causa os desequilíbrios?, explica Carlos AugustoTakeuchi, neurologista pediátrico do Hospital Infantil Sabará (SP).



Onde mora o perigo


A intensidade da pancada é o que mais importa. No entanto, o local onde ela ocorre precisa ser levado em conta. Nos bebês, a região da moleira é uma das mais sensíveis assim como, em qualquer idade, a área atrás das orelhas, bem na lateral da cabeça. Por ali passam artérias que podem se romper, criando hematomas.





Cuidados imediatos


Tentem não entrar em pânico.A criança já vai estar assustada e acalma-la fará com que você possa avaliar melhor a situação. Tombos e trombadas fazem parte do aprendizado. Passado o susto, observe se há cortes, sangramentos ou hematomas (os famosos roxos). Você pode fazer compressa com gelo, sempre protegido por um pano, para diminuir o inchaço.



Você não pode passar pasta de dente nem colocar nada quente, pois dilata os vasos sanguíneos. Se a criança ficar bem logo, da para observa-la em casa.





As 12 horas seguintes à batida são as mais importantes, mas fique atento pelos próximos dois dias se não há nenhuma alteração de comportamento. Um estudo publicado na edição deste mês da revista Pediatrics analisou 40 mil casos e apontou que, com um pouco de observação, as tomografias e raios X em crianças que batem a cabeça poderiam ser reduzidos para a metade. Em caso de duvida, ligue para o pediatra.



Caso de Pronto-Socorro


Se o seu filho desmaiar, vomitar uma mais vezes, mostrar desorientação, continuar muito irritado depois de 15 minutos da queda, ficar muito mole e sem pique ou se o machucado não parar de sangrar, não pense duas vezes e vá ao hospital. Esses sintomas podem aparecer mesmo horas depois.



Dormir ou não dormir


As instruções não são tão rígidas assim. Você pode, sim, deixar seu filho dormir. A sonolência é normal após a batida e uma cochilada de ate 20 minutos ajuda a relaxar. O que não pode é um sono muito profundo por mais de três horas seguidas, em que a criança não acorda logo que você chama ou para mamar, no caso dos bebês.



Pergunte ao seu filho


Se ele já sabe falar, pergunte se ele esta tonto, enjoado, aonde dói, se sente sono. No caso de você não estar por perto na hora do acidente, pergunte para a pessoa que estava com ele, o que estava fazendo quando bateu a cabeça, se estava em pé, sentado, correndo, de qual altura e de onde caiu, em que parte da cabeça foi a pancada e como foram as reações de seu filho.



Prevenção, o melhor remédio


?Por esta no colchão, as pessoas acham que a cama do casal é segura, mas não é nada se a crianças estiver sozinha?, alerta Simone de Campos Vieira Abib, cirurgiã pediátrica da Unifesp e presidente da ONG Criança Segura. Berços devem ser regulados: conforme seu filho começa a ficar em pé e se apóias nas laterais posicione a grade acima da linha dos mamilos, para evitar quedas. Retire tudo que puder servir de apoio.Se ele já cresceu demais, é hora de passa-lo para a cama. Proteja escadas com grades e ensine que ele não deve subir na privada com a tampa fechada, pois ela pode se quebrar. E, por ultimo, a regra mais importante: um adulto sempre por perto atento.



Fonte: Revista Crescer


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Seu mundo é diferente do mundo dos adultos porque sua imaginação lhes oferece possibilidades muito mais criativas e inesperadas.





Um simples boneco pode voar ou ainda se transformar em um bandido famoso.



O capitão Gancho pode entrar dentro de casa a qualquer momento, exibindo seu gancho reluzente e um sorriso "papameninos" na boca. Para as nossas crianças, um personagem de histórias infantis, uma fada ou a própria "Pocahontas" são tão reais como seus amiguinhos.





Estão na idade da fantasia, onde tudo se passa dentro de uma lógica diferente da nossa, e as próprias crianças, com uma simples capa, podem se transformar em super-heróis vingativos.



Entre os 3 e 6 anos, nossos filhos se encontram numa idade em que é muito fantasioso o modo como vêem as coisas e a própria realidade. Porque vêem o mundo que os rodeia em função de seus próprios interesses, isto é, daquilo que atrai a sua atenção e do que excita a sua imaginação... Seu mundo é diferente do mundo dos adultos porque sua imaginação lhes oferece possibilidades muito mais criativas e inesperadas. Um simples boneco pode voar ou ainda se transformar em um  bandido famoso.



Nossos filhos estão em processo de crescimento, e disso faz parte o aumento da  fantasia, da criatividade e da capacidade imaginativa... De tal forma que, às vezes, esse outro mundo chega a invadir a realidade.



Uma fantasia especial

Para os meninos e meninas nessa idade, essa maneira especial de ver o mundo se denomina "pensamento mágico". Acreditam que o impossível seja possível.



Por exemplo, enquanto pequeninos, estão convencidos de que todos os seus desejos vão se realizar, sendo simplesmente uma questão de querer.



Acreditam que, pelo fato de desejarem e repetirem muitas vezes, podem fazer aparecer, na tela, mais desenhos animados...



Sua fantasia continua misturada com a realidade. Por isso, deixando-se levar pela imaginação, tendem a exagerar qualquer acontecimento ao seu redor, tanto para o bem como para o mal. Além do mais, confundem o que desejariam que acontecesse com aquilo que pode acontecer, porque ainda não sabem distinguir entre o real e o fantástico.



Simulação ou realidade



O processo de crescimento e maturidade não é nada fácil para uma criança. Pouco a pouco ela terá de se confrontar com o mundo, de se relacionar com os demais... Por tudo o que hão de passar, as crianças sentem necessidade de um mundo interior que lhes ofereça proteção e possa se transformar em um refúgio para elas.



Quando a criança brinca de imaginar, ela se transforma na pessoa todo-poderosa que não é na realidade. Inventa e transforma... um pau, por exemplo, vira um cavalo de corrida. Isto porque a fantasia é, para ela, um modo de aprender. Com a imaginação, ela cria situações novas e se põe dentro delas, como num jogo de faz-de-conta. Esta é a maneira de viver uma grande variedade de experiências: poder se transformar em mamãe, em um professor, ou em um  maestro.



E não apenas transforma um objeto em outro, mas também é capaz de transformar-se a si mesma; pode mudar de identidade, de um momento para outro, passando da ficção à realidade quantas vezes achar necessário fazê-lo, além de buscar cúmplices que participem também deste jogo fantástico.



Gênios e criativos



É conveniente que as crianças usem essa capacidade de fantasia, que brinquem muito com ela, que inventem, pintem, usem disfarces, expressem-se etc. Provavelmente serão, no futuro, pessoas muito mais criativas.



Mas precisamos também manter vigilância para intervir no momento oportuno, de modo a poderem   separar seu pensamento racional de sua imaginação, e irem assimilando a realidade tal como é.



O uso da fantasia apresenta muitas vantagens para a criança, além da função que cumpre, em seu desenvolvimento natural e em seu amadurecimento:



- A fantasia favorece a criatividade, a imaginação e a sensibilidade. Nessa idade, a criança nos surpreenderá com seus argumentos e saídas curiosas, porque está naturalmente predisposta a isso.



- A fantasia facilita a capacidade de se entreter e não se entediar. A criança é capaz de inventar mil modos de se divertir, sem necessidade de aparatos televisivos como videogames etc.



- A fantasia favorece a inteligência, por se tratar de um exercício intelectual em todos os sentidos.



Pais participativos



Nosso papel de pais deve consistir em ajudá-los a diferenciar a realidade daquilo que só existe na sua cabeça, algo fundamental para que possam ir amadurecendo. Mas a distinção entre estes dois mundos só deverá ser feita à medida que for necessário. Não precisamos ter muita pressa, pois não há mal nenhum em que, de vez em quando, as crianças se deixem levar pela sua portentosa imaginação.



Mais importante que ajudá-las a pôr os pés no chão, recorrendo a argumentos "lógicos", é que possamos participar de suas brincadeiras fantasiosas, embora, como todos sabemos, não seja lá muito fácil brincar com os nossos filhos nessa idade.



O que faz falta é tomar parte em sua fantasia e deliciar-se com um sorvete imaginário, servido em uma colher de 10 centímetros, ou agir como se fôssemos autênticos lobos, ou índios.



Resumindo...Brincar com eles:



- É preciso participar, e não apenas ser meros espectadores das brincadeiras de nossos filhos, para compartilhar com eles esse mundo mágico e fantasioso em que vivem.



- Para brincar com eles, temos de nos colocar à sua altura, o que supõe deitarmos no chão, mais de uma vez, ou comprarmos de verdade a fruta de plástico que nos oferecerem.





- O tempo deles, para brincar, deve ocupar um espaço fixo em nosso horário, transformando esses momentos em uma aventura intensa, durante a  qual não haja lugar para a pressa.



Em vez de dirigirmos suas brincadeiras, devemos ajudá-los a manifestarem sua liberdade e criatividade,  permitindo que sejam eles os protagonistas.



-  Temos de entrar em seu mundo e nos deixar envolver por sua lógica e fantasia infantil, em vez de pretender que nosso filho abdique dele para acomodar-se à realidade dos mais velhos.



Distinguir a realidade



- Aproveite os momentos em que não estiver brincando, para falar com o seu menino, como se ele fosse um homenzinho, mas sem forçar a conversa. Quando ele mudar de assunto e começar a falar de monstros, entre nessa corrente.



- Para que ele supere alguns medos causados por sua fantasia, cabe a nós darmos as razões disso. Se os leões o assustam, explicaremos que eles vivem na África, que em nossa casa é impossível entrarem, em vez de zombarmos dele.



- Você pode ir explicando, pouco a pouco, com argumentos de acordo com a idade infantil dele, que nem tudo o que ele vê na televisão se adapta à realidade.



- Podemos explicar-lhe o que é possível fazer para entrar em casa quando estamos sem as chaves. Primeiro há que propor soluções factíveis, reais, que possam ser executadas ("a titia tem uma cópia"). Depois é que o incentivaremos a usar a fantasia para saber como resolveria o problema ("se fosse o Superhomem entraria voando").





 

Por: Ricardo Regidor

Ediciones Palabra



Tradução: M. C. Ferreira


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? As crianças de 2 anos são muito alegres e quando possuem um lápis e um papel se divertem bastante.Nesta idade, porém os lápis devem ser estreitos.



? Em torno de 3 anos as crianças podem também apontar os lápis. Mas tome cuidado na hora de comprar os lápis e giz, de forma que não contenham elementos danosos para a saúde. As crianças gostam de desenhar e pintar, como também mostrar suas criações para pais e conhecidos.



? As tintas de dedo são as preferidas das maiorezinhas. Com as mãos sobre o papel estão prontas para pintar com muita alegria. Papéis mais grossos são os indicados, como também maiores.



? Gostam também de construir suas próprias casinhas. Feitas de caixa de papelão com portas e janelas de abrir e fechar. Os móveis também podem ser construídos com caixinhas. Elas mesmas podem pintá-las.



? As crianças podem fazer colares de diversos materiais. Como modelar formas para pintá-las depois.



? No segundo ano de vida podem também começar a cantar. Cantem juntos! Elas aprendem rapidamente.



? De às crianças instrumentos musicais simples e fáceis de fazer manualmente. Esses podem ser uma tampa de panela, uma colher que proporciona ritmos como também os instrumentos rítmicos industrializados: xilofone, tambor, piano elétrico.



* * Desenvolvimento da fala * *



? Com brinquedos simples o desenvolvimento das crianças pode ser estimulado. Pode-se sempre perguntar: ?Onde está...?? com essa indagação feitas sobre diversos materiais e móveis existentes na sala, ou em um livro, você ajuda elas a aprender o nome dos objetos de entorno e a conhecer o mundo à sua volta.



? Ainda que a criança não compreenda o sentido da palavra ela apreende o sentido da língua, coisas e relações observando e vivenciando.



? Quando a criança observar uma máquina de lavar roupas, por ex., você pode esclarecê-la como você faz para lavar roupa. Ponha o sabão em pó, mostre que fecha a tampa, que liga a máquina, que depois a máquina enche de água, que ela bate a roupa, enche-se de espuma, etc. Quando a máquina parar de funcionar, mostre à ela que a roupa está úmida e limpinha, que você agora irá dependurá-la para secar.



? Como outra brincadeira , você pode apontar perguntar-lhe:

- Aonde está seu nariz?

... Sua orelha... sua cabeça... seu braço... sua boca?

E assim ela vai aprender brincando.



? Nessa idade um bom brinquedo para a criança é um livro de capa e folhas duras. Ali elas podem folhear, sentir e você pode esclarecê-las sobre cada figurinha que esteja ali.



? Para que a linguagem se desenvolva converse com ela e deixe que ela tenha contato com outras crianças. Logo verá como falará e cada dia mais corretamente. Conte historinhas para elas. Gostarão de ouvir e pedirão que as repita. Você verá que um dia elas já terão até mesmo decorado a historinha e, quando você for contar, ela irá complementar.



? Um bichinho de pelúcia, pano, uma bola colorida ou brinquedos plásticos de montar. Mostre como devem fazer e elas o farão.



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? Deixar a criança de bruços (de início 1 ou 2 minutos aumentando aos poucos)

? Virar e revirar a criança na hora de trocar

? Flexionar braços e pernas

? Levantar a criança, segurando-a pelas mãos (até sentar)

? Colocar a criança no chão forrado, deitada de costas ou de bruços

? Deixar a criança segurar a mamadeira sozinha (observando a capacidade)

? Confeccionar túneis com caixas de papelão, para a criança atravessar engatinhando.

? Exploração dos sentidos, através do contato físico, estimulação através de conversas e do próprio ambiente

? Deixar brinquedos à disposição

? Tomar sol, brincar na areia, na grama

? Bater palmas, dar adeus, mandar um beijo, estender os braços, apontar

? Repetir nome de objetos e pessoas

? Conversar o mais possível com as crianças para estimular a linguagem

? Cantar canções de ninar

? Conversar sobre ações que estão sendo realizadas

? Colocar músicas suaves para repouso ou no horário das refeições ( o som deve ser baixo)

? Encaixe de figuras geométricas

? Movimentos com brinquedos (argolas de borracha, bonequinhos ou animais de material macio), colocado ao alcance das mãos da criança para que possa segurar, apertar, acariciar e/ou jogar.

? Fazer caretas, piscar, sorrir para que a criança imite

? Esconder objetos e fazer com que a criança encontre-os

? Dar papel para rasgar e amassar

? Dar revistas para a criança folhear á vontade

? Estimular a ficar em pé segurando-a nas duas mãos

? Preparação para andar: segurar a criança pela bacia ou pelos rins, fazendo com que ela vire o peito para um lado, depois para outro, com os pés encostados no chão, o corpo ligeiramente projetado para a frente

? Exercícios de enfileirar e empilhar cubos, champinhas, tirar e colocar objetos em recipientes, colocar anéis em pinos, encaixar peças

? Produzir um som, através do contato de dois objetos e fazer com que a criança reproduza-os, se não conseguir da primeira vez, ajudá-la

? Estimular a criança a conhecer as partes de seu corpo. Mostrar o nariz, colocando-se na primeira vez, o dedo no seu nariz, repetindo algumas vezes

? Soprar penas, velas, apitos, algodão, canudos.

? Deixar a criança brincar no chuveiro ou banheira, com brinquedos durante 10 a 15 minutos

? Enfiar barbantes nos carreteis

? Fazer 2 riscas no chão e colocar um brinquedo no final das riscas. Pedir à criança que caminhe dentro das linhas e olhe o brinquedo

? Passeios a diferentes locais, para que possa adquirir percepção do ambiente que a rodeia e o movimento dos objetos

? Apresentar à criança objetos sonoros para brincar (sininhos, chocalhos, etc)

? Procurar que a criança cheire o sabonete, talco ou loção na hora do banho ou na troca das fraldas.

? Utilizar alimentos de diferentes sabores (doce, salgado, azedo, ácido, amargo) para que possa desenvolver o sentido do paladar

? Colocar açúcar ao redor dos lábios

? Manusear a mão da criança e fazê-la que sinta a do adulto. Permitir-lhe que explore a face do adulto e a sua própria, assim como outras partes do corpo.

? Proporcionar o prazer das cócegas

? Colocar a criança em frente ao espelho, chamando atenção para sua imagem, movimentando seu corpo.

? Cartazes com figuras grandes e coloridas para enfeitar a sala e despertar a curiosidade da criança

? Brincar com bolas livremente

? Subir e descer escadas com auxílio

? Chamar a criança sempre pelo nome


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OBJETIVO GERAL
Criar condições que auxiliem a criança na sua formação pessoal e social e o conhecimento do mundo, promovendo a construção do saber, através de uma educação democrática, capaz de auxiliar seu desenvolvimento.


*Identidade e Autonomia

Objetivos específicos:

Experimentar e utilizar os recursos que dispõem para satisfação de suas necessidades essenciais, expressando seus desejos, sentimentos, vontades e desagrados, e agindo com progressiva autonomia.


*Movimento

Objetivos específicos:

Explorar as possibilidades de gestos e ritmos corporais para expressar-se nas brincadeiras e nas demais situações de interação.


*Linguagem Oral e Escrita

Objetivos específicos:

Participar de variadas situações de comunicação oral para interagir e expressar desejos, necessidades e sentimentos por meio da linguagem oral.


*Matemática

Objetivos específicos:

Estabelecer aproximação a algumas noções matemáticas presentes no seu cotidiano.


*Artes Visuais

Objetivos específicos:

Ampliar o conhecimento de mundo que as crianças possuem, manipulando diferentes objetos e materiais, explorando suas características, propriedades e possibilidades de manuseio e entrando em contato com formas diversas de expressão Artística.


*Música

Objetivos específicos:



Brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais.



*Natureza e Sociedade

Objetivos específicos:

Levar a criança a desenvolver sua capacidade de explorar o ambiente, para que possa se relacionar com pessoas, estabelecer contato com pequenos animais, plantas e com objetos diversos, manifestando curiosidade e interesse.


Obs: Os conteúdos a seguir estarão dentro dos eixos e temas abordados durante o decorrer do ano letivo de 2009.


ESTRATÉGIAS METODOLÓGICAS



? Cantigas na hora do banho.

? Brinquedos sonoros para ser levados ao banho, alternando o silêncio e o barulho.

? Músicas na hora de se alimentar.

? Atividades no espelho, trabalhando a expressividade de cada aluno. As crianças farão caretas, mímicas, brincarão com a própria imagem.

? Rodinhas com histórias, músicas.

? Banhos de sol.

? Empurrar caixas.

? Brincar de ?cuca achou? embaixo do lençol.

? Cobrir o rosto com paninhos.

? Diferentes texturas: proporcionando o toque de lixas, argila, papel liso, rugoso, áspero, etc...

? Imprimir com as crianças marcas gráficas utilizando o seu próprio corpo.

? Ouvir e aprender a cantar canções.

? Brincar de serra-serra-serrador.

? Rodinhas para incentivar a fala (falar o nome dos amigos).

? Expor cartazes com trabalhinhos realizados pelos alunos.

? Confecção de brinquedos com sucata.

? Contar histórias com fantoches e dedoches.

? Usar muitas cores.



AVALIAÇÃO

A avaliação será no dia a dia da sala de aula, através do desenvolvimento de várias atividades, envolvendo todos os aspectos físicos, motores e cognitivos, o qual virá auxiliar na elaboração do parecer descritivo do aluno, sendo um instrumento avaliativo flexível, permitindo contemplar com mais exatidão o desenvolvimento da criança em cada bimestre.


BIBLIOGRAFIA



Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria da Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil; Brasília: MEC/ SEF, 1998



De: Eliane Pera

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                                                               CD HAPPY KIDS

De: Adirene Santos

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Ouvir música, aprender uma canção, brincar de roda, realizar brinquedos rítmicos, são
atividades que despertam, estimulam e desenvolvem o gosto pela atividade musical,
além de propiciar a vivência de elementos estruturais dessa linguagem.
A criança através da brincadeira relaciona
é dessa forma que faz música: brincando. Receptiva e curiosa, ela pesquisa materiais
sonoros, descobre instrumentos, inventa melodias e ouve com prazer a música de
todos os povos.
Cantando, tocando ou dançando, a música de boa qualidade proporciona diversos
benefícios para as crianças e é uma grande aliada no desenvolvimento saudável da
criançada.
De forma ativa e contínua, a aprendizagem musical integra prática, reflexão e
conscientização, encaminhando a experiência para níveis cada vez mais elaborados.
A música tem ainda o dom de aproximar as pessoas. A criança que vive em contato
com a música aprende a conviver melhor com outras crianças e estabelece um meio de
se comunicar muito mais harmonioso. A música torna toda criança mais feliz.
?se com o mundo que a cada dia descobre e
Adriana Dalla Bernardina Furtado de Lemos
Psicopedagoga da Jeito de Ser Educação Infantil


 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 01h39 PM
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A Proposta Pedagógica e a Avaliação



1º- A avaliação faz parte da proposta pedagógica, não é um apêndice, uma finalização, não vem do além.

2º-A proposta pedagógica é o documento maior da instituição; tal proposta reúne textos advindos de decisões coletivas.

3º- Decisões coletivas sobre organização curricular, perfil do educador, objetivos dos educandos, concepção de área, implantação da pedagogia de projetos etc.

4º- A organização curricular, que contém toda e qualquer ação da escola, é o eixo central da proposta pedagógica. O currículo é o mapeamento dos procedimentos e operacionalização sistematizada da prática pedagógica.

5º- O currículo é o fenômeno histórico, expressa a organização dos saberes e traduz a prática, descreve a concretização das funções da própria escola e a forma de tratá-los no cotidiano.

6º- A essência do currículo é a concepção teórica que embasa a prática pedagógica. Sendo assim, currículo e ação, caminho, trajetória construída coletivamente em suas ações, por mais simples que possa parecer.

7º- Para definir a concepção teórica e os pressupostos filosóficos que embasam a prática, é preciso ter um clara visão de "homem", ou seja: que homem queremos construir na escola.

8º- A visão de homem traz à tona a bordagem de ensino que a embasa, chegando à concepção de ensino.

9º- Só é possível pensar em avaliação quando a escola tem clareza da visão de homem que pretende construir.

10º-A identidade da escola é fortalecida quando tem uma proposta real, concebendo a avaliação de forma coerente com seu referencial teórico, aliando ao currículo as decisões tomadas sobre a escola. Currículo e conhecimento moram juntos, pois o currículo relaciona-se com o processo pelo qual o educando aprende.



Fonte: Avaliação Nossa de Cada Dia (Editora Rideel)


 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 01h33 PM
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Berçário...Tranquilize os pais

Esta é uma sugestão de bilhetinho para colar na agenda.
Adaptação no berçário
O período conhecido como de adaptação da criança ao berçário é de suma importância na vida do bebê e merece todo cuidado da direção e de toda a equipe da escola.
Ficar em no berçário, sem chorar (nem sofrer), envolve muitos fatores e, basicamente, os sentimentos de duas pessoas: mãe e filho.
O comportamento expresso pela criança durante esse período indica o estado emocional, resultado e resultante de uma série de sentimentos desenvolvidos desde os primeiros meses de vida até o seu ingresso no berçário, sendo o produto de sua relação com a mãe, e é, simultaneamente, influenciado a partir daí pelos sentimentos desta, relacionados ao significado que possa ter para ela a separação de seu filho, com a consequente entrega dele à terceiros (escola/berçário).
É importante que a mãe tenha confiança na escola escolhida e conte com o apoio da equipe profissional que lhe dará condições psicológicas e emocionais necessárias para que a criança se sinta segura, permanecendo assim, por um certo período do dia afastada da mãe. A criança em poucos dias sentir-se-á segura aceitando o novo ambiente e pessoas com quem terá convívio.
Durante o ano desenvolveremos uma relação muito próxima, não só com a criança, como também com a família.
Sobre os cuidados com a alimentação, soninho, banho e bem estar geral, todos os dias é possível acompanhar através da agenda.


 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 01h22 PM
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Invenção de Histórias







1-
Desenvolver a imaginação e o pensamento lógico.

2- Possibilitar o desenvolvimento da linguagem oral.

3- Promover o enriquecimento do vocabulário.

4- Favorecer o ajustamento sócioemocional.







COMO LEVAR A CRIANÇA A CONTAR HISTÓRIAS



O professor desde o início das aulas deve contar histórias porque a criança só aprende a contá-las ouvindo-as muitas vezes, adquirindo assim os meios para inventar outras. Variadas experiências, pois, devem ser dadas à criança, tornando-a apta para realizar este trabalho.

Nas classes mais adiantadas surgem outras habilidades de narração. A criança preocupa-se mais com os pormenores, apresenta desfecho mais interessante, mostra-se mais desembaraçada e natural, sua linguagem é mais precisa e clara e sua voz mais agradável.

Ouvir e contar histórias, por ser uma atividade sumamente agradável à criança, leva-a não só a aprimorar essa linguagem, como também a perceber que toda história tem início, desenvolvimento e desfecho. Propiciar vasto material para a criança observar e, assim, gradativamente, encontrar um estilo pessoal, todo seu.

O professor deverá incentivá-la neste propósito, valorizando sempre sua maneira de narrar: introdução de uma idéia original, a estruturação bem feita das frases, o desfecho feliz que criou para sua história.

Só aí então é que a criança vai criar suas histórias próprias.

Deve ainda o professor criar um clima propício na sala de aula para a "Hora da História".



RECURSOS PARA INVENÇÃO DE HISTÓRIAS



a. Leitura de cantos e poemas;

b. Desenhos da própria criança;



c. Gravuras:

* de um só quadro;

* de quadro de sequências;

* de quadro diferentes;



d. Frases ou orações sugestivas que iniciem a história;

_ "Era uma menina teimosa. Um dia..."

_ "Bolinha, o cãozinho de Luís, saiu correndo e de repente parou..."



e. Frases ou orações que terminem a história:



" E de outra vez, tenham cuidado, pois o perigo sempre acompanha os imprudentes e castiga os de mau coração."



" Ouviu-se um estrondo. O palácio sumiu. Desapareceram os trajes luxuosos e tudo voltou ao que era. Era tudo um sonho."



" Marido e mulher viveram felizes, durante muitos anos naquelas magnífica casa, sem desejar nada melhor!"



"É um espetáculo que vista uma vez nunca mais esquece."



f. Palavras que dêem origem a histórias. Começar com quatro, três, duas, e por último uma só palavra. Assim:



noite - chuva - fazenda - medo

pescador - barco - ilha - chuva

foguete - astronauta - lua

órfão - fábrica - recompensa

criança - fome - pão

papai - presente

fazenda
Fonte: Escola em Ação


 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 01h15 PM
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Lei Federal

Legislação Atualizada e Comentada

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LEI 9394



LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996



Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.



O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:



TÍTULO I



Da Educação



Art. 1º A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais.



§ 1º Esta Lei disciplina a educação escolar, que se desenvolve, predominantemente, por meio do ensino, em instituições próprias.



§ 2º A educação escolar deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social.



TÍTULO II



Dos Princípios e Fins da Educação Nacional



Art. 2º A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.



Art. 3º O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:



I ? igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;



II ? liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber;



III ? pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas;



IV ? respeito à liberdade e apreço à tolerância;



V ? coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;



VI ? gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais;



VII ? valorização do profissional da educação escolar;



VIII ? gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos sistemas de ensino;



IX ? garantia de padrão de qualidade;



X ? valorização da experiência extra-escolar;



XI ? vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.



TÍTULO III



Do Direito à Educação e do Dever de Educar



Art. 4º O dever do Estado com educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de:



I ? ensino fundamental, obrigatório e gratuito, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria;



II ? progressiva extensão da obrigatoriedade e gratuidade ao ensino médio;



III ? atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com necessidades especiais, preferencialmente na rede regular de ensino;



IV ? atendimento gratuito em creches e pré-escolas às crianças de zero a seis anos de idade;



V ? acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um;



VI ? oferta de ensino noturno regular, adequado às condições do educando;



VII ? oferta de educação escolar regular para jovens e adultos, com características e modalidades adequadas às suas necessidades e disponibilidades, garantindo-se aos que forem trabalhadores as condições de acesso e permanência na escola;



VIII ? atendimento ao educando, no ensino fundamental público, por meio de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde;



IX ? padrões mínimos de qualidade de ensino, definidos como a variedade e quantidade mínimas, por aluno, de insumos indispensáveis ao desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem.



Art. 5º O acesso ao ensino fundamental é direito público subjetivo, podendo qualquer cidadão, grupo de cidadãos, associação comunitária, organização sindical, entidade de classe ou outra legalmente constituída, e, ainda, o Ministério Público, acionar o Poder Público para exigi-lo.



§ 1º Compete aos Estados e aos Municípios, em regime de colaboração, e com a assistência da União:



I ? recensear a população em idade escolar para o ensino fundamental, e os jovens e adultos que a ele não tiveram acesso;



II ? fazer-lhes a chamada pública;



III ? zelar, junto aos pais ou responsáveis, pela freqüência à escola.



§ 2º Em todas as esferas administrativas, o Poder Público assegurará em primeiro lugar o acesso ao ensino obrigatório, nos termos deste artigo, contemplando em seguida os demais níveis e modalidades de ensino, conforme as prioridades constitucionais e legais.



§ 3º Qualquer das partes mencionadas no caput deste artigo tem legitimidade para peticionar no Poder Judiciário, na hipótese do § 2º do art. 208 da Constituição Federal, sendo gratuita e de rito sumário a ação judicial correspondente.



§ 4º Comprovada a negligência da autoridade competente para garantir o oferecimento do ensino obrigatório, poderá ela ser imputada por crime de responsabilidade.



§ 5º Para garantir o cumprimento da obrigatoriedade de ensino, o Poder Público criará formas alternativas de acesso aos diferentes níveis de ensino, independentemente da escolarização anterior.



Art. 6º É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula dos menores, a partir dos sete anos de idade, no ensino fundamental.



Art. 6o É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula dos menores, a partir dos seis anos de idade, no ensino fundamental. (Redação dada pela Lei nº 11.114, de 2005)



Art. 7º O ensino é livre à iniciativa privada, atendidas as seguintes condições:



I ? cumprimento das normas gerais da educação nacional e do respectivo sistema de ensino;



II ? autorização de funcionamento e avaliação de qualidade pelo Poder Público;



III ? capacidade de autofinanciamento, ressalvado o previsto no art. 213 da Constituição Federal.



TÍTULO IV



Da Organização da Educação Nacional



Art. 8º A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão, em regime de colaboração, os respectivos sistemas de ensino.



§ 1º Caberá à União a coordenação da política nacional de educação, articulando os diferentes níveis e sistemas e exercendo função normativa, redistributiva e supletiva em relação às demais instâncias educacionais.



§ 2º Os sistemas de ensino terão liberdade de organização nos termos desta Lei.



Art. 9º A União incumbir-se-á de: (Regulamento)



I ? elaborar o Plano Nacional de Educação, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios;



II ? organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais do sistema federal de ensino e o dos Territórios;



III ? prestar assistência técnica e financeira aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios para o desenvolvimento de seus sistemas de ensino e o atendimento prioritário à escolaridade obrigatória, exercendo sua função redistributiva e supletiva;



IV ? estabelecer, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, competências e diretrizes para a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio, que nortearão os currículos e seus conteúdos mínimos, de modo a assegurar formação básica comum;



V ? coletar, analisar e disseminar informações sobre a educação;



VI ? assegurar processo nacional de avaliação do rendimento escolar no ensino fundamental, médio e superior, em colaboração com os sistemas de ensino, objetivando a definição de prioridades e a melhoria da qualidade do ensino;



VII ? baixar normas gerais sobre cursos de graduação e pós-graduação;



VIII ? assegurar processo nacional de avaliação das instituições de educação superior, com a cooperação dos sistemas que tiverem responsabilidade sobre este nível de ensino;



IX ? autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar e avaliar, respectivamente, os cursos das instituições de educação superior e os estabelecimentos do seu sistema de ensino.



§ 1º Na estrutura educacional, haverá um Conselho Nacional de Educação, com funções normativas e de supervisão e atividade permanente, criado por lei.



§ 2° Para o cumprimento do disposto nos incisos V a IX, a União terá acesso a todos os dados e informações necessários de todos os estabelecimentos e órgãos educacionais.



§ 3º As atribuições constantes do inciso IX poderão ser delegadas aos Estados e ao Distrito Federal, desde que mantenham instituições de educação superior.



Art. 10. Os Estados incumbir-se-ão de:



I ? organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino;



II ? definir, com os Municípios, formas de colaboração na oferta do ensino fundamental, as quais devem assegurar a distribuição proporcional das responsabilidades, de acordo com a população a ser atendida e os recursos financeiros disponíveis em cada uma dessas esferas do Poder Público;



III ? elaborar e executar políticas e planos educacionais, em consonância com as diretrizes e planos nacionais de educação, integrando e coordenando as suas ações e as dos seus Municípios;



IV ? autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar e avaliar, respectivamente, os cursos das instituições de educação superior e os estabelecimentos do seu sistema de ensino;



V ? baixar normas complementares para o seu sistema de ensino;



VI ? assegurar o ensino fundamental e oferecer, com prioridade, o ensino médio.



VII ? assumir o transporte escolar dos alunos da rede estadual. (Incluído pela Lei nº 10.709, de 31.7.2003)



Parágrafo único. Ao Distrito Federal aplicar-se-ão as competências referentes aos Estados e aos Municípios.



Art. 11. Os Municípios incumbir-se-ão de:



I ? organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino, integrando-os às políticas e planos educacionais da União e dos Estados;



II ? exercer ação redistributiva em relação às suas escolas;



III ? baixar normas complementares para o seu sistema de ensino;



IV ? autorizar, credenciar e supervisionar os estabelecimentos do seu sistema de ensino;



V ? oferecer a educação infantil em creches e pré-escolas, e, com prioridade, o ensino fundamental, permitida a atuação em outros níveis de ensino somente quando estiverem atendidas plenamente as necessidades de sua área de competência e com recursos acima dos percentuais mínimos vinculados pela Constituição Federal à manutenção e desenvolvimento do ensino.



VI ? assumir o transporte escolar dos alunos da rede municipal. (Incluído pela Lei nº 10.709, de 31.7.2003)



Parágrafo único. Os Municípios poderão optar, ainda, por se integrar ao sistema estadual de ensino ou compor com ele um sistema único de educação básica.



Art. 12. Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de:



I ? elaborar e executar sua proposta pedagógica;



II ? administrar seu pessoal e seus recursos materiais e financeiros;



III ? assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aula estabelecidas;



IV ? velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente;



V ? prover meios para a recuperação dos alunos de menor rendimento;



VI ? articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a escola;



VII ? informar os pais e responsáveis sobre a freqüência e o rendimento dos alunos, bem como sobre a execução de sua proposta pedagógica.



VIII ? notificar ao Conselho Tutelar do Município, ao juiz competente da Comarca e ao respectivo representante do Ministério Público a relação dos alunos que apresentem quantidade de faltas acima de cinqüenta por cento do percentual permitido em lei.(Inciso incluído pela Lei nº 10.287, de 20.9.2001)



Art. 13. Os docentes incumbir-se-ão de:



I ? participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;



II ? elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;



III ? zelar pela aprendizagem dos alunos;



IV ? estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento;



V ? ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidos, além de participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional;



VI ? colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade.



Art. 14. Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com as suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios:



I ? participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola;



II ? participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes.



Art. 15. Os sistemas de ensino assegurarão às unidades escolares públicas de educação básica que os integram progressivos graus de autonomia pedagógica e administrativa e de gestão financeira, observadas as normas gerais de direito financeiro público.



Art. 16. O sistema federal de ensino compreende:



I ? as instituições de ensino mantidas pela União;



II ? as instituições de educação superior criadas e mantidas pela iniciativa privada;



III ? os órgãos federais de educação.



Art. 17. Os sistemas de ensino dos Estados e do Distrito Federal compreendem:



I ? as instituições de ensino mantidas, respectivamente, pelo Poder Público estadual e pelo Distrito Federal;



II ? as instituições de educação superior mantidas pelo Poder Público municipal;



III ? as instituições de ensino fundamental e médio criadas e mantidas pela iniciativa privada;



IV ? os órgãos de educação estaduais e do Distrito Federal, respectivamente.



Parágrafo único. No Distrito Federal, as instituições de educação infantil, criadas e mantidas pela iniciativa privada, integram seu sistema de ensino.



Art. 18. Os sistemas municipais de ensino compreendem:



I ? as instituições do ensino fundamental, médio e de educação infantil mantidas pelo Poder Público municipal;



II ? as instituições de educação infantil criadas e mantidas pela iniciativa privada;



III ? os órgãos municipais de educação.



Art. 19. As instituições de ensino dos diferentes níveis classificam-se nas seguintes categorias administrativas: (Regulamento)



I ? públicas, assim entendidas as criadas ou incorporadas, mantidas e administradas pelo Poder Público;



II ? privadas, assim entendidas as mantidas e administradas por pessoas físicas ou jurídicas de direito privado.



Art. 20. As instituições privadas de ensino se enquadrarão nas seguintes categorias: (Regulamento)



I ? particulares em sentido estrito, assim entendidas as que são instituídas e mantidas por uma ou mais pessoas físicas ou jurídicas de direito privado que não apresentem as características dos incisos abaixo;



II ? comunitárias, assim entendidas as que são instituídas por grupos de pessoas físicas ou por uma ou mais pessoas jurídicas, inclusive cooperativas de professores e alunos que incluam na sua entidade mantenedora representantes da comunidade;



II ? comunitárias, assim entendidas as que são instituídas por grupos de pessoas físicas ou por uma ou mais pessoas jurídicas, inclusive cooperativas de pais, professores e alunos, que incluam em sua entidade mantenedora representantes da comunidade; (Redação dada pela Lei nº 11.183, de 2005)



III ? confessionais, assim entendidas as que são instituídas por grupos de pessoas físicas ou por uma ou mais pessoas jurídicas que atendem a orientação confessional e ideologia específicas e ao disposto no inciso anterior;



IV ? filantrópicas, na forma da lei.



TÍTULO V



Dos Níveis e das Modalidades de Educação e Ensino



CAPÍTULO I



Da Composição dos Níveis Escolares



Art. 21. A educação escolar compõe-se de:



I ? educação básica, formada pela educação infantil, ensino fundamental e ensino médio;



II ? educação superior.



CAPÍTULO II



DA EDUCAÇÃO BÁSICA



Seção I



Das Disposições Gerais



Art. 22. A educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores.



Art. 23. A educação básica poderá organizar-se em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não-seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios, ou por forma diversa de organização, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar.



§ 1º A escola poderá reclassificar os alunos, inclusive quando se tratar de transferências entre estabelecimentos situados no País e no exterior, tendo como base as normas curriculares gerais.



§ 2º O calendário escolar deverá adequar-se às peculiaridades locais, inclusive climáticas e econômicas, a critério do respectivo sistema de ensino, sem com isso reduzir o número de horas letivas previsto nesta Lei.



Art. 24. A educação básica, nos níveis fundamental e médio, será organizada de acordo com as seguintes regras comuns:



I ? a carga horária mínima anual será de oitocentas horas, distribuídas por um mínimo de duzentos dias de efetivo trabalho escolar, excluído o tempo reservado aos exames finais, quando houver;



II ? a classificação em qualquer série ou et

 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 01h14 PM
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Antes de começar esta postagem gostaria de dar os devidos créditos. O livro Dificuldades de Aprendizagem da editora Grupo Cultural é um excelente instrumento de trabalho para nós educadores. Tenho destacado aqui no blog os assuntos que acho mais relevantes ao cotidiano escolar, com o intuito de colaborar com os colegas e espero que estejam gostando.

Um beijinho carinhoso e aproveitem!



Seguem as estratégias:



* Sentar a criança numa área silenciosa.



* Sentar a criança perto de alguém que seja um bom modelo a seguir.



* Sentar a criança próxima de um colega que possa apoiá-la na aprendizagem.



* Orientar a atenção da criança na tarefa que será iniciada. É importante ajudá-la a descobrir e selecionar a informação mais importante, organizá-la e sistematizá-la.



* É necessário dar a ela regras consistentes sobre o que deve fazer; as instruções devem ser parceladas.Em alguns casos é conveniente enumerar as instruções para que seja mais fácil para segui-las.



* As rotinas de trabalho devem ser claras.



* Não é conveniente fazer atividades com limites de tempo. Isto pode favorecer condutas impulsivas.



* Permitir um tempo extra para completar seus trabalhos.



* Encurtar períodos de trabalho de modo a coincidirem com os seus períodos de atenção.



* Dividir os trabalhos que lhes sejam dados em partes menores do modo que elas possam completá-lo.



* Dar assistência à criança para que ela se coloque metas a curto prazo.



* Entregar os trabalhos um de cada vez.



* Exigir delas menos respostas corretas que do restante da turma.



* Reduzir a quantidade de deveres de casa.



* Dar instruções tanto orais com escritas.



* Dar instruções claras e concisas.



* Tentar envolver a criança na apresentação dos temas.



* Estabelecer sinais secretos entre a criança e o professor para poder fazê-lo notar quando está começando a se distrair.



* É importante que estas crianças estejam em ambientes de trabalho motivantes, com tarefas que sejam significativas para elas.




 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 01h12 PM
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Matéria publicada no site da UDEMO - Sindicato de Especialistas em Educação do Magistério Oficial do Estado de São Paulo, de autoria de Luiz Gonzaga de Oliveira Pinto - Revista Pedagógica - Elaborando o Projeto Pedagógico


1 - Para construir o Projeto Pedagógico é preciso que direção, professores, funcionários, alunos e pais saibam o que ele significa. Para as escolas que ainda têm dúvidas na elaboração do seu Projeto Pedagógico, ressaltamos que a leitura e discussão desse artigo pelos professores, no primeiro dia de planejamento, contribuirá para a compreensão do tema.
2 - O Projeto Pedagógico é a intenção de a escola e seus profissionais realizarem um trabalho de qualidade. Ele será o resultado de reflexões e questionamentos de seus profissionais sobre o que é a escola hoje e o que poderá a vir a ser.Visa, pois, a inovar a prática pedagógica da escola e elevar a qualidade do ensino.


3 - O Projeto Pedagógico não começa de uma só vez, e não nasce pronto. Não é obra exclusiva do diretor, ou do professor coordenador, mas sim de um grupo que engloba, no início, coordenação, direção e corpo docente. Com o tempo, incluirá todo o coletivo escolar.


4 - Durante a construção do Projeto Pedagógico, os educadores explicitam seus propósitos, apontam metas e objetivos comuns, vislumbrando caminhos para melhorar a atuação da escola. O Projeto Pedagógico confere identidade à escola como uma instituição que tem personalidade própria, por refletir o pensamento do seu coletivo.


5 - Na construção do Projeto Pedagógico, a escola deve levar em consideração as práticas e necessidades da comunidade escolar, as diretrizes nacionais, e as normas, regulamentos e orientações curriculares e metodológicas do seu sistema. No nosso caso, esse sistema é o estadual.


6 - O Projeto Pedagógico é, ao mesmo tempo, um dever e um direito da escola. Deve ser um instrumento democrático, abrangente e duradouro.


7 - Os princípios, nos quais se baseia o Projeto Pedagógico, são: garantia do acesso e permanência, com sucesso, do aluno na escola; gestão democrática; valorização dos profissionais da educação; qualidade do ensino;organização e integração curricular; integração escola/família/comunidade; autonomia.

Esses princípios estão todos interligados: alunos de escolas que contam com a participação dos pais apresentam melhor rendimento e menor taxa de evasão. Escolas que se articulam com a comunidade geralmente oferecem uma educação de melhor qualidade aos seus alunos.
A integração escola/comunidade, por sua vez, será sempre decorrência de uma gestão democrática, ou seja, a abertura e o incentivo, proporcionados pela direção, para a participação dos vários segmentos da comunidade na vida escolar.
Na medida em que a escola se democratiza, coloca em discussão com a sua comunidade o que vem realizando. Disso resulta uma certa autonomia, principalmente para as ações pedagógicas. Todavia, autonomia não é sinônimo de soberania, uma vez que a unidade escolar pertence, e se vincula, a um determinado sistema.


8 - Há três fases bem definidas na construção do Projeto Pedagógico:

1ª fase - Diagnóstico: Como é a nossa escola? Nessa fase, vamos levantar informações sobre o trabalho que a escola vem realizando, ou seja, a sua prática pedagógica. A comunidade escolar vai analisar e debater esses dados, sugerindo medidas para as eventuais alterações.

O que fazer?


Nesta fase, a escola coletará dados sobre sua realidade, e irá analisá-los, do ponto de vista qualitativo e quantitativo: tanto os que significam dificuldades, quanto os que representam sucesso.

Como fazer?


A partir do trabalho que a escola vem realizando, seus membros farão uma série de questionamentos, entre os quais:
- Como é o contexto sócio-político-econômico da escola?
- Qual tem sido a função da nossa escola?
- Como tem sido a participação dos pais na vida da escola?
- Que resultados a nossa escola está apresentando para a sociedade?
- Como nossa escola tem considerado os alunos, na relação ensino-aprendizagem?

Na fase do diagnóstico, a escola identificará os recursos humanos e financeiros disponíveis. É preciso saber como a escola funciona, como o processo pedagógico é acompanhado e avaliado.


Muitas vezes, a escola está fragilizada por culpa de uma gestão inadequada; outras vezes, por falta de recursos; outras, ainda, por falta ou despreparo de seus profissionais.
Na medida em que vamos coletando informações, para conhecermos nossos problemas, vamos também encontrando soluções para eles.

Ao se conhecer as pessoas e o funcionamento da escola, começa-se a observar que há em cada segmento da comunidade escolar (professores, funcionários, alunos, pais) o desejo de mudar alguma coisa, visando melhorar o desempenho da escola. Os serventes gostariam que ela fosse mais limpa; os funcionários da secretaria, que a documentação estivesse em melhor ordem; os professores, que houvesse mais disciplina e melhor organização, facilitando seu trabalho em sala de aula. Como todos desejam alguma coisa, falta apenas articular esses desejos, com o fim de construir-se uma proposta capaz de mudar os rumos da escola.


O diagnóstico da escola será feito, considerando-se os seus aspectos pedagógicos, administrativos, financeiros e jurídicos.No aspecto pedagógico, deverão ser analisados: proposta pedagógica (objetivos e conteúdos, metodologias de ensino e processos de avaliação); faixas etárias, posição social, necessidades e valores dos alunos; dados sobre repetência e evasão; relação idade/série; estratégias para recuperação dos alunos com menor ou baixo rendimento escolar; valorização dos profissionais da educação.


No aspecto administrativo, recursos materiais e humanos; composição das equipes; nível de organização da escola; qualificação e atualização dos professores.
No aspecto financeiro, recursos disponíveis; necessidades e carências; formas de aplicação das verbas, tendo-se como prioridade o processo ensino-aprendizagem.


No aspecto jurídico, a relação que a escola mantém com a sociedade e com as várias instâncias do seu sistema de ensino; a sua autonomia, dentro dos princípios da legalidade, e com responsabilidade.


As estratégias para esse diagnóstico irão variar, de acordo com a realidade de cada escola. Sugere-se: análise da evolução das matrículas; índices de aprovação, reprovação e evasão; situação sócio-econômica das famílias; análise e interpretação de avaliações externas- SARESP, SAEB, ENEM-; análise de estudos sobre a situação da educação básica; ciclos de debates com a comunidade, destacando-se a realidade de cada escola.

2ª Fase - Que identidade a escola quer construir ?Não basta apenas a escola realizar seu diagnóstico. Após avaliar-se, ela precisa buscar uma fundamentação que oriente a ação conjunta dos seus segmentos. A prática precisa estar sustentada em uma teoria.O que fazer?
Nessa fase, será fundamental levantar as concepções que o coletivo tem do trabalho pedagógico, visando propor inovações no cotidiano escolar. É preciso conhecer o que cada segmento pensa a respeito da educação, a fim de estabelecer uma linha de ação que o coletivo considere prioritária para o trabalho escolar.

Como fazer?Fazer sempre através do questionamento de todos a respeito de suas concepções: Que tipo de sociedade nossa escola quer? Que cidadão nossa escola deseja formar? O que entendemos por educação? Que escola pretendemos construir? Como concebemos a gestão escolar? Qual é a nossa compreensão de currículo? Qual será a missão da nossa escola? Qual é a visão da nossa escola sobre avaliação? Como nossa escola encara a questão metodológica? Que tipo de relação nossa escola quer manter com a comunidade local? Que tipo de profissional temos e qual queremos? De que profissionais precisamos?

Das respostas a essas questões resultará um posicionamento político- pedagógico, o que levará a uma definição das concepções e ações a serem compartilhadas pelos seus autores. Portanto, a identidade, a "cara" da escola, resultará dessas concepções, o que, de alguma forma, unificará o trabalho do coletivo.

3ª fase- Como executar as ações definidas pelo coletivo?
Uma vez estabelecidas as concepções do coletivo, é preciso definir:- as prioridades da escola;- as ações que a escola irá desenvolver;- as pessoas que irão realizá-las.

É nessa fase que a escola irá definir a maneira pela qual superará os desafios do seu cotidiano, discutindo e aproveitando as propostas apresentadas pelos participantes. É necessário identificar os segmentos que vão realizar as ações que representam o desejo do coletivo.


Muitas dessas ações, de cunho pedagógico, serão realizadas, evidentemente, pela direção, coordenação e corpo docente.Outra questão importante nesta fase é saber se as soluções apontadas são criativas, realistas, e se serão capazes de superar as dificuldades identificadas pelo coletivo.

A necessidade de avaliação permanente
A constante avaliação do Projeto Pedagógico é a garantia do seu sucesso.É essa avaliação que vai identificar os rumos que a escola vem tomando. Considerando as diversas funções da avaliação, seria interessante responder às seguintes indagações: Em que medida os desafios foram atendidos, no Projeto Pedagógico? Quais os novos desafios que estão surgindo no percurso? As ações propostas foram desenvolvidas? Quais são os seus efeitos?

Também será importante definir formas claras de acompanhamento e avaliação das ações, assim como os segmentos que ficarão responsáveis por elas. O acompanhamento do Projeto Pedagógico deverá ter por base os dados obtidos, possibilitando à escola a análise dos resultados de seus esforços, fazendo com que eventuais problemas possam ser resolvidos, enquanto ainda é tempo de resolvê-los.Assim, as três perguntas que guiaram toda a discussão: Como é a nossa escola? Que identidade nossa escola quer construir? Como executar as ações definidas pelo coletivo? - são orientadoras do Projeto Pedagógico e devem ser objeto do processo de avaliação.


9 - Articulação do Projeto com a prática pedagógica
Até o momento, os colegas observaram que o coletivo mergulhou numa série de questionamentos, com vistas à mudança de rumos na unidade escolar. Agora, esses questionamentos servirão de base para a organização pedagógica da escola.A escola pública necessita de uma gestão que, partindo da construção do Projeto Pedagógico, crie condições para que ela possa alcançar sua finalidade, concretizando sua função social: promoção da cidadania, o desenvolvimento pleno e o sucesso dos alunos.
Para que isso seja possível, a escola necessita de um Planejamento, onde organizará seu trabalho e sua prática pedagógica, de modo que as ações implementadas se articulem, promovendo uma educação de qualidade, conforme o proposto, pelo coletivo, no Projeto Pedagógico.


10- Revendo o cotidiano escolar
Ao tempo em que não se falava da construção do Projeto Pedagógico, o Planejamento caracterizava-se por uma atividade quase burocrática: a elaboração dos programas que cada professor iria desenvolver ao longo do ano.A partir do momento em que as escolas voltaram-se para a construção do Projeto Pedagógico, o Planejamento passou a incluir uma profunda reflexão na montagem dos conteúdos programáticos.Assim, é preciso termos clareza de que a relação entre o Projeto Pedagógico e o Planejamento é bem próxima, embora tenham eles significados distintos:

- O Projeto Pedagógico busca a construção da identidade da escola; estabelece seu direcionamento; almeja o comprometimento da comunidade escolar com uma visão comum e compartilhada de educação. É, portanto, o norteador de todas as práticas da escola;

- O Planejamento é o processo de uma ação organizada que pretende transformar a escola. Ele tem diferentes abordagens em diferentes partes do país. No sistema escolar público do Estado de São Paulo, recebe a denominação de Plano de Gestão.


11- A função social da escola pública
Para que a gestão do trabalho na escola pública ocorra de forma organizada, é necessário ter-se clareza da sua função social, da sua missão, dos objetivos estratégicos que precisam ser desenvolvidos a fim de que os planos de ação assegurem o sucesso da escola. Algumas definições:

Missão define o que a escola é hoje, seu propósito, e como se pretende atuar no seu dia-a-dia. Sintetiza a identidade da escola, sua função social orientando a tomada de decisões e garantindo a unidade e o comprometimento de todos na ação pedagógica. Assim, nossa escola tem por MISSÃO: um ensino de qualidade, garantindo o acesso e permanência dos alunos, formando cidadãos críticos e participantes, capazes de agir para transformar a sociedade.

Objetivos Estratégicos São situações que a escola pretende atingir num certo prazo. Indicam áreas nas quais a escola concentrará suas preocupações. Refletem as suas prioridades. Representam a escola que temos e definem a escola que queremos construir: melhorando e fortalecendo o relacionamento escola/comunidade; diminuindo o índice geral de reprovação e evasão; promovendo a qualificação dos professores e funcionários; incentivando a convivência democrática na escola.A partir da MISSÃO e dos OBJETIVOS ESTRATÉGICOS, definidos pela comunidade escolar, é preciso elaborar o Plano de Ação.

Plano de Ação


PLANO DE AÇÃO é o documento que apresenta a forma de operacionalização e de implementação de todas as ações planejadas. Deve conter, no mínimo, as METAS OU OBJETIVOS ESPECÍFICOS, a justificativa, as ações ou estratégias de ações, os responsáveis pela implementação das ações, o período em que elas vão acontecer e os recursos materiais e humanos necessários para a execução dessas ações ou estratégias.

METAS ou OBJETIVOS - Justificativa das Ações - Estratégias - Responsáveis - Período - Recursos

O que fazer?Por que fazer?Como fazer?Quem vai fazer?Quando?Com que fazer?

O QUE SÃO METAS?METAS explicitam os resultados que a escola espera obter após a implementação das AÇÕES. Podem ser mensuradas; podem ser vinculadas a um determinado período de tempo. Por exemplo, aumentar em 20%, até o fim do ano, o índice de aprovação dos alunos da 5ª série.

Pode haver mais de uma META para alcançar um OBJETIVO ESTRATÉGICO. Exemplo: OBJETIVO ESTRATÉGICO= fortalecer a participação dos pais na escola. META 1 - promover pelo menos duas atividades esportivas com os pais das oitavas séries; META 2- desenvolver pelo menos uma ação pedagógica com pais das primeiras séries do ensino fundamental.


12 - O envolvimento de todos

A construção e a implementação dos planos de ação devem ser compartilhadas por todos os segmentos da escola. Nem todos farão tudo, mas é importante que todos tenham acesso às informações sobre o planejamento e o acompanhamento das ações, evitando-se que alguns pensem e outros façam, sem saber por que o fazem.


13 - Características organizacionais que favorecem o sucesso da escola


14 - Relação do Projeto Pedagógico com o Regimento EscolarAs escolas trabalham com grupos heterogêneos.
Muitas vezes, a convivência entre os participantes fica comprometida, em decorrência de uma série de mal-entendidos. Por isso, é necessário que as normas sejam muito bem definidas, pelo coletivo. A materialização dessas normas será o Regimento Escolar,cujas diretrizes encontram-se no Projeto Pedagógico.O cotidiano escolar apresenta, às vezes, situações conflitantes, que se repetem, e que demandam decisões rápidas.


O Regimento Escolar é o instrumento que permite à equipe gestora tomar essas decisões, com base nos princípios e normas estabelecidas pelo grupo.
Para que o Regimento favoreça essas ações, é necessário que, na elaboração do PP, os problemas do cotidiano sejam abordados. Por exemplo, na questão da disciplina, o Regimento estabelece os direitos e os deveres de todos os segmentos. No entanto, na maioria das vezes, as penalidades são aplicadas apenas aos alunos. O aluno que chega atrasado é punido, o que nem sempre acontece com um professor na mesma situação.


15- Relação do Projeto com a prática pedagógica
A prática pedagógica remete-nos à elaboração do currículo, ao conhecimento selecionado e organizado socialmente, peças fundamentais no processo de aprendizagem. .Por isso, é preciso responder às seguintes perguntas: - Para quem são selecionados os conteúdos ?- A quem interessam os conteúdos selecionados?- Por que alguns conteúdos são selecionados, e outros, não?- Quem seleciona esses conteúdos?


16- Concluindo:


A construção do Projeto Pedagógico é um processo que compreende três momentos distintos e interligados:- Diagnósti

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COMO MONTAR UM PROJETO PEDAGÓGICO


Ítens importantes para montar um projeto pedagógico:



I - Cabeçalho: Tema, turma e período;
II - Justificativa do tema escolhido ( por que escolheu este tema?)






III- Objetivos gerais e específicos das atividades que serão desenvolvidas
IV - Cronograma das atividades (desenvolvimento)
V - Avaliação
A escola tem que ter o seu espaço de aprendizagem re-significado, numa perspectiva social (escola/professor/aluno/comunidade), transformando-a num ambiente cooperativo, onde sejam consideradas as estruturas estimulantes, exigentes, conflituosas, valorizantes e responsabilizantes. Onde o aluno possa viver suas "estratégias de aprendizagem",formando alunos ativos e interagidos num meio e no processo de aprendizagem.
Dessa forma, o aluno vai se formando enquanto sujeito de sua aprendizagem, sendo capaz de ter uma percepção global, organizar-se, estar aberto a outras propostas, ser autônomo e exigente, ter confiança em si mesmo e saber avaliar-se.


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* Tentar ignorar comportamentos inapropriados menores.



* Incrementar a imediata correlação entre prêmios e consequências.



* Quando não se comporta adequadamente na sala de aula, recomenda-se que se dê um tempo para meditar sobre o que fez (time out).



* Aconselha-se supervisão nos recreios e horários livres.



* Tentar evitar críticas e "sermões". É preferível chamar-lhe a tenção de uma forma prudente e calma quando ela não tiver se comportado corretamente.



* Reforçar seu comportamento positivo com cumprimentos, reconhecimento, etc.



* Sentá-la próximo a professora ou de algum colega que possa ser visto como umlíder positivo.



* Firmar um "contrato de comportamento positivo" com ela, incluindo aquelas condutas que estão ao seu alcance.



* Motivá-la quando consegue reprimir um impulso, por exemplo, na sala de aula, quando consegue levantar a mão para responder ao invés de responder impulsivamente.


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Modelo para fazer seu planejamento:


O que são conteúdos?
Os conteúdos designam o conjunto de conhecimentos ou formas culturais cuja assimilação e apropriação pelos alunos é considerada essencial para o seu desenvolvimento e socialização. A idéia que está por trás disso é de que o desenvolvimento dos seres humanos não ocorre nunca no vazio, mas sim que tem lugar sempre e necessariamente dentro de um contexto social e cultural determinado.


O crescimento pessoal deve ser entendido como o processo através do qual os seres humanos tornam seus os conhecimentos e formas culturais do grupo social ao qual pertencem. Essa assimilação, entretanto, não consiste em uma incorporação passiva do conhecimento historicamente construído e culturalmente organizado, mas em uma reconstrução ou reelaboração do mesmo.




Reforma educacional


- O ensino e aprendizagem de conteúdos específicos não são um fim em si mesmo, mas um meio indispensável para o desenvolvimento das capacidades dos alunos.


- Defende a concepção baseada na aprendizagem significativa: o que importa é que os alunos possam construir significados e atribuir sentido àquilo que aprendem .Somente na medida em que se produz este processo de construção de significados e de atribuição de sentido consegue que a aprendizagem de conteúdos específicos cumpra a função que lhe é determinada e que justifica a sua importância: contribuir para o crescimento pessoal dos alunos, favorecendo e promovendo o seu desenvolvimento e socialização.
- Considera os procedimentos e as atitudes, os valores e as normas como conteúdos, no mesmo nível que os fatos e os conceitos, requer chamar a atenção sobre o fato de que podem e devem ser objeto de ensino e aprendizagem na escola; pressupõe aceitar até as sua últimas consequências princípio de que tudo o que pode ser aprendido pelos alunos e que pode e deve ser ensinado pelos professores.


- Supõe uma tentativa de romper com a prática habitual. Propõe estruturar as propostas curriculares em torno dos conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais. O que pode representar uma ajuda aos professores para organizar a sua prática docente e orientá-la para a maneira mais adequeda de proceder.


- Um mesmo conteúdo aparece ao mesmo tempo nas três categorias. Em função dos objetivos que se perseguem em cada caso, um mesmo conteúdo pode ser abordado numa perspectiva factual, conceitual, procedimental e inclusive atitudinal.


- Sugere, então que se planeje e desenvolva atividades que permitam trabalhar de forma interrelacionada os três tipos de conteúdos.






As vezes aparecem algumas dúvidas ao elaborarmos os objetivos, uma vez que, devemos deixar claro o que pretendemos com aquele conteúdo.



Então, que tal algumas dicas?!




Não esqueça de clicar na imagem para aumentar.




 
Letrinhas e Cia


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1º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL


COMUNICAÇÃO ORAL



  • Fazer intercâmbio oral, ouvindo com atençaõ e formulando perguntas.

  • Mostrar interesse por ouvir e expressar sentimentos, experiências, idéias e opiniões.

  • Recontar histórias de repetição e/ou acumulativas com base em narrações ou livros.

  • Conhecer e recontar um repertório variado de textos literários, preservandos os elementos da linguagem escrita.

LEITURA



  • Ouvir com atenção textos lidos.

  • Refletir sobre o sistema alfabético com base na leitura de nomes próprios, rótulos de produtos e outros materiais - listas, calendários, cantigas e títulos de histórias, por exemplo, sendo capaz de se guiar pelo contexto, antecipar e verificar o que está escrito.

  • Ler textos conhecidos de memória, como parlendas, adivinhas, quadrinhas e canções, de maneira a descobrir o que está escrito em diferentes trechos do texto, fazendo o ajuste do falado ao que está escrito e o uso do conhecimento que possuem sobre o sistema de escrita.

  • Buscar e considerar indícios no texto que permitam verificar as antecipações realizadas para confirmar, corrigir, ajustar ou escolher entre várias possibilidades.

  • Confrontar ideias, opiniões e interpretações, comentando e recomendando leituras, entre outras possibilidades.

  • Relacionar texto e imagem ao antecipar sentidos na leitura de quadrinhos, tirinhas e revistas de heróis.

  • Inferir o conteúdo de um texto antes de fazer a leitura com base em título, imagens, diagramação e informações contidas na capa, contracapa ou índice (no caso de livros e revistas).

ESCRITA E PRODUÇÃO TEXTUAL
  • Conhecer as representações das letras do alfabeto e a ordem alfabética.

  • Escrever o próprio nome e usá-lo como referência para a escrita.

  • Produzir texto de memória de acordo com sua hipótese de escrita.

  • Escrever usando a hipótese silábica, com ou sem valor sonoro convencional.

  • Reescrever histórias conhecidas ditando para o professor ou para os colegas e, quando possível , de próprio punho - considerando as ideias principais do texto-fonte e algumas características da linguagem escrita.

  • Produzir escritos de autoria (bilhetes, cartas, instrucionais)

Fonte: Revista Nova Escola

Letrinhas e Cia


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Alguns verbos par auxiliar na elaboração do Plano de Ensino Anual.

  • Identificar

  • Classificar

  • Descrever

  • Comparar

  • Conhecer

  • Explicar

  • Relacionar

  • Situar

  • Lembrar

  • Analisar

  • Generalizar

  • Comentar

  • Interpretar

  • Esboçar

  • Tirar conclusões

  • Indicar

  • Enumerar

  • Resumir

  • Reunir

  • Manejar

  • Confeccionar

  • Utilizar

  • Construir

  • Aplicar

  • Conceituar

  • Coletar

  • Representar

  • Observar

  • Experimentar

  • Testar

  • Elaborar

  • Seriar

  • Simular

  • Demonstrar

  • Provar

  • Julgar

  • Argumentar

  • Deduzir

  • Induzir

  • Reconstruir

  • Planejar

  • Compor

  • Localizar

  • Respeitar

  • Apreciar

  • Ponderar

  • Aceitar

  • Praticar

  • Sensibilizar

  • Agir

  • Perceber

  • Cooperar



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TRABALHO INDIVIDUAL

  • Quando a atividade requer mais tempo para ser realizada;

  • Se o professor quer que o aluno evolua em uma capacidade fazendo uma atividade mais direcionada ao seu grau de aprendizagem específico;

  • Quando a atividade serve apenas para avaliar o grau de aprendizagem daquele aluno;

TRABALHO EM DUPLA
  • Se é necessário aliar dois conhecimentos distintos para uma atividade, pode-se juntar alunos que possuam cada um deles;

  • Pode-se explorar as variações de níveis de aprendizagem para que os alunos evoluam juntos;

  • Quando as questões de gênero ou sociais geram atritos, o trabalho em dupla ajuda alunos diferentes a se relacionarem para chegar a uma resposta comum;

TRABALHO EM TRIO

  • Estimula o aluno a ter firmeza para eventualmente insistir em seu ponto de vista, contra argumentando com os colegas;

  • Um estudante fraco se aproxima de outro que sabe mais com a ajuda de um intermediário;

  • Na Educação Infantil, atividades com crianças de várias idades ganham com essa diferença de maturidade;







TRABALHO EM GRUPO
  • Quando a temática é abrangente, ele vale para que os alunos aprendam de forma mais complexa a dividir tarefas;

  • Pode-se exigir mais da capacidade argumentativa, já que o professor consegue montar grupos com os alunos que tenham raciocínios bem diferentes;

  • Temas complexos e polêmicos se desenvolvem melhor quando o debate é ampliado;



 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 12h49 PM
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Seja a Diferença



Paulo trabalhava em uma empresa há dois anos. Sempre foi um funcionário sério, dedicado e cumpridor de suas obrigações.

Nunca chegava atrasado.

Por isso mesmo já estava há dois anos na empresa, sem ter recebido uma única reclamação.

Certo dia, ele foi até o diretor para fazer uma reclamação:

- Sr. Gustavo, tenho trabalhado durante estes dois anos em sua empresa

com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado.

Fiquei sabendo que o Fernando, que tem o mesmo cargo que eu

e está na empresa há somente seis meses já será promovido?!?...

Gustavo, fingindo não ouvi-lo disse:

- Foi bom você vir aqui. Tenho um problema para resolver e você poderá me ajudar.

Estou querendo oferecer frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço de hoje.

Aqui na esquina tem uma barraca de frutas. Por favor, vá até lá e verifique se eles têm abacaxi.

Paulo, sem entender direito, saiu da sala e foi cumprir a missão.

Em cinco minutos estava de volta.

E aí Paulo? - Perguntou Gustavo.

- Verifiquei como o senhor pediu e eles tem abacaxi sim... - Quanto custa?

- Ah, Isso eu não perguntei...

- Eles têm abacaxi suficiente para atender

a todo nosso pessoal? - Quis saber Gustavo.

- Também não perguntei isso... - Há alguma fruta que possa substituir o abacaxi?

-Não sei...

- Muito bem Paulo. Sente-se ali naquela cadeira e aguarde um pouco.

O diretor pegou o telefone e mandou chamar o novato Fernando.

Deu a ele a mesma orientação que dera ao Paulo.

Em dez minutos, Fernando voltou.

- E então??? - Indagou Gustavo.

- Eles têm abacaxi sim, seu Gustavo. E é o suficiente

para todo nosso pessoal e, se o senhor preferir, têm também laranja, banana, melão e mamão.

O abacaxi custa R$ 1,50 cada; a banana e o mamão custam R$ 1,00 o quilo;

o melão custa R$ 1,20 cada e a laranja custa R$ 20,00 o cento, já descascada.

Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade, eles nos concederão um desconto

de 15%. Deixei reservado.

Conforme o senhor decidir,volto lá e confirmo o pedido - Explicou Fernando.

Agradecendo pelas informações, o patrão dispensou-o.

Voltou-se para Paulo, que permanecia sentado e perguntou-lhe:

- Paulo, o que foi que você estava me dizendo?

- Nada, patrão. Esqueça. Com licença...

E Paulo deixou a sala...

"Se não nos esforçarmos em fazer o melhor, mesmo em tarefas que possam parecer simples, jamais nos serão

confiadas tarefas de maior importância."

"Todas as vezes que fazemos o uso correto e amplo da informação,

críamos a oportunidade de imprimir a nossa marca pessoal."

"Você pode e deve se destacar, até nas coisas mais simples, como Fernando."

VIVA A DIFERENÇA!!! SEJA A DIFERENÇA!!!

(Autor Desconhecido)


fonte: Letrinhas e Cia


 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 12h45 PM
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O trabalho com projetos é uma forma de sistematizar as atividades dentro das escolas, e é um dos avanços em que aos poucos as escolas estão entendendo a importancia de saber se organizar na sua política como um todo, porém sendo realista, sei que está longe de ser a solução para todos os problemas da educação.

De acordo com a revista Veja de 30 de junho ( reportagem de Roberta de Abreu Lima) o debate sobre os rumos da educação no Brasil costuma ser excessivamente teórico e, não raro, tomado por propostas mirabolantes. Daí a relevância de uma iniciativa que acaba de reunir 80 especialistas da área para conceber um documento com ideias bastante objetivas e sem ideologias para promover avanços no ensino brasileiro. O conjunto de propostas será entregue aos 3 principais candidatos à presidência: Dilma, Serra e Marina. Em resumo temos as seguintes propostas:


  • CRIAR A LEI DE RESPONSABILIDADE EDUCACIONAL- Ao prestarem contas ao MEC sobre verbas federais, as secretarias passariam a ser punidas nos casos do mau uso do dinheiro.




  • ELABORAR UM CURRICULO NACIONAL UNIFICADO- O MEC fornece linhas gerais do que deve ser ensinado, mas até hoje não dispõe de um currículo básico especificando claramente o que é esperado da criança em cada ano escolar.




  • FLEXIBILIZAR O ENSINO MÉDIO- O objetivo é reduzir o número de disciplinas para no máximo dois terços do atual currículo, deixando a outra parte para que o aluno eleja sua própria grade de matérias de acordo com a área em que pretende se especializar mais tarde.


  • DAR AUTONOMIA AOS DIRETORES- O MEC deve incentivar as secretarias a conferir mais poder aos diretores como por exemplo escolha de seu quadro funcional e eventual demissão de professores.


  • OFERECER FORMAÇÃO PRÁTICA AOS PROFESSORES- A ideia central é finalmente formar em carater obrigatório os professores com uma visão mais realista da sala de aula. Hoje, não mais que 20% das disciplinas nas escolas de pedagogia são dedicadas as metodologias de ensino.

  • PREMIAR BONS MESTRES- A proposta é universalizar nas escolas um sistema baseado na meritocracia.Através de avaliações oficiais e destacando talento...Claro incentivo financeiro.

  • AMPLIAR A JORNADA ESCOLAR- A ideia é que o MEC apoie financeiramente estados e municípios para garantir aos alunos pelo menos uma hora a mais por dia na escola.



 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 12h07 PM
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 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 11h28 AM
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Ciranda Literária: troca de indicações literárias entre crianças de uma mesma faixa-etária



1. JustificativaQuando assistimos a um filme que nos encanta, emociona, diverte, compartilhamos com os outros estes sentimentos e tentamos convencê-los que vale a pena também viver esta experiência.

O mesmo acontece quando lemos um livro, certas narrativas nos são tão significativas, que nos fazem indicá-las para outras pessoas e convidá-las a fazer a leitura.

Com as crianças isso não é diferente, à medida que se envolvem num contexto intenso de leituras, gostam de ouvir novamente as mesmas histórias, de solicitar outras, com temas de bruxas, fadas, etc., e também apreciam compartilhar na escola ou em outros lugares, as leituras que lhe chamaram mais a atenção.

Para que isso seja vivido com mais intensidade, grupos (de próxima faixa-etária) de uma mesma escola ou salas de diferentes instituições podem fazer uma parceria indicando leituras preferidas umas para as outras. Caso as crianças não escrevam convencionalmente, podem ser produzidos textos orais com destino escrito.


* Projeto Entorno - Cardápio de Projetos, Fundação Victor Civita 2011





2. Objetivos e conteúdosOs objetivos e conteúdos da Ciranda Literária são apresentados no quadro abaixo:

Objetivos:? Fomentar o gosto pela leitura por meio da indicação dos livros preferidos;

? Discutir com as crianças as características de um texto de indicação literária;

? Produzir resenhas de indicação literária para serem trocadas entre grupos de faixas etárias aproximadas;

? Compartilhar as resenhas produzidas pelos grupos; e

? Promover um encontro entre as duas salas ou duas instituições para trocas de livros.






Conteúdos:? Práticas de indicação literária;

? Resenhas; e

? Produção textual (produção oral com destino escrito).








3. PúblicoEsse é um projeto que pode ser realizado com a Educação Infantil ou com os anos iniciais do Ensino Fundamental. Aqui, ele teve o nível de desafio ajustado para crianças da Educação Infantil, portanto, o único cuidado antes de realizá-lo com crianças do Ensino Fundamental é adequar o nível de desafio para o que é ideal para esses alunos.






4. Prazo e estruturaA Ciranda Literária tem prazo estimado de 03 a 04 meses entre planejamento e execução.

Para desenvolvê-lo são necessários: catálogos de editoras, livros literários, lápis, lápis de cor, giz de cêra e papéis variados.

Sem o comprometimento da equipe de professores, coordenadores e diretores o projeto não terá os resultados esperados, por isso, é importante programar reuniões de trabalho e planejamento, bem como de monitoramento e avaliação das etapas neste intervalo de tempo.

Além destas etapas, é preciso preparar no calendário momentos em que as etapas abaixo sejam desenvolvidas.

É importante lembrar que estudar o acervo disponível para a escola precisa, de alguma forma, ser complementado para otimizar a experiência proposta.








5. Etapas de desenvolvimento
Primeira etapa
O primeiro momento é o da roda de conversa com as crianças, ou seja, dasocialização da proposta de escrita de indicações literárias com as crianças. Nesse encontro deve-se anunciar que o grupo de alunos fará o levantamento de todas as histórias que foram lidas pelo professor e que, depois, escolherá as que mais foram interessantes para que as crianças de outro grupo também leiam.

Deve-se deixar que as crianças mesmas lembrem-se dos títulos, de partes das narrativas e que algumas justifiquem o porquê das escolhas.

É importante que o professor registre previamente por escrito a presença das crianças nos dias de leitura, a lista dos títulos escolhidos pata leitura e, depois, quais os livros que os alunos mais gostaram. Essa lista de títulos deve ser afixada na sala para que as crianças escolham aproximadamente cinco títulos para serem indicados para o outro grupo.






Segunda etapa
Nessa etapa, é preciso dividir as crianças em grupos e distribuir catálogos de várias editoras de livros infantis para que tentem antecipar como são os textos que constam nestes materiais. Se o grupo já tiver crianças alfabetizadas, garantir pelo menos uma em cada agrupamento para que leiam por si mesmas tais textos e depois a professora compartilha com todos. Caso contrário, a

professora lê os textos para toda sala que cada grupo escolheu a partir das imagens que constam nestes catálogos.

É importante que o professor escolha uma resenha de um livro já conhecido pelo grupo e realizar a leitura.

Após ler vários textos destes catálogos, devem-se realizar os seguintes encaminhamentos:

1- Questão para o grupo: como são estes textos lidos, eles contam a história do livro todo? (essa questão permite retomar a resenha do livro já conhecido pelo grupo).

É importante neste momento anotar as falas das crianças.

2- Deve-se, então, escolher com o grupo algumas resenhas dos catálogos e apresentar. A partir daí, é importante pedir que alguma criança escolha um livro da biblioteca da sala, que conste na lista dos livros preferidos, para que o grupo tente fazer oralmente uma resenha.

3- Depois da resenha é preciso conversar sobre a produção de resenhas de indicação literária para as crianças da outra escola, para que, assim, o outro grupo conheça as histórias preferidas e sinta-se convidado a ler também.






Terceira etapaDepois da discussão sobre as resenhas, devem-se retomar os cinco títulos preferidos do grupo e escolher um para escrever a resenha.

Para encerrar essa etapa, recomenda-se uma situação de texto oral com destino: as crianças ditarão o texto e a professora fará o registro na lousa ou caderno.

É importante reproduzir com as anotações as ideias do jeito como as crianças ditarem, deixando a revisão final para outro momento.






Quarta etapaFaz-se neste momento a releitura do texto que foi produzido pelo grupo. Se o texto possuir muitas marcas da oralidade, como ?ai?, ?né?, ?então?, discute-se com as crianças para reescrevê-lo retirando isso e as repetições. O professor pode anunciar que o texto estava repleto destas expressões e que fica muito feio para quem lê.

Para essa etapa deve-se reapresentar uma resenha do catálogo e pedir que eles analisem se o texto tem estas expressões. Depois o texto é reescrito na lousa e lido em voz alta para que as crianças, parte por parte, discutam sobre o mesmo. O professor pode decidir, quando as crianças não conseguirem, fazer certas alterações, mas é importante que a maior parte seja compartilhada com o grupo.






Quinta etapaEssa etapa final consiste em decidir com o grupo como será o produto final do projeto: um livro com os textos e ilustrações das resenhas ou um cartaz para ser afixado na sala do outro grupo.

Será, então, preciso realizar a escrita de mais uma resenha e seguir os encaminhamentos anteriores. É preciso combinar com o grupo, se for escolhido um livro, por exemplo, como poderão ser feitas as ilustrações. A sala pode ser dividida de maneira que cada grupo fique responsável pela ilustração de uma resenha (os desenhos podem ser produzidos em papéis de tamanho reduzido e depois recortados no formato para que caibam todos numa mesma página).

Assim que as resenhas dos livros escolhidos terminarem, o professor em parceria com as crianças organizará os desenhos produzidos e montará o livro ou o cartaz.

Se for o livro, não esquecer de: fazer um índice, colocar nome dos autores das resenhas e, se possível, anexar fotos das crianças (no momento de produção dos textos, desenhos, com o livro pronto...).

Para concluir o trabalho, combina-se um dia para que este livro ou cartaz seja entregue e de preferência com um momento em que as crianças possam se encontrar para fazer uma roda de indicação literária e trocar o que foi produzido e presentear umas as outras com um livro de histórias para fazer parte do acervo de cada grupo.






6. AvaliaçãoÉ importante avaliar e compartilhar os resultados alcançados, considerando-se principalmente:

? o acompanhamento dos avanços das crianças com relação aos objetivos do projeto;

? o planejamento de intervenções individualizadas e/ou replanejamento; e

? o reajuste das etapas do projeto em função desse processo.








 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 11h26 AM
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FRALDAS E LIVROS: A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA A PRIMEIRA INFÂNCIA






Quando a escritora de livros infantis Tatiana Belinky perguntou ao pediatra, nos idos de 1940, em que momento deveria começar a educar seu filho, então com 3 meses de vida, ouviu como resposta: "Você já está atrasada". Parece mera frase de efeito. O fato, porém, é que o doutor estava coberto de razão. Não há idade para dar início à educação de uma criança - e isso vale também para o incentivo à leitura.

Bebês podem até não entender todo o enredo de uma história, mas a leitura em voz alta os coloca em contato com outras dimensões das linguagens oral e escrita, que serão importantes em seu desenvolvimento. "Eles percebem que a fala do dia a dia é diferente daquela usada numa leitura, que tem cadência, ritmo e emoção. Entendem, por exemplo, que há um começo, um clímax e um desfecho", explica Fraulein Vidigal de Paula, doutora em Psicologia Escolar.



Especialistas acreditam que, para alguém se interessar por livros na vida adulta, é fundamental que a palavra escrita esteja ao seu alcance desde cedo. Ou seja: estimular a leitura dentro do berçário, com bebês que ainda nem aprenderam a falar, pode ser o caminho mais curto para a formação de um futuro leitor. "Manuseando um livro, eles são capazes de identificar a existência da grafia e passam a estabelecer uma relação direta com a linguagem escrita", afirma Fraulein. Pouco importa se a criança ainda não aprendeu a ler ou se o exemplar em questão é feito de papel, plástico ou tecido.



É verdade que leitura para bebês pode assustar até professores. Foi o que descobriu a pedagoga Cláudia Leão, de Santos, no litoral de São Paulo. Em 2002, durante uma reunião com educadoras do berçário onde trabalhava, Cláudia propôs uma atividade de leitura. A ideia foi recebida com espanto e até um pouco de desdém. Mas Cláudia bateu o pé e, da sua teimosia, nasceu o projeto Leitura no Berçário! Por Que Não?. Àquela altura, a pedagoga não fazia ideia do que ainda estava por vir. Cinco anos mais tarde, em 2007, seu trabalho seria amplamente reconhecido e ela receberia um prêmio do Programa Nacional de Incentivo à Leitura (Proler).



Para despertar a paixão pelos livros nos pequenos da UME Doutor Luiz Lopes, Cláudia usou uma estratégia muito simples: ela criou livros feitos de pano e feltro que têm, em todas as páginas, desenhos de bichos e fotos de cada um dos bebês, lado a lado, como se fossem personagens de uma história. Quando a criança se reconhece, ao virar uma página e encontrar a própria foto, ela se levanta e escolhe outro livro, trazendo-o de volta à roda de leitura para dar continuidade à brincadeira. "Mecanismos desse tipo levam-na a perceber que entre ela e o livro há uma distância mínima", diz Cláudia. Conforme crescem, tornam-se elas mesmas as contadoras de histórias.






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A importância do brincar na infânciaAvril Brock








É importante compreender a pedagogia do brincar, enquanto a reflexão, o debate e a pesquisa precisam ser contínuos para que se aproveite todo o seu potencial na aprendizagem das crianças

O conceito de brincar é infinitamente flexível, oferecendo escolhas e permitindo liberdade de interpretação. Assim, o objetivo deste artigo é incentivar os leitores a examinar suas percepções acerca do brincar. A maioria dos profissionais que trabalham com a educação e o cuidado inicial de crianças pequenas ao redor do mundo normalmente concorda que brincar é importante para o desenvolvimento, a aprendizagem e o bem-estar delas. Mas será que aqueles trabalham com crianças mais velhas, as autoridades ou o público em geral compreendem que brincar para aprender e se desenvolver é essencial tanto para as crianças quanto para os adultos?

Pode haver crenças diferentes sobre o que encerra o conceito de brincar, dependendo da cultura, do papel profissional, do treinamento e das experiências prévias. O desafio oferecido ao leitor é, portanto, refletir sobre quais podem ser as semelhanças e diferenças entre as diversas perspectivas sobre o brincar, além de se envolver com esses diferentes debates. Alguns con­si­deram que o brincar é uma questão ligada ao desenvolvimento, e não à educação; outros que brincar é somente para crianças pequenas; ou que o brinquedo não deve ser contaminado pela interferência dos adultos, sendo livremente escolhido pelas próprias crianças; ou que divertir-se é o elemento-chave para definir o que é brincar.

Ao se reunir para escrever o primeiro capítulo de Brincadeiras: aprender para a vida (Brock et al., 2011), os três autores constataram que, apesar de pertencer aos diferentes campos da psicologia, da educação e do recreacionismo, eles concordavam que brincar é de importância crucial, e revelou-se que suas perspectivas eram muito mais semelhantes do que teriam imaginado.

Os profissionais devem ser capazes de justificar a oferta de atividades lúdicas a um público variado, incluindo autoridades, pais e até mesmo as próprias crianças. Na verdade, elas têm as opiniões mais fortes sobre o brincar. Uma pesquisa sobre a boa infância (2009), realizada no Reino Unido, reuniu informações de 1.200 crianças e 1.700 adultos. Elas declararam ser muito importante brincar com os amigos, pois adquirem um sentido de identidade e pertencimento ao compartilhar experiências brincando.

O art. 31 dos Direitos da Criança do Reino Unido afirma que todas as crianças têm o direito de relaxar e brincar e que pode haver sofrimento quando isso não é possível. O trabalho de Brown (2011) com crianças em orfanatos romenos fornece exemplos de como elas foram negligenciadas - não puderam socializar-se nem exercitar-se porque permaneceram amarradas a seus berços. Fez muita diferença para o desenvolvimento das crianças o fato de adultos e estudantes terem sido estimulados a brincar com elas. O conteúdo das brincadeiras pode variar de acordo com a cultura infantil, mas a essência do brincar mantém-se firme em todas as culturas para todas as crianças, inclusive as portadoras de deficiências.

Como avó de Oscar e James há pouco tempo, ambos atualmente com um ano de idade, estou impressionada com sua capacidade de brincar, que eu vi desenvolverem desde os três meses, quando dei a cada um deles uma "cesta do tesouro" (Doherty, 2011) que eu mesma tinha montado com todo o carinho. Colecionei objetos cotidianos para exploração multissensorial para que eles pudessem iniciar suas primeiras experiências de brincar. Por meio da observação, comecei a desenvolver meu conhecimento e minha compreensão sobre como os bebês brincam. Eu já havia lido, escrito e pesquisado com pais e educadores da primeira infância sobre bebês, mas desta vez eu estava tendo incríveis experiências em primeira mão. Com apenas um ano de idade, as crianças já são brincadores capazes - adoram seu mundo de pequenos bonecos, seus instrumentos musicais, carrinhos e caixas de brinquedo. Elas levam o brincar a sério, e é emocionante analisar sua aprendizagem e seu desenvolvimento.

Brincar ao ar livre figura enfaticamente nas lembranças das pessoas no Reino Unido. Talvez esta seja a época em que elas se sentiram mais livres, aventureiras, exploradoras e felizes com os amigos. Quando se perguntou a um grupo de adultos o que eles recordavam sobre seu brincar quando jovens, uma resposta comum referia-se às cavernas que construíam - debaixo das mesas, em um galinheiro, usando secadoras de roupa de madeira. Em um grupo pré-escolar Waldorf Rudolph Steiner, sete dessas sacadoras foram oferecidas a crianças de 2 a 6 anos, as quais elas usaram para recriar ambientes da vida real. As crianças decidiam por si mesmas os papéis que desempenhavam, selecionando recursos de uma coleção de tecidos, roupas e caixas de papelão, podendo refletir sobre suas experiências lúdicas para os adultos no ambiente.

Os profissionais de educação e assistência infantil do Reino Unido trabalham com uma pedagogia baseada no brincar, um conceito complexo e caracterizado por definições contemporâneas variadas. A pedagogia compreende princípios, teo­rias, percepções e desafios que informam e moldam a oferta de oportunidades de aprendizagem. Ao oferecer uma pedagogia baseada no brincar, os profissionais consideram os métodos, a organização, as atividades, os recursos e o apoio adulto em seu planejamento para que as crianças possam aprender, ao mesmo tempo considerando as suas necessidades de desenvolvimento.

Os adultos que trabalham e brincam com crianças têm, portanto, um papel importante na tomada de decisões sobre a didática apropriada e os ambientes para brincar. Eles precisam levar em conta as disposições e a autoestima das crianças, baseando-se em sua diversidade de legados e experiências culturais, reconhecendo que as crianças são aprendizes capazes e confiantes, assim como valorizando as novas experiências que elas trazem todos os dias.

É preciso oferecer um ambiente favorável, que proporcione tempo e materiais para que as crianças brinquem interativamente e desenvolvam sua competência social. Segundo Olusoga (2011), a teoria sociocultural apresenta o desenvolvimento e o brincar das crianças como processos fundamentalmente sociais, sendo essencial manter a identidade sociocultural pela oferta de brincadeiras às crianças. Nesse sentido, temos de salvaguardar o brincar das crianças, e o papel dos adultos é imprescindível no manejo e no apoio do brincar. Os bons profissionais são peritos em aproveitar a inclinação das crianças para aprender, tanto seu apetite por novas experiências quanto sua inclinação para "brincar". Crianças pe­quenas não fazem distinção entre "brincar" e "trabalhar", e os profissionais devem tirar proveito disso. Eles precisam compreender o valor de brincar e colocá-lo em prática com as crianças, oferecendo-lhes ambientes ricos que promovam todos os tipos de brincadeiras - espontâneas, estruturadas, imaginativas e criativas - e que lhes permitam realizar seu potencial de desenvolvimento, de educação e de bem-estar.

O jeito "bagunceiro" de brincar é só isso (caótico, desorganizado e confuso), ou as crianças estão explorando de forma multissensorial os recursos naturais e desenvolvendo seu conhecimento científico e matemático enquanto brincam com areia, água, barro, argila e terra? Os resultados ou realizações alcançados por meio do brincar são importantes ou os processos envolvidos nas experiências lúdicas são mais benéficos? A experiência de brincar deve promover o raciocínio, a resolução de problemas e a exploração, envolvendo certamente prazer e divertimento.

Também é importante saber o que as crianças pensam enquanto brincam, não apenas de uma perspectiva do prazer, mas também dos conteúdos e justificativas do que fazem brincando. Bons profissionais oferecem uma plataforma de apoio para o aprendizado infantil e promovem sua metacognição - o próprio pensamento das crianças sobre suas experiências lúdicas.

As crianças precisam tanto do livre fluxo das brincadeiras de iniciativa própria quanto dos desafios das intervenções dos adultos. Um envolvimento adequado pode expandir seu modo de brincar, fazendo-as travar diálogos por meio de perguntas de sondagem e refletir sobre seu próprio aprendizado através do brincar. Tal processo desenvolve a compreensão de adultos e crianças, formando novos entendimentos.

Os profissionais devem, portanto, estar bem-informados sobre a pedagogia do brincar. Para o profissional contemporâneo, este é um processo de constante desenvolvimento, no qual ele se mantém atualizado com sua complexidade e natureza multidimensional. Uma reflexão crítica sobre a prática pode desenvolver mais o conhecimento e a compreensão do brincar. Manter-se a par das pesquisas contemporâneas ajuda a renovar ou mudar a prática daqueles que buscam oferecer atividades lúdicas de alta qualidade, que satisfaçam as necessidades e os interesses das crianças.

O pensamento crítico sobre a pedagogia do brincar promove a análise e o discurso, apoiando a busca por novos entendimentos e permitindo um envolvimento com diferentes perspectivas. A pesquisa sobre o brincar oferece desafios interessantes e novas abordagens metodológicas. Quando o conhecimento é compartilhado mundialmente, diferentes perspectivas tornam-se internacionais, disseminando a abundância de conhecimentos e práticas sobre o brincar. Isso também reconhece e dá crédito a sua complexidade, além de trazer inspiração aos profissionais. É importante e até emocionante ser capaz de explicar a aprendizagem que se dá pelo brincar.


Como é relevante haver uma compreensão ampla e profunda da pedagogia do brincar, a reflexão, o debate e a pesquisa a esse respeito precisam ser contínuos a fim de promover o entendimento do potencial do brincar e como ele pode ser aproveitado para a aprendizagem das crianças (Brock, 2011). O envolvimento com perspectivas teóricas variadas sobre o brincar promoverá uma compreensão crítica do brincar equilibrada com as experiências práticas e profissionais. Assim, os profissionais estarão aptos a participar do debate contemporâneo sobre a complexidade do brincar no fórum público. Um fator-chave é, então, a qualidade do conhecimento, do pensamento e da tomada de decisões do profissional. Ele deve ter flexibilidade para tomar as próprias decisões profissionais, examinar sua participação na construção das experiências lúdicas e contribuir para os desafios que estão sendo propostos.



Este artigo abordou algumas das complexidades que compreendem o que o brincar é e pode ser. À medida que as teorias são examinadas e um novo pensamento é oferecido, as demandas intensificam-se e um maior conhecimento profissional é necessário. Por esse motivo, os profissionais devem questionar e discutir as diversas perspectivas sobre o brincar, com vistas a estimular o próprio conhecimento. A pesquisa contemporânea durante a última década exige que educadores e autoridades reflitam criticamente sobre a prática e as teorias estabelecidas que sustentem seu provimento, já que o conhecimento e a compreensão a respeito da complexidade do brincar são imprescindíveis.






*fonte: Revista Pátio



Ano IX - Nº 27 - Brincar e aprender - Abril a Junho 2011

 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 11h22 AM
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1. JustificativaLer para bebês é uma prática que se justifica por muitas razões:

- Primeiro, porque ao ouvir um adulto ler, o bebê entra em contato com uma outra dimensão da linguagem: o fluxo da fala que ?diz? linguagem escrita, apresenta uma cadência própria e, a depender do livro escolhido, rimas, repetições e ritmos novos.

- Segundo, porque ao ouvir um adulto ler, o bebê também entra em contato com o prazer que o adulto demonstra ao ler, as emoções que sente e expressa, nos tons de surpresa, graça e encantamento que ficam patentes na leitura. Assim, o adulto leitor é um intérprete em muitos níveis: interpreta o texto, apresentando o bebê à linguagem escrita e interpreta também o que se pode obter do texto, apresentando o bebê ao prazer de ler.

-Terceiro, quando garantimos que a leitura faça parte da vida do bebê através da leitura que o professor faz na escola (CEI, Creche), e tenha nela um sentido de prazer e encantamento,criamos as bases para que as crianças ali atendidas possam se desenvolver plenamente como leitoras, ao longo da vida escolar, nos contrapondo a uma divisão entre leitores e não leitores que costuma espelhar uma diferença social entre os que têm a oportunidade de conviver com livros e leitores e aqueles que não a têm.

Mas para que essa prática possa se revestir dos sentidos apontados acima na vida dos bebês é fundamental, que ela seja um hábito, faça parte da sua rotina na escola. Só assim será possível que os bebês desenvolvam familiaridade com os livros, compreendam o que torna esse objeto especial, diferente dos outros que o cercam, desenvolvam um laço afetivo com eles, se interessando em folheá-los e em ouvir sua leitura e possam manter a atenção em escutar a leitura por períodos cada vez maiores.






2. Objetivos e conteúdosSão objetivos desse projeto:

- Possibilitar que as crianças, desde bebês, possam participar de rodas de leitura, ter contato com histórias belamente escritas e ilustradas e, assim, criar o hábito de escutar a leitura em voz alta realizada pelo professor.



-Apresentar e disponibilizar livros para que as crianças possam explorá-los, folheando-os e, percebendo neles a fonte daquilo que é lido pelo professor.

- Possibilitar que as crianças, desde cedo, familiarizem-se com a linguagem escrita: seu ritmo, sua permanência.

- Possibilitar que as crianças iniciem a construção de seu repertório literário.










Conteúdos-Leitura como uma fonte de prazer e entretenimento.

- Intercâmbio entre leitores.

- Preferências leitoras.








3. Público

Esse projeto pode ser desenvolvido em crianças de 0 a 3 anos de idade.










4. Prazo e estruturaComo a leitura para bebês é uma atividade permanente de formação de leitores, o ideal é que ela faça parte da rotina dos bebês durante todo o ano. Para desenvolvê-la serão necessários variados livros de qualidade literária, adequados à faixa etária.








5. Etapas de desenvolvimentoPreparo prévio do professor

Para planejar uma boa roda de leitura para bebês, três questões são fundamentais: a escolha de um bom livro, preparar-se para a leitura em voz alta e eleger um espaço acolhedor para a leitura.

A escolha do livro é um aspecto fundamental para conquistar novos leitores. Explore o acervo escolar, na busca de histórias com qualidade literária, que sejam adequadas à faixa etária: ricas em ilustrações, que apresentem narrativas com ritmo e cadência. Evitar escolher histórias pelo uso que se pode fazer delas em outros projetos e atividades da classe; se o seu objetivo é o de

a formação leitora dos bebês, a escolha do livro a ser lido na roda de leitura deve ser a de um bom livro, que contribua para essa formação, lembrando que outros livros podem ser apresentados aos bebês, em outros momentos de sua rotina, articulados com outros objetivos didáticos do professor.

Preparar-se para a leitura em voz alta, lendo a história com antecedência e pensando na forma de interpretar o texto, as vozes narrativas, o suspense, as emoções são essenciais para que os bebês possam construir para si o sentido da história. Outro cuidado importantíssimo é observar as relações que se estabelecem entre a ilustração e o texto, para que você possa explorar as duas

linguagens durante a leitura.

Lembre-se de que ler e contar histórias são práticas diferentes e que para você garantir aos bebês boas condições de construir sentidos sobre essas duas práticas você não deve misturá-las.

Tenha o livro nas mãos quando sua intenção for ler em voz alta e, quando sua intenção for contar, faça uso de elementos típicos da contação, como fantasias, fantoches e outros apetrechos.

É essencial que o professor tenha claro qual é sua intenção com a atividade que está propondo para os bebês, o que pretende que eles aprendam. A contação contribui para o desenvolvimento da oralidade, enquanto que a leitura de histórias contribui para o reconhecimento da linguagem escrita e por isso alimenta mais diretamente o percurso leitor das crianças.

A escolha do espaço: Procure realizar a leitura em ambientes agradáveis e confortáveis para os pequenos. Pode ser um ambiente externo da escola, um quintal ou jardim, um cantinho da sala que esteja arrumado com almofadas ou um tapete aconchegante.

A organização do espaço: Evite que os bebês tenham disponíveis outros objetos que concorram com a atividade da leitura, como outros livros ? diferentes daquele que será lido na roda ? ou brinquedos. Organize-os em roda ou de uma forma em que todos possam ver o professor que

lerá a história.

1 ªetapa: Organização da roda de leitura e apresentação do livro (ou: Antes da Leitura) Convide os bebês para escutar a história, criando um clima de cumplicidade e expectativa para escutá-la. Ajude-os a se posicionar em roda. Com o livro em mãos, mostre a capa e leia o título da história. Conte brevemente porque escolheu este livro para ler para eles. É importante fazer uma breve apresentação do livro, folhando as páginas e mostrando as ilustrações e antecipando as possibilidades que título e ilustrações apresentam para o enredo contribui para diminuir a ansiedade, despertar o interesse e criar uma maior tolerância para escutar a leitura da história.

2ª etapa: Leitura da história (ou: durante a leitura)

Leia com entonação, demonstrando entusiasmo pela história e interpretando as emoções despertadas por ela ? você se preparou para isso ? e faça pequenas pausas, antes de virar cada página, para mostrar brevemente as ilustrações para os bebês. Caso eles façam balbucios ou digam algo, acolha, mas não comece novas conversas, continue com a leitura.

Não simplifique a história nem pule ou inclua partes: o objetivo é que os bebês conheçam um bom exemplo de linguagem escrita, com seu fluxo, entonação, ritmo característicos. Quando se simplifica, inclui-se elementos novos ? como nomes para os personagens, diminutivos que não estavam no texto, etc. - ou pula-se partes, rouba-se da linguagem escrita essas características, aproximando-a da linguagem oral. Além disso, essas ações comunicam a concepção de que os bebês não podem entender um texto literário como tal, que é preciso ?facilitar? essa compreensão.

O que não é verdade, primeiro porque toda obra literária permite múltiplas releituras, exatamente porque permite muitos níveis de compreensão; e, segundo, porque o que é determinante para a compreensão da história é a atuação do professor enquanto leitor, que permite que as crianças tenham acesso ao teor emocional da história, se envolvam com seus personagens etc.

3ª etapa: Espaço de intercambio entre as crianças (ou: depois da leitura)

Terminada a leitura, converse com elas sobre a história, suas aventuras e emoções, tornando a folhear o livro a fim de que as crianças vejam as ilustrações. Agora é o momento de prestar atenção nos balbucios, palavras e gestos dos bebês: comente o que chamou a atenção deles, mostre que outros colegas também gostaram disso e que outros preferiram outras partes da história. Nesse momento, com sua supervisão, é hora deles também pegarem o livro em suas mãos e explorá-lo.

Evite propor atividades não literárias em torno da leitura do livro, como, por exemplo, ler uma história em que há um jogo de bola e jogar bola, depois desenhar a bola, pintar a bola, fazer uma bola com recorte de jornal, etc. As atividades em torno do livro devem ter a mesma natureza daquelas que leitores reais fazem uso quando lêem, como compartilhar o efeito que uma leitura produz, compartilhar e comparar partes preferidas da história, ter sua própria lista de autores e livros preferidos... Tudo isso pode ser feito desde o inicio da vida dos bebês na escola, desde que

eles tenham como mediador um professor que atue como modelo de leitor e reconheça, valide e nomeie nas ações das crianças os seus comportamentos leitores nascentes, apresentados por meio de gestos, balbucios, palavras...








6. AvaliaçãoObserve se seus pequenos alunos têm demonstrado interesse crescente em participar da roda de leitura, se eles têm conseguido manter a atenção por períodos maiores e se têm procurado folhear livros, na hora dos cantinhos.










7. Bibliografia de referência Atividade Permanente - Leitura para Bebês1. Andar entre livros ? a leitura literária na escola. Teresa Colomer. Editora Global, São Paulo,

2007.

2. Aprender a ler e a escrever ? uma proposta construtivista. Ana Teberosky e Teresa Colomer,

editado pela Artmed em 2003.

3. Déjenlos leer ? los niños y las bibliotecas. Geneviéve Patte. Fondo de Cultura Econômica,

México, 2008.

4. Lire dês livres à dês bébés. Dominique Rateau. Editions èrés ? Ramonville Saint Agne ? France, 1998.

5. Literatura para bebês. Ana Araújo e Silva. Revista Pátio - Artmed - Ano VII - Nº 25 - Projeto

Político-Pedagógico - Fevereiro à Abril 2003 - página 56








* fonte: Projeto Entorno - Em busca de Novos Leitores , Fundação Vitor Civita




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 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 11h11 AM
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1. Aspectos que os familiares podem verificar diretamente na creche ou na pré-escola



?    A instituição tem autorização de funcionamento expedida pela Secretaria Municipal de Educação?

?    O alvará sanitário está afixado em lugar visível?

?    A instituição tem proposta pedagógica em forma de documento?

?    Reuniões e entrevistas com familiares são realizadas em horários adequados à participação das famílias?

?    Há reuniões com familiares pelo menos três vezes por ano?

?    Os familiares recebem relatórios sobre as vivências, produções e aprendizagens pelo menos duas vezes ao ano?

?    A instituição permite a entrada dos familiares em qualquer horário?

?    Existe local adequado para receber os pais ou familiares? E para aleitamento materno?

?    As professoras têm, no mínimo, a formação em nível médio, Magistério?

?    Há no mínimo uma professora para cada agrupamento de:

?    6 a 8 crianças de 0 a 2 anos?

?    15 crianças de 3 anos?

?    20 crianças de 4 até 6 anos?

?    As salas de atividades e demais ambientes internos e externos são agradáveis, limpos, ventilados e tranquilos, com acústica que permite uma boa comunicação?

?    O lixo é retirado diariamente dos ambientes internos e externos?

?    A instituição protege todos os pontos potencialmente perigosos do prédio para garantir a circulação segura das crianças e evitar acidentes?

?    A instituição tem procedimentos preestabelecidos que devem ser tomados em caso de acidentes?



2. O que os familiares podem verificar com a criança sobre o atendimento na educação infantil



?    Pergunte qual é o nome das professoras e de outros funcionários.

?    Pergunte o nome dos amiguinhos mais próximos.

?    Pergunte à criança o que ela mais gostou de fazer naquele dia.

?    Incentive à criança a contar e a narrar situações vividas na instituição:

?    que músicas cantou ou ouviu;

?    quais brincadeiras aconteceram;

?    que pinturas, desenhos, esculturas ela fez;

?    qual livro a professora leu;

?    que história a professora contou;

?    o que ela está aprendendo, entre outras.



3. O que os familiares podem observar diretamente na criança sobre o atendimento na educação infantil




?    Observe o comportamento da criança quando ela chega na instituição (alegria, timidez ou choro).

?    Observe diária e atentamente enquanto estiver conversando com a criança, seu olhar, seus gestos, sua fala suas reações podem ajudar a avaliar o estado físico e emocional.

?    Observe as reações da criança ao ver seus colegas, isso pode demonstrar como está a relação com a turma.

?    Observe as produções e o material que ela traz da instituição.

Fonte: Portal Mec

 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 11h03 AM
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 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 09h49 AM
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Um berço deveria ser um lugar seguro para deixar um bebê, mas todos os dias dezenas de crianças sofrem lesões por quedas de berços, de acordo com o que pode ser o primeiro estudo focando em lesões não fatais relacionadas ao berço por crianças com menos de 2 anos.



Em 9 de 10 casos, a criança estava sozinha quando a queda ocorreu; a maioria das lesões foram na região da cabeça e pescoço.



As lesões aumentaram com a idade da criança, de acordo com o principal autor do estudo, Gary A. Smith, diretor do Center for Injury Research and Policy do Nationwide Children's Hospital, em Columbus, Ohio. "Quando a criança ganha mobilidade, é capaz de tentar sair do berço", disse Smith.



Os responsáveis pelos pequenos devem ajustar a altura do colchão quando os bebês começam a tentar subir, mas Smith afirmou que os pais podem ser pegos "desprevenidos de um dia para o outro a criança pode conseguir se levantar".



O estudo, publicado no "Pediatrics", analisou dados nacionalmente representativos coletados pelo Sistema Eletrônico Nacional de Monitoramento de Lesões para 181.654 lesões relacionadas ao berço, cercadinhos e carrinhos, entre 1990 e 2008.



Das crianças que sofreram lesões, 2.140, ou 1,2%, morreram a maioria por terem ficado presas no berço.



A partir de junho, novos padrões obrigatórios de segurança começam a valer para os berços, incluindo a proibição das tradicionais grades laterais.



fonte: FolhaSP


 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 09h26 AM
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Cuidados na hora de o bebê dormirA alegria de ter um bebê é comemorada por toda a família. Cada movimento, suspiro e sorriso é motivo para esbanjar orgulho. Nas consultas, o pediatra atesta que a criança é saudável, e os pais sentem-se tranquilos. Mas, certa noite, a mãe coloca o pequeno no berço e no dia seguinte ele não acorda. Esse pode ser um caso de Síndrome da Morte Súbita em Lactentes (SMSL) - que ocorre com bebês de até um ano. Mas, afinal, que problema é esse?
"Trata-se da morte inesperada e que permanece sem explicação mesmo depois de minuciosa investigação, incluindo revisão da história clínica, circunstâncias da morte, além de necropsia completa", explica Alice D'Agostini Deutsch, coordenadora médica da Unidade Neonatal do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE).
Por ocorrer com bebês saudáveis, sem demonstrar sinais ou sintomas, a SMSL ainda deixa muitas dúvidas entre médicos e familiares. Nos Estados Unidos, de cada 100 mil óbitos por ano, 56 são pela Síndrome da Morte Súbita em Lactentes.
Trata-se da morte inesperada e que permanece sem explicação mesmo depois de minuciosa investigação, incluindo revisão da história clínica, circunstâncias da morte, além de necropsia completa
A síndrome é a principal causa de morte no primeiro ano de vida e a terceira causa de mortalidade infantil nos Estados Unidos. A causa ainda não está definida. O que se sabe é que está associada a alguns fatores, entre os quais a posição em que o bebê dorme no berço.
As mortes ocorrem com crianças que dormem de bruços ou de lado. "Essas posições devem ser evitadas", salienta a dra. Alice.
Além da posição na hora de dormir, há outros fatores que podem resultar na SMSL, como o consumo de cigarro, álcool e drogas pela mãe durante e depois da gestação e falta de pré-natal. Quarto superaquecido, excesso de roupas, colchão macio e a presença, no berço, de protetores, travesseiro, almofadas, cobertas soltas e bichos de pelúcia estão entre os fatores de risco da síndrome. "Compartilhar a cama dos pais também não é recomendado", avisa a médica.
Segundo o National Institute of Child Health and Human Development, dos EUA, os bebês negros são cerca de duas vezes e meia mais suscetíveis à síndrome do que os brancos. A morte súbita é mais frequente no sexo masculino. Os prematuros - com menos de 37 semanas de gestação -, os recém-nascidos com menos de 2,5 quilos, os gêmeos e irmãos de crianças que tiveram morte súbita também estão entre os que correm mais risco.

Atenção redobrada

Desde 1991, quando a Inglaterra e a Austrália iniciaram campanhas back is best, que orientavam os pais a colocar os bebês de costas para dormir, seguidas pelos EUA com a campanha back to sleep, o número de mortes por SMSL tem diminuído a cada ano nesses países.
No Einstein há a Campanha Segurança do Bebê no 1º Ano de Vida, com o objetivo de informar sobre as possíveis formas de prevenir a síndrome. "Instituir campanhas para sensibilizar a sociedade e orientar os pais e familiares nas maternidades são ações importantes para reduzir a ocorrência desse evento", afirma a Enfermeira Maria Fernanda Dornaus, coordenadora de enfermagem da Unidade Neonatal do HIAE.
Conheça as orientações da campanha:
  • Coloque o bebê para dormir de barriga para cima em seu próprio berço. Evite as posições de lado ou de barriga para baixo

  • Quando o bebê estiver acordado, pode ser colocado de barriga para baixo desde que acompanhado por um adulto. Essa posição é recomendada para o fortalecimento da musculatura e desenvolvimento do bebê

  • O berço deve ter grades verticais próximas e colchão firme

  • Mantenha o berço sem brinquedos, bichos de pelúcia, almofadas, travesseiros e protetores. São itens que podem cobrir o rosto do bebê e sufocá-lo

  • Prenda o cobertor sob o colchão. Posicione o bebê na parte inferior do berço, com os pés encostados nas grades dos 'pés' do berço. O cobertor deve cobrir o tórax, deixando os braços livres. Esses cuidados evitam que o bebê escorregue sob o cobertor

  • O bebê não deve dormir na cama com os pais. Coloque o berço no quarto do casal nos primeiros meses

  • O quarto deve estar arejado, com temperatura agradável. Não aqueça o ambiente porque este é um dos fatores de risco para a morte súbita

  • Vista o bebê com roupas leves para dormir

  • Quando o aleitamento estiver estabelecido - após o primeiro mês de vida -, é recomendado o uso de chupeta enquanto o bebê está adormecendo. A chupeta é uma forma de estimular o recém-nascido e também um fator protetor contra a morte súbita. Depois que o bebê adormecer, ela pode ser retirada

  • Não permita que fumem no quarto do bebê ou próximo a ele

  • Assegure-se de que, quando outra pessoa cuidar do seu bebê, ela siga essas orientações

  • O uso de monitor cardiorrespiratório em casa não reduz o risco de Síndrome da Morte Súbita em Lactentes. A apneia da prematuridade não está associada à síndrome.

Fonte:www.einstein.br

 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 09h25 AM
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A sucção nutritiva é uma função primordial para a sobrevivência do recém-nascido, pois é através da sucção que o bebê obtém seu alimento.

Como a natureza é sábia, e ?Papai do Céu? também, o reflexo de sucção já está presente por volta da 18ª / 20ª semanas de vida intra-uterina.

A dúvida (usar ou não usar a chupeta) começa a existir quando ?nós?, e em especial as mães, percebemos que além da função nutritiva, a sucção também é uma fonte de prazer. Como normalmente toda fonte de prazer gera estabilidade e relaxamento, as mães utilizam a sucção não nutritiva (uso da chupeta) na tentativa de deixar o bebê mais tranqüilo.

Contudo, o que observamos, é que, na maioria das vezes, a ansiedade, o nervosismo e a intranqüilidade são da mãe, que está com dificuldade de lidar com o choro do bebê, e por isso utiliza-se de tudo que estiver ao seu alcance (em geral a chupetinha) para que seu filho pare de chorar.

Para as mãezinhas que se enquadraram nesse perfil, peço que não se sintam culpadas, pois a sucção não nutritiva tem suas indicações clínicas.

Bebês pré-termo (com menos de 37 semanas), hipotônicos e/ou que apresentem dificuldade para sugar seio materno, podem beneficiar-se do uso da chupeta, desde que esta seja ortodôntica e utilizada com o monitoramento de profissional habilitado para treino de motricidade oral.

Para os bebês nascidos de termo (37 a 40 semanas), que não apresentem dificuldade para amamentar, minha sugestão é que evitem o uso da chupeta, principalmente, nos primeiros dias de vida, pois o bebê poderá fazer confusão de bicos (seio materno x chupeta) e apresentar dificuldade para sugar seio materno.

Além disso, o uso da chupeta não ortodôntica pode propiciar alterações da arcada dentária e consequentemente dificuldades na fala.

É importante ressaltar que a sucção digital (dedo), também não nutritiva, é mais prejudicial para a arcada dentária e para a fala, que a chupeta, portanto deve ser evitada. Daí deduz-se que, entre o dedo e a chupeta, o menor mal é a chupeta.

Porém, o seu uso não deve se estender além do final do segundo ano de vida, pois então ela se tornaria prejudicial.

Jamais deve ser amarrada ou pendurada ao redor do pescoço do bebê com fita, corrente ou fralda, pois além de haver o risco de estrangulamento, pendurá-la e deixá-la acessível favorecerá a instalação do hábito, além de ser uma fonte de germes e bactérias!

Para as mamães que já ?caíram? na tentação do uso da chupeta e/ou para as que estão propensas a ?cair?, sugiro que ofereçam somente chupeta ortodôntica para que essa sua pretensa aliada não se transforme em vilã.

Fonte:http://www.ident.com.br/

 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 09h21 AM
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A cárie de mamadeira, também conhecida como cárie rampante, é um tipo específico de cárie, doença severa que acomete os dentes de leite, mais comum em crianças com idade inferior a 3 anos. É causada quando a mãe deixa a criança dormir com a mamadeira. Os açúcares provenientes do líquido (refrigerantes, leite, sucos, etc) provocam a desmineralização dos dentes, começando com uma simples mancha branca difícil de ser detectada, por isso a visita regular a um bom odontopediatra torna-se imprescindível! Depois a mancha branca torna-se marrom, os dentes da frente e os de cima são os primeiros afetados, num estágio mais avançado da doença haverá um comprometimento dos dentes posteriores. Importante dizer que o leite puro e até o leite materno podem causar cárie. E uma da funções da saliva, é a de proteger os dentes. Quando a criança dorme, há uma diminuição da produção de saliva, e o leite em contato com os dentes a noite toda, fermenta e provoca a desmineralização do esmalte resultando na cárie. Vamos as dicas:1- O bebê deve acostumar-se a dormir sem mamadeira. Deixe a criança levar seu brinquedo, manta, seu ursinho ou brinquedo que dê "segurança" para cama.2- Não dê mamadeira! Cante, toque uma música calma ou conte uma historinha. 3- Não dê mamadeira! Carinho, massagem faz a criança pegar no sono.4 - Se ele precisa da mamadeira para dormir não coloque bebidas açucaradas, ao contrário de você, a criança está formando o paladar. O que é pouco doce para você, é muito para um bebê, portanto se ela precisar da mamadeira para dormir coloque água! 5- Depois da mamadeira, sempre limpe as gengivas com gaze ou fralda limpa enrolada no dedo indicador, se a criança for mais velha e tiver dentes utilize escovas pediátricas de cerdas macias. Sobre qual pasta de dentes utilizar leia post do Blog Tio Dentista "Pasta de dentes com flúor ou sem flúor?" 6- Não deixe a criança com mamadeira a tira-colo!8- A criança amamentada até o sexto mês  pode a partir de então, ser alimentada utilizando colher e copo, sem precisar usar mamadeira.

9- Se a criança já tiver o hábito da mamadeira, aos nove meses deve-se treinar a criança a usar o copo! Com um ano de idade no máximo, troque a mamadeira por um copo de treinamento.

10- Não existem fórmulas prontas para cuidar do seu filho(a), mas experiências acumuladas de várias pessoas e gerações. Cada um acha a melhor forma de contornar os problemas e achar uma solução!



Fonte:http://www.ident.com.br/

 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 09h18 AM
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OBJETIVO

O objetivo principal desse projeto,é o de fomentar o gosto pela leitura desde o início das etapas de escolaridade. O incentivo do adulto deve ser fundamental nesse processo, sendo o mediador entre a criança e o livro.



DESENVOLVIMENTO

Trabalhar com Literatura na escola é promover a aprendizagem que sirva para a constituição de sujeitos que simplesmente não pertençam a uma sociedade, porém a questiona e a transforma.

O professor precisa ler para que seus alunos possam ser envolvidos pelo texto, servindo de referencial para a turma. Ao trabalhar projetos que privilegiem a Literatura na escola, estamos promovendo a emancipação do saber, rompendo a idéia que deu origem aos trabalhos com fichamentos, a interpretação com perguntas e respostas, que tanto foi usado pelo educador como forma de avaliar o rendimento do aluno quanto a leitura.Os debates, a leitura crítica e comparativa de jornais, dramatizações, visitas a biblioteca, conversas com o autor do livro, são atividades para trabalhar o livro em sala, desenvolvendo no aluno a capacidade de pensar e crescer. Assim devemos evitar a avaliação do rendimento da leitura por meio da literatura, pois será inútil enquanto não tivermos alunos que encontrem o prazer no ato de ler. Os livros não podem servir de pretexto para serem, simplesmente, instrumentos de avaliação.



ATIVIDADES

E para que seja descoberto este prazer, usaremos a obra de variados autores, que hoje são referência nacional e interacional. Para tanto, seguiremos algumas diretrizes de ações educativas:


Sugestões de atividades:


? Leitura compartilhada com os alunos de obras referentes aos projetos em execução;? Solicitar que as crianças dêem um novo final ou início à história lida;


? Conhecer vida e obra do autor;


? Fazer textos coletivos com a descrição dos personagens, considerando características físicas e psicológicas;


? Fazer estudos individuais e coletivos dos dados contidos nos livros;


? Fazer sessões de explanação dos conteúdos evidenciados na obra;


? Fazer releituras conjugando a linguagem (com recitais, sínteses) e a arte (com pinturas e esculturas) como forma de tornar mais concreta a aprendizagem.
 
Blog Tia Fabiola


 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 09h13 AM
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 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 09h12 AM
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                                                              Download Aqui...

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                                                           Download do Projeto aqui...

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                                     Download aqui...

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                                                            Baixe Aqui...



4shared Espaço Educar Liza

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PROJETO: BRINCADEIRAS DO TEMPO DA VOVÓ



IMPORTÂNCIA:
É importante que as crianças conheçam os brinquedos e brincadeiras antigas, resgatando assim tradições e culturas que estão sendo substituídas por brinquedos e jogos eletrônicos. O contato com este tema proporciona momentos de criação, interação e muita diversão.

OBJETIVOS:
Com a ajuda das vovós aprende-se novas brincadeiras, e amplia-se o repertório. Resgatamos brinquedos e brincadeiras antigas e comparamos com os atuais. As crianças também tem contato com a leitura e a escrita, através das pesquisas realizadas em diferentes portadores de texto, dos manuais das brincadeiras, confecção de cartazes com as brincadeiras preferidas e as parlendas antigas. Não se esqueça de pedir aos alunos que pesquisem, com seus avós, as brincadeiras de seu tempo, para que possam ensinar aos coleguinhas. Algumas brincadeiras:
  1. Passa Anel

  2. Amarelinha

  3. Peteca

  4. Esconde-Esconde

  5. Quatro Cantos

  6. Boca de forno

  7. Poema de Pau

  8. Pular Corda



ATIVIDADES:
O projeto proporciona contato com situações reais do contexto social através da elaboração de convites, entrevistas com algumas vovós e até mesmo a organização de um chá com as avós, em que as crianças participaram de todos os preparativos para receber as vovós dos nossos pequenos do Interação. Mas o mais importante é que as crianças aprenderam brincando e resgataram um pouco da nossa cultura através das experiências das avós.



VOVÓS NA ESCOLA
Podemos convidar as vovós para passarem um período na escola com seus netos. Podemos combinar com algumas delas para ensinar algo que elas sabem fazer as outras vovós e/ou aos alunos. Ex: tricô. crochê, culinária, musiquinhas infantis, brinquedos, quadrinhas, etc... Os alunos podem declamar poesias, apresentarem esquetes teatrais, distribuirem cartoes, fazerem jogos de integração com as avós e deliciarem-se com a culinária.




QUADRINHAS DA VOVÓ






A CASINHA DA VOVÓ

TRANÇADINHA DE CIPÓ

O CAFÉ TÁ DEMORANDO

COM CERTEZA NÃO TEM PÓ






Palma, palminha,

Palminha de Guiné

Pra quando papai vié,

Mamãe dá a papinha,

Vovó bate cipó,

Na bundinha do nenê.






Serra, serra, serrador,

Serra o papo do vovô...

Quantas tábuas que serrou?

1,2,3, fora uma que quebrou!!!






A vovó me disse que no tempo dela,

Não tinha novela, nem televisão,

Só tinha teatro, peça de cinema,

E em Ipanema tinha um coração!

Não tinha nada, ora vejam só!

Mas tinha amor no tempo da vovó,

Não tinha nada, ora vejam só!

Mas eu gosto muito da minha vovó!





BRINCADEIRAS ? (só para os avós)




Com prêmios aos vencedores!!!





1. Qual é o chá?



Qual o chá que se usa na cabeça? (chapéu)

O chá que agasalha ? (xale)

O chá que abre portas? (chave)

O chá da praça? (chafariz)

O chá que é um problema? (charada)

O chá que é um tipo de casa (chalé)

O chá da fábrica? (chaminé)

O chá que fica no campo? (chácara)

O chá que se tem de escolher para votar? (chapa)

O chá que atrai a simpatia/ (charme)



2. Qual a vovó que tem o maior número de netos?

E qual a vovó mais jovem?



3. Como está a memória da vovó?



A dirigente diz uma parte de um provérbio popular e algum avô ou avó completa com a outra parte.



Quem não tem cão... caça com gato.

Quando um não quer... dois não brigam.

Quem com ferro fere... com ferro será ferido.

Diga-me com quem andas... e te direi quem és.

Água mole em pedra dura... tanto bate até que fura.

Ri melhor... quem ri por último.

Gato escaldado... tem medo de água fria,

Mais vale um pássaro na mão... do que dois voando.

Quem tem boca... vai à Roma.

Pau que nasce torto... não tem jeito morre torto.

Quem corre cansa... quem não corre alcança.

Antes só... do que mal acompanhado.



4. Somando os ponto:

Chamar à frente os casais de avós presentes e premiar o casal que somar mais pontos nos seguintes itens:

  • o número de filhos

  • anos de casamento

  • botões da roupa (dos dois)

  • o número de netos

  • idade de cada um

SERVIÇO DO CHÁ
Enquanto o chá é servido, todos podem cantar músicas folclóricas e músicas de roda antigas, bem conhecidas dos nossos avós...

? ?Luar do Sertão?, ?Alecrim Dourado?, ?Peixe Vivo?, ?Se esta rua fosse minha?, ?Casinha Pequenina?, ?Ciranda, cirandinha?, ?Teresinha de Jesus?,... etc




POESIA ILUSTRADA














DIA DA VOVÓ - DESENHO









RESPEITO AOS MAIS VELHOS










IDENTIDADE: COLCHA DA VOVÓ












MÁSCARA DA VOVÓ













POESIAS DA VOVÓ


A avó

A vovó também é velha,

Franzidinha como quê.

Passa os dias lá na rede,

Entretida no crochê.





Às vezes fica zangada

Com o barulho que faço.

Pega na chinela, eu me rio,

Ela ri e lá vem um abraço.





Um dia virou a casa

Para os óculos achar.

Remexeu canto por canto

E queria me culpar.





Bem que eu sabia de tudo,

Mas aquilo era uma festa,

Pois vovó tinha os óculos

Presos no alto da testa.



Bastos Tigre





~ *** ~



Os Óculos da Vovó

? Como acabar meu tricô,

como assistir à novela,

se esses óculos benditos

me somem sem mais aquela?





Vovó, procurando os óculos,

vai do quarto para a sala

e de novo volta ao quarto,

sem ninguém para ajudá-la.





E até parece que os netos

estão a se divertir,

pois mesmo seu predileto

faz força para não rir.





Deve saber onde estão,

porque lhe diz o malvado:


 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 05h35 PM
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Algo sagrado na vida de uma criança é a brincadeira. A importância do ato de brincar é tanta que a sua falta pode resultar num adulto inibido e incapaz de realizar seus desejos e fantasias. ?É na fase do brincar que se dá a delineação psíquica de um dos pilares da criatividade de todo ser humano. O brincar é universal, saudável e facilita a comunicação consigo e com os outros, propiciando experiências de imaginação e criatividade inéditas?. Observa a psicóloga Kelly Cristina Arrigatto Gonçalves.








Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar parte integrante da atividade educativa. Além de possibilitar o exercício daquilo que é próprio no processo de desenvolvimento e aprendizagem, brincar é uma situação em que a criança constitui significados, sendo forma tanto para a assimilação dos papéis sociais e compreensão das relações afetivas que ocorrem em seu meio, como para a construção do conhecimento.




Na educação infantil, é difícil estabelecer um horário para a brincadeira e um horário para a aprendizagem. Hoje sabe-se que a criança aprende brincando. O mundo em que ela vive é descoberto através de jogos dos mais diversos tipos que vão dos mais simples de encaixe às mais curiosas brincadeiras folclóricas. O jogo, para a criança, é o exercício e a preparação para a vida adulta. É através das brincadeiras, seus movimentos, sua interação com os objetos e no espaço com outras crianças que ela desenvolve suas potencialidades, descobrindo várias habilidades.




Os métodos de ensino foram a preocupação dos educadores durante anos. Não se dava praticamente nenhuma importância para a maneira em que o aluno assimilava os conteúdos e se a aprendizagem era realmente eficaz. Atualmente, a preocupação está em descobrir como a criança aprende. O professor pode usar uma estratégia de ensino excelente, na sua visão, mas se não estiver adequada ao modo de aprender da criança, de nada servirá. Toda criança gosta de brincar. Então, se a criança aprende brincando, por que então não ensinarmos da maneira que ela aprenda melhor, de uma forma prazerosa e, portanto, eficiente?




A utilização de certos jogos e brincadeiras como facilitadores na aprendizagem, na educação infantil, são sem dúvida, a solução para se obter resultados positivos no processo de ensino ? aprendizagem das crianças. Mas, é importante que se tenham bem definidos os objetivos que queremos alcançar quando trabalhamos como o lúdico, e ter cuidado também com as brincadeiras que vamos mediar, para que esta esteja ligada ao momento correto do desenvolvimento infantil.






Como já sabemos, os brinquedos e as brincadeiras são fontes inesgotáveis de interação lúdica e afetiva. Para uma aprendizagem eficaz é preciso que o aluno construa o conhecimento, assimile os conteúdos. E jogo é um excelente recurso para facilitar a aprendizagem. Neste sentido, CARVALHO afirma que:






"desde muito cedo o jogo na vida da criança é de fundamental importância, pois quando ela brinca, explora e manuseia tudo aquilo que está a sua volta, através de esforços físicos se mentais e sem se sentir coagida pelo adulto, começa a ter sentimentos de liberdade portanto, real valor e atenção as atividades vivenciadas naquele instante." (1992,p14)

E acrescenta, mais adiante:

"e o ensino absorvido de maneira lúdica, passa a adquirir um aspecto significativo e afetivo no curso do desenvolvimento da inteligência da criança, já que ela se modifica de ato puramente transmissor a ato transformador em ludicidade, denotando-se portanto em jogo."(1992,p28)




As ações com o jogo devem ser criadas e recriadas, para que sejam sempre uma nova descoberta, e sempre se transformem em um novo jogo, em uma nova forma de jogar. Quando brinca, a criança toma certa distância da vida cotidiana, entra em seu mundo imaginário e ilusório, não estando preocupada com a aquisição de conhecimento ou desenvolvimento de qualquer habilidade mental ou física.




O que importa, neste caso, é o processo em si de brincar, algo que flui naturalmente, pois a única finalidade é o prazer, a alegria, a livre exploração do brinquedo. Diante dessas informações sobre o prazer de se aprender brincando, sobre a facilidade que o professor tem em conduzir uma aula, partindo da curiosidade dos alunos, atualmente, muitos educadores pensam que dinamizar as suas aulas utilizando jogos e brincadeiras é pura "perda de tempo". Todavia é fundamental conscientizar esses professores da importância do brincar. Mas como fazê-lo?




O brincar sendo direcionado, seguindo uma linha de aprendizagem para o alcance de objetivos é o caminho. Torna-se importante levar o educador a refletir sobre a sua prática pedagógica no que diz respeito à utilização de jogos e brincadeiras, no decorrer de suas aulas, e também de buscar informações, sobre a prática de ensino de alguns educadores que trabalham com crianças e que conciliam as suas aulas com os jogos e com as brincadeiras. É importante também investigar sobre algumas brincadeiras e jogos que, ainda que pareçam sem importância para os adultos, testam diversas habilidades e conhecimento da criança.
Exemplo de episódio verídico:



No parque, crianças de 4 anos brincam com areia. Uma delas se aproxima da professora e oferece "o bolo de chocolate" que havia feito com areia:
__ Professora, experimenta. Fui eu que fiz.

__
Hum! Que delícia! Mas agora me deu sede. Você não quer fazer um suco para mim?__ Tá bom. A criança mistura água com um pouco de areia num copinho de danone.

__ Professora, olha o suco.


__ Do que é?


__ É de laranja.


__ Que tipo de laranja?
__ Laranja ? lima.

A criança volta e faz outro bolo, só que agora com enfeites de folha de árvore, e o oferece à professora.


__ Você só sabe fazer doce?


__ Não.__ Então eu quero um salgado.

__ Eu vou preparar um salgadinho doce.

A criança volta com várias bolinhas de areia nas mãos.
__ Obá! Que salgadinho é esse?

__ Bolinha de queijo.
A professora fingindo comer o salgadinho oferece-o a outra criança:__ Quer uma, Matheus?__ Eu não!!! __ responde Matheus.

__ Ah! Nós come de mentirinha __ diz a primeira criança.




(Episódio extraído do relatório de estágio de Juliana Nogueira, aluna do curso de Magistério, 1993)






No episódio citado acima percebe-se claramente que, a professora ao passar a fazer parte da brincadeira que surgiu naturalmente de uma aluna, aproveitou a mesma para criar situações de aprendizagem: ao perguntar se a menina só sabia fazer doce, de que fruta era o suco, entre outras. Assim a professora explorou o brincar, enriquecendo-o, possibilitando maior organização e significado.




Sem dúvida, o jogo tem um valor de formação de caráter excitante e também esforço voluntário, pois trabalha a nossa atenção, concentração e conhecimento. Com a criança não é diferente. Tendo como característica universal a brincadeira, a criança, através do brincar e do jogo, faz suas próprias descobertas, testa seus limites, aprende regras básicas de convivência e desenvolve o emocional e o cognitivo. Vimos através do exemplo prático que a criança aprende brincando, pois a brincadeira é algo sem "compromisso" que se realiza naturalmente, sem cobranças.


Segu

 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 05h30 PM
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Nada mais empolgante para as crianças do que falar sobre brinquedos. Uso-os como aliados nas aulas de Língua Portuguesa, Matemática e História.



Contéudos:

* Coleta e organização de informações.

* Criação de registros pessoais para comunicação das informações

coletadas.

* Interpretação e elaboração de listas, tabelas simples, de dupla entrada e gráficos de barra para comunicar a informação obtida.

* Produção de textos escritos a partir da interpretação de gráficos e tabelas.

* Busca de informações em diferentes tipos de fontes (entrevistas, pesquisa

bibliográfica, imagens, etc.).

* Identidade da criança: crianças de hoje ? quem é, o que faz, o seu cotidiano.

* Pessoas com as quais convive:familiares, amigos; grupos de convívio.

* Crianças de outros tempos: infância das pessoas com as quais convive.

* Cotidiano de crianças em outros tempos e lugares.



Desenvolvimento:1. Inicie o tema com uma aula sobre os brinquedos de antigamente. Conseguir alguém com mais de 60 anos para fazer um relato seria super interessante. Quem sabe uma avó de algum aluno.

2. Faça comparações com os brinquedos de hoje, mostre imagens caso não seja possível conseguí-los.

3. Mostre brinquedos típicos de outros países, ou de outras localidades brasileiras e ainda de outras etnias.

4. Produza um gráfico com os brinquedos preferidos de seus alunos.

5. Auxlie-os na interpretação.

6. Produza um texto coletivo com base nos dados coletados.

7. Como tarefa de casa proponha que os alunos pesquisem os brinquedos preferidos de seus familiares. Os dados poderão ser contabilizados e utilizados na construção de um novo gráfico e comparar com o primeiro.

8. A aula ficará muito mais interessante se as crianças puderem trazer seu brinquedo favorito para a sala de aula e apresentá-lo aos colegas.

 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 03h58 PM
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Essas férias são curtinhas, mas excelentes para dar uma renovada no animo. Siga algumas dicas e relaxe!!!

 
1. Dormir até tarde - vamos, se dê ao luxo de deixar a casa de pernas para o ar, pelo menos um pouquinho!



2. Conhecer cidades próximas - pesquise na internet algumas cidades históricas ou com algum atrativo turístico, todo estado tem e muitas vezes fica do ladinho! É um programa interessante e rápido!



3. Comer pipoca e assistir um bom filme - Sem comentários!



4. Ler um bom livro - já que não há aulas a serem planejadas, nada como sentar no sofá e desfrutar de uma excelente leitura.



5. Experimente novos sabores - Tome coragem e vá aquele restaurante que você sempre teve vontade de ir! Peça aquele prato diferente ou vá as feiras gastronômicas! Delícia...



6. Caminhe de mãos dadas - pegue o maridão/namorido/pretendente, escolha um parque e pernas a obra!!



7. Planeje um jantar com amigos - sabe aqueles amigos de longa data e que estão meio esquecidos?! Convide-os para jantar. Pode ser pizza com fondue, dá pouco trabalho e agrada a todos!



Espero que as dicas tenham sido boas, mas são aqueles que pretendo colocar em prática! Ou pelo menos algumas delas!



 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 03h54 PM
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 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 03h48 PM
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 Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 03h39 PM
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As atividades que envolvem disputa ou desafio são sucessos garantidos. Confira sies tipos de jogos que, além de estimular o raciocínio e a concentração, ajudam a compreender regras importantes na escola e na vida

Carla Soares




  • 1. Quatro cores


  • 2. Jogo do percurso


  • 3. Ta-te-ti


  • 4. Corrida das dezenas


  • 5. Jogo da onça


  • 6. Jogo do dicionário




  • Os jogos sempre fascinaram a humanidade. Os antigos fenícios, 4 mil anos a.C., já se entretinham com esse tipo de passatempo. Na pista dos nossos ancestrais, educadores vêm criando e adaptando jogos que, além de divertir crianças e adolescentes, trabalham noções de organização, planejamento e cooperação - tão úteis no dia a dia da garotada. As opções, para crianças a partir de 4 anos, se adaptam a diferentes gostos e momentos: os jogos de tabuleiro são os preferidos dos mais sossegados. Mas há também os que são ideais para o pátio e põem as crianças para correr. Conheça nesta reportagem seis tipos de jogos e brincadeiras para a turma.









    1. Quatro cores

    Ilustração: Sander
    O azul não encosta no azul, o verde não encosta no verde. Com esse jogo, a turma aprende a planejar e a corrigir

    IDADE A partir de 4 anos.

    O QUE DESENVOLVE Capacidade de planejamento e de análise de erros e coordenação motora.

    COMO FAZER Em uma folha de papel, faça o contorno de uma figura qualquer - um objeto, um animal ou uma forma geométrica. Divida-a aleatoriamente. Para os pequenos de 4 a 6 anos e para os iniciantes de 7 a 10, faça até dez subdivisões para não dificultar muito. Quando sentir que os alunos maiores já dominam a atividade, aumente as subdivisões ou deixe que criem as próprias figuras.

    COMO JOGAR O jogo é individual. Cada aluno recebe quatro canetas hidrocor ou lápis de cores diferentes e a folha com a figura desenhada. Os pequenos podem trabalhar com giz de cera grosso, pintura a dedo e colagem de papéis ou de tecidos. O objetivo é colorir a figura usando as quatro cores sem deixar regiões vizinhas da mesma cor. Áreas limitadas pelo vértice podem ter tonalidades iguais. Se a criança não conseguir completar a figura, dê a ela a oportunidade de repintar algumas áreas.

    VARIAÇÃO É possível trabalhar em duplas. As crianças têm de encontrar juntas uma solução para o desafio.



    2. Jogo do percurso


    3. Ta-te-ti

    Ilustração: Sander
    A meninada não pára nem para piscar nesse jogo que desenvolve o raciocínio e a capacidade de criar estratégias

    IDADE A partir de 6 anos. Crianças de 8 e 9 anos podem registrar as jogadas.

    O QUE DESENVOLVE Capacidade de criar estratégias, rapidez de pensamento, organização e conceitos geométricos de linha e ponto.

    COMO FAZER Em um pedaço de papel, faça as marcações das linhas com uma caneta hidrocor, conforme a figura abaixo. Desenhe as bolinhas no encontro de todas as retas. As pecinhas podem ser feitas de papel: trace três letras X e três círculos em um papel e recorte-os. Se quiser, pinte com cores diferentes. Você também pode utilizar como peças grãos de feijão, tampinhas de plástico ou pedrinhas.

    COMO JOGAR O jogo é disputado entre duas crianças. Cada jogador recebe três peças. O vencedor do par-ou-ímpar inicia colocando uma peça em qualquer lugar do tabuleiro. Os participantes alternam jogadas até terminar a colocação das peças. Ganha quem conseguir alinhar as três na vertical, horizontal ou diagonal. Se não houver vencedor, os jogadores movem as peças pelas linhas, uma por vez, até que um deles vença. Não é permitido pular peças ou casas vazias.



    4. Corrida das dezenas

    Ilustração: Sander
    Mostrar a importância do trabalho em grupo é o destaque desse jogo, que desenvolve o aprendizado das grandezas numéricas

    IDADE A partir de 7 anos.

    O QUE DESENVOLVE Conceito de grandeza numérica, raciocínio rápido, capacidade de criar estratégias, entrosamento de equipe e habilidade de movimento.

    COMO JOGAR A classe é dividida em quatro equipes. Um jeito interessante de unir os alunos é fazer uma brincadeira com fitas coloridas. Quem pegar os fios de mesma cor fica em uma equipe. Use a quadra de vôlei ou trace, com giz, duas linhas paralelas, distantes de 5 a 10 metros uma da outra, no chão do pátio. Os grupos se organizam lado a lado atrás de uma linha. Seus integrantes dispõem-se em fila. Na outra linha e na mesma direção de cada grupo, fica um balde vazio. Cada grupo recebe uma bola de futebol, três bolas de tênis e nove bolinhas de gude (em caixas de sapato separadas) e nove contas de colar ? ou outras bolinhas menores que as de gude - num pratinho. As bolas simbolizarão, da maior para a menor, o milhar, a centena, a dezena e a unidade. Escolha um número até 1399 (pois há apenas uma bola para o milhar e outras três para a centena) e dê um ou dois minutos para a equipe definir sua estratégia para representálo com as bolas. O primeiro de cada fila pega uma das bolas do conjunto, coloca em uma colher de sopa e leva até o balde. Se a bola cair no caminho, a criança deve voltar ao ponto inicial e refazer o percurso. A bola de futebol é a única que pode ser levada com pequenos chutes, caso caia no chão. Os alunos voltam e entregam a colher ao próximo da fila. Eles se revezam até conseguir levar a quantidade suficiente de bolas para montar o número. Cada criança pega uma bola por vez em qualquer ordem, a da dezena antes da centena, por exemplo. Caso a equipe perceba que carregou uma bola errada, terá de gastar uma passagem para trazê-la de volta. A equipe que terminar primeiro grita: ?Formamos!? Você confere. Se o grupo que chegou primeiro formou corretamente, é o vencedor. Conte também os números dos outros grupos para verificar o aprendizado. E parabenize todos que chegaram à resposta correta. Faça outras partidas, alternando números com milhar, centena, dezena e unidade, até que o interesse da turma diminua.



    5. Jogo da onça

    Ilustração: Sander
    A criançada desenvolve o raciocínio lógico e a noção de estratégia nesse tabuleiro

    IDADE A partir de 8 anos.

    O QUE DESENVOLVE Capacidade de criar estratégias, concentração e noção de linhas e direção.

    COMO FAZER Conte para a turma que esse jogo é praticado pelos índios Bororo, da aldeia Meruri, no Mato Grosso. Para que seus alunos joguem como os pequenos índios, leve a turma a um espaço em que o chão seja de areia. Caso a escola não tenha um lugar assim, desenhe o tabuleiro no pátio com giz ou em um pedaço de papel com caneta hidrocor. Ensine cada dupla a traçar seu tabuleiro. Dê 14 feijões e um milho ou 14 pedrinhas iguais e uma maior para cada dupla. Os feijões ou as pedrinhas serão os cães; o milho ou a pedra maior, a onça. Peça a eles que disponham as peças no tabuleiro, conforme o gráfico abaixo.

    COMO JOGAR Duas crianças participam. Os jogadores decidem no par-ou-ímpar quem vai ser a onça e quem vai representar os 14 cachorros. A peça que representa a onça fica bem no centro do tabuleiro e as demais, atrás, à direita e à esquerda. A onça começa. Tanto ela como os cães podem andar uma casa vizinha vazia por vez, em qualquer direção. A onça ganha se conseguir ?comer? cinco cães, como no jogo de dama ? pulando o cachorro e se dirigindo à próxima casa vazia. Ela também pode ?comer? cães em sequência, seguindo o mesmo princípio. Os cachorros não podem ?comer? a onça. O objetivo é cercá-la por todos os lados. A dica aos cães é encurralar a onça para o espaço representado pelo triângulo no tabuleiro ? uma espécie de armadilha para capturá-la. Na próxima jogada, os papéis se invertem. O jogador que era a onça passa a representar os cachorros, e vice-versa.



    6. Jogo do dicionário

    Ilustração: Sander
    Os alunos ampliam o vocabulário com essa atividade que enfatiza a importância do trabalho em grupo

    IDADE A partir de 8 anos.

    O QUE DESENVOLVE Capacidade de usar o dicionário corretamente, o interesse pela descoberta de novas palavras e o espírito de pesquisa.

    COMO FAZER Com uma caneta, divida uma placa quadrada de EVA de 80 centímetros de lado em 16 espaços. Cada um deve ter 20 centímetros. Em um outro pedaço quadrado de EVA de 60 centímetros de lado, risque nove casas. No mesmo material, faça um alfabeto completo e mais um jogo só de vogais. As letras têm de medir de 16 centímetros a 18 centímetros de altura. Num dos diagramas, fixe as consoantes com cola quente e no outro, as vogais. Como há 21 consoantes e o diagrama tem apenas 16 casas, elimine as menos comuns: k, x, y, w e z. Na tabela das vogais, repita algumas. Providencie um dado grande e confeccione um saquinho. Todos os alunos precisam de um dicionário.

    COMO JOGAR Divida a classe em duas equipes. Sorteie duas crianças de cada grupo: uma jogará o dado e a outra será o porta-voz. Os times estabelecem quem inicia a partida. O primeiro grupo joga o dado. O número que sair será o correspondente ao de arremessos de um saquinho de areia nos diagramas. Se o saquinho cair entre duas letras, ela tenta de novo. Seu objetivo é formar o início de uma palavra que o grupo vai completar usando o dicionário. Enquanto saem as letras, as crianças dos dois grupos acompanham a sequência da palavra no dicionário. Depois de acabados os arremessos, dê 30 segundos para que o porta-voz do grupo levante a mão, leia a palavra e seu significado. O professor confere se o termo está de acordo. Caso não esteja, a outra equipe tem a chance de responder. Nem sempre é possível formar palavras, mas isso não é problema. O jogo combina sorte e conhecimento. A criança que está jogando o saquinho acaba mirando em letras que formam uma palavra que ela tenha em mente. Não é necessário acumular pontos. A cada rodada uma equipe sai vencedora. Da próxima vez, um integrante da equipe adversária joga o dado.



    Nova Escola

    Ilustração: Sander
    Aqui a criançada treina a soma e conta com a sorte para chegar primeiro ao fim do tabuleiro

    IDADE A partir de 4 anos.

    O QUE DESENVOLVE Cálculo, conceito de correspondência entre quantidade e número e respeito a regras.

    COMO FAZER Em um papelão quadrado de 40 centímetros de lado, trace um caminho. Para crianças de 4 anos, faça um trajeto reto de até 50 casas. Como elas ainda não conhecem bem os números, pinte as casas de seis cores diferentes e na sequência ? as mesmas cores deve ter o dado, construído com um cubo de madeira. Nessa versão, a criança joga o dado e salta para a primeira casa à frente com a cor correspondente. Dica de tema: levar o coelhinho à toca. Para os alunos de 5 e 6 anos, o caminho pode ser sinuoso, em ziguezague, espiral ou circular, com 50 a 80 casas. Utilize dois dados numerados de 1 a 6 para que eles somem os resultados antes de seguir o percurso. Crie regras para dificultar. Exemplo: se cair na casa vermelha, fique uma vez sem jogar. Dica de tema: viagem à Lua. Para os maiores de 7 anos, o caminho pode ter 100 casas e bifurcações. Dica de tema: reciclagem. Exemplo de regra: você jogou lixo no chão. Volte duas casas. Tampas plásticas ? como as de refrigerante - servem de peões.

    COMO JOGAR Jogam de duas a quatro crianças. Cada uma escolhe um peão. Quem tirar o maior número no dado é o primeiro. As demais entram na sequência, de acordo com suas posições na mesa. Cada um joga o dado e anda com seu peão o número de casas que tirou. Ganha quem chegar primeiro.

    LEMBRETES Não numere as casas para não tornar o jogo confuso ? os números sorteados no dado significam a quantidade de casas que a criança deve andar e não a casa que ela deve ocupar. Encape o tabuleiro com plástico adesivo transparente ou passe cola branca com um rolinho de espuma para aumentar a durabilidade.



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    Brincando com regras





    Ao impor desafios, o dominó e o jogo do varal ensinam turma de pré-escola de Curitiba a encarar vitórias e derrotas com naturalidade

    Viver em sociedade significa lidar com regras o tempo todo e na escola não é diferente. Mas será que desde pequeno é preciso conviver com normas? Quando se avaliam os benefícios desse trabalho, a resposta fica clara: sim. Os jogos de regras, aqueles que se jogam em grupo segundo normas preestabelecidas e visando um objetivo, são importantes na Educação Infantil. Além de mostrar que as restrições podem representar desafios divertidos, eles desenvolvem questões importantes, como a adequação a limites, a cooperação e a competição. A professora Cinthia Dolgan Oliveira, da CEMEI Colombo, em Curitiba, trabalha com vários deles em sua sala de 5 e 6 anos. Ela ressalta a importância de uma boa preparação antes de iniciar as partidas. "A classe só se concentra quando entende a lógica do jogo", diz. É por isso que a atividade com o dominó tem duas etapas. Primeiro, ela apresenta peças gigantes. Cada criança recebe uma e, em sua vez, tem de encaixá-la numa das pontas. Quando todos entendem a dinâmica, Cinthia divide a garotada em grupos de quatro.Cada um recebe sete peças e a partida começa. O principal ponto, no início, é que as regras sejam compreendidas e que todos se adaptem a elas. Esperar a vez é uma das determinações mais difíceis de cumprir. Assim, não é aconselhável formar grupos grandes. A primeira satisfação da criança é se sentir ativa e participante. Isso determina seu interesse pela atividade.



    Ganhar e perder

    Os pequenos jogam uns contra os outros, mas nem sempre têm consciência da competição. "Ainda não é claro que, para um ganhar, outro deve perder", explica a psicopedagoga Lia Leme Zaia, de Campinas."É normal, portanto, que o grupo diga que ganhou no final. "A percepção de que existe um vencedor vem aos poucos, e o professor deve intervir apenas questionando sobre o objetivo do jogo e se todos chegaram a ele. Quando a criança passa a identificar a vitória e a derrota, outras questões se colocam. É natural que ela queira ganhar e, para que isso aconteça, fatores como sorte, habilidades específicas e estratégia entram em cena. Introduzir jogos que demandem diferentes capacidades (domínio do raciocínio matemático, conhecimento do alfabeto, desenvolvimento motor etc.) é importante, pois os pequenos notam que há aqueles em que vencem com mais facilidade e outros que não dominam tão bem.Ao perceber a condição de ganhador e perdedor como transitória, fica mais fácil aceitar a derrota e, no caso de vitória, não desrespeitar quem perdeu. "Muitos professores da Educação Infantil têm receio de propor jogos de regras por temer o sentimento de fracasso e frustração", ressalta a pedagoga Maria Carolina Villas Bôas, de São Paulo."Mas o ganhar e o perder ainda não carregam nessa fase o mesmo valor que têm para os adultos." Outro ponto é a importância de respeitar as regras, o que não é difícil: os próprios colegas se encarregam de cobrar o uso delas."Os combinados são aceitos pelo prazer de estar junto com os outros", explica Maria Carolina."O que não se submete tem dificuldade de encontrar parceiros." Na Educação Infantil, a garotada está mais voltada para a própria jogada, ainda não antecipa a do colega e nem prevê os próximos passos. À medida que se familiariza com as regras, a criança desenvolve uma visão mais geral e percebe que isso ajuda a dominar os truques e jogar melhor.



    Hora de cooperar

    Ganhar é gostoso, mas você, professor, deve encontrar maneiras para que a competição não seja sempre a tônica. A alternância entre jogos cooperativos - em que não há adversários e o único objetivo é cumprir as regras propostas - e competitivos é uma boa maneira de trabalhar a noção de que jogar é o mais divertido. A professora Cinthia costuma propor o jogo do varal - feito pela própria garotada com cartolinas coloridas -, em que cada um tem sua vez para pendurar uma figura de roupa em uma corda estendida na sala. São lançados três dados, um com o tipo, outro com a cor e um terceiro com o tamanho da peça e é necessário encontrar em um montinho uma figura que corresponda às características sorteadas. A professora estimula todos a se ajudar,o que faz com que assistam ao lance dos colegas e se sintam envolvidos. A cooperação não pode acontecer apenas quando não há competição, e Cinthia percebe que a dinâmica do jogo do varal incentiva os que têm mais facilidade a dar dicas aos amiguinhos em outros momentos, até mesmo quando jogam dominó,por exemplo. Essa atitude é positiva, mas cabe ao professor garantir que todos joguem por si e não deleguem sua participação aos outros, mesmo que demorem mais ou precisem de ajuda num ponto. Assim, o interesse se mantém e barreiras são superadas. Com o tempo, a classe ganha experiência e muitas vezes chega a propor outras regras aos jogos conhecidos. Por mais complicadas que elas sejam, é interessante experimentar o novo regulamento. "Isso significa que a garotada refletiu sobre a atividade ou que quer compartilhar outra versão", diz Maria Carolina. Esse envolvimento pode ser um ponto de partida para discutir as regras. Afinal, quem disse que no uso de normas não há espaço para a criatividade?

    OUTRAS OPÇÕES PARA A PRÉ-ESCOLA
    JOGO DA MEMÓRIA Com o objetivo de levar os pequenos a identificar figuras iguais, desenvolve a localização espacial e a quantificação das cartas tanto por meio da contagem como da comparação do tamanho dos montes.



    GATO E RATO O gato tem de furar o círculo que os colegas fazem com as mãos dadas para proteger o rato, que fica no centro. Trabalha tanto a cooperação visando um objetivo como a questão motora.



    JOGOS DE PERCURSO Em um tabuleiro, os participantes lançam dados que determinam quantas casas o peão deve percorrer. Como envolve sorte, iguala participantes com diferentes habilidades e desenvolve o conhecimento numérico.



    BOLICHE O número e a posição das garrafas é indiferente. Nesse jogo, é preciso contar e registrar os pontos e afinar a habilidade com a bola.

    Participar de jogos de regras...



    Desenvolve a criação de estratégias.



    Trabalha limites para viver em grupo.



    Estimula acooperação e acompetição positiva



    http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/4-a-6-anos/brincando-regras-428034.shtml


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     Projeto para trabalhar auto estima e respeito dos professores



    Este projeto é u esbolço rápido de atividades e sujestões para trabalhar atividades entre professores, para melhorar a auto estima e a interação entre os professores, para compartilhares e interagiram entre si.


    Tema: Auto Estima em Alta





    Autora: Andreza Melo



    Duração: 01 semana



    Objetivo Geral: Estimular a auto estima dos professores



    Objetivos especificos:

    -Desenvolver dinamicas e brincadeiras entre professores

    -Promover a socialização e interação entre os educadores

    -Estimular a não competição entre os colegas



    Atividades a serem desenvolvidas:

    Dinamica de grupos:

    Gente Celebre



    Esta é uma atividade de dinâmicas de grupo que facilita a integração entre os elementos do Grupo, criando um ambiente positivo.



    Características gerais: Atividade de grupo

    Tipo: Jogo de Dinâmica de Grupos - Inter-relacionamento e desbloqueio inicial

    Faixa etária: a partir dos 10 anos

    Duração aproximada: 20 minutos

    Material: Cartões com nomes de celebridades e alfinetes.



    1. À medida que cada participante entra na sala, o animador prega-lhes um cartão nas costas.



    2. Os participantes andam pela sala e tentam adivinhar que são fazendo perguntas de sim ou não aos parceiros.



    3. Quando alguém descobrir quem é, prega o cartão no peito e continua a andar e a ajudar os outros.



    Variantes:
    Experimentar jogar sem falar e alternar as personagens




    Após essa atividades disponibilize aos professores um texto qu fale da importancia do educador na vida da criança. Após a leitura faça debates:



    Qual a sua importancia para a escola?

    Qual a sua importancia para uma criança?

    vc acredita que daqui a uns 10 anos uma criança ou um pai lembrará de vc?

    Qual a importancia da escola para vc?

    E a vida da cirnaça para vc?



    *Transforme esse debate em um momento de desabafo.



    O que vc mudaria na escola?

    O que vc pode mudar em vc?

    Vc é feliz?

    Já fez alguem feliz?



    - Confecção de cartazes para boas vinda as criança.

    - Montagem de uma peça de Teatro que o tema seja RESPEITO, e aprsentação para as crianças.

    - No ultimo dia promova um encontro entre os professores, como um café da manhã ou um chá.



     Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 02h35 PM
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    Links

    NACIONAIS

    http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/...

    (Série da BBC sobre Síndrome de Down)



    http://www.sindromededown.com.br/

    (CEPEC-SP)



    http://www.carpediem.org.br/index.asp

    (Carpe Diem-SP)



    http://www.reviverdown.org.br/

    (Reviver Down - Curitiba)



    http://www.aforcadobem.org.br/

    (A Força do Bem)

    INTERNACIONAIS

    Down Syndrome Health Issues - Site do pediatra americano e pai Dr Len Leshin, traz explicações científicas sobre várias polêmicas da SD

    http://www.ds-health.com/



    National Down Syndrome Society - Site que congrega as principais associações americanas

    http://www.ndss.org/



    Down´s Syndrome Association - Associação da Grã-Bretanha. Informação em geral - tem textos ótimos para download

    http://www.downs-syndrome.org.uk/



    The Down Syndrome Educational Trust - Fundação da Grã-Bretanha dedicada à educação e desenvolvimento das pessoas com Síndrome de Down

    http://www.downsed.org/



    Adult Down Syndrome Center - Material sobre questões médicas na fase adulta

    http://www.advocatehealth.com/adultdown/



    Down Syndrome International - Federação das organizações internacionais comprometidas com a garantia dos direitos humanos e da qualidade de vida das pessoas com Síndrome de Down. Criadora do Dia Internacional da síndrome de Down - 21/3

    http://www.down-syndrome-int.org/



    Disability Solutions - Não só sobre SD, mas pode-se consultar todas as

    edições antigas da revista desde 1999

    http://www.disabilitysolutions.org/



    Down Syn Listserv - Grupo de discussão americano (mas cheio de estrangeiros de todo o mundo)

    http://listserv.nodak.edu/archives/down-syn.html



    Fundación Iberoamericana de Síndrome de Down - Provavelmente o melhor site sobre SD da atualidade (Baseado na Espanha, mas com conteúdo de outros países de língua espanhola)

    http://www.down21.org/



    Fundación Síndrome de Down de Cantabria - O melhor site em termos de pesquisas científicas. Link para a Revista Síndrome de Down, com artigos

    disponíveis para download

    http://www.downcantabria.com

     Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 02h29 PM
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    O autismo é um transtorno definido por alterações presentes antes dos três anos de idade e que se caracteriza por alterações qualitativas na comunicação, na interação social e no uso da imaginação.



    DEFINIÇÃO DA AUTISM SOCIETY OF AMERICAN ? ASA (1978)

    Autism Society of American = Associação Americana de Autismo.



    O autismo é uma inadequacidade no desenvolvimento que se manifesta de maneira grave por toda a vida. É incapacitante e aparece tipicamente nos três primeiros anos de vida. Acomete cerca de 20 entre cada 10 mil nascidos e é quatro vezes mais comum no sexo masculino do que no feminino. É encontrado em todo o mundo e em famílias de qualquer configuração racial, étnica e social. Não se conseguiu até agora provar qualquer causa psicológica no meio ambiente dessas crianças, que possa causar a doença.



    Segundo a ASA, os sintomas são causados por disfunções físicas do cérebro, verificados pela anamnese ou presentes no exame ou entrevista com o indivíduo. Incluem:



    1. Distúrbios no ritmo de aparecimentos de habilidades físicas, sociais e lingüísticas.

    2. Reações anormais às sensações. As funções ou áreas mais afetadas são: visão, audição, tato, dor, equilíbrio, olfato, gustação e maneira de manter o corpo.

    3. Fala e linguagem ausentes ou atrasadas. Certas áreas específicas do pensar, presentes ou não. Ritmo imaturo da fala, restrita compreensão de idéias. Uso de palavras sem associação com o significado.

    4. Relacionamento anormal com os objetivos, eventos e pessoas. Respostas não apropriadas a adultos e crianças. Objetos e brinquedos não usados de maneira devida.



    Fonte: Gauderer, E. Christian. Autismo e outros atrasos do desenvolvimento: guia prático para pais e profissionais. Rio de Janeiro: Revinter; 1997. pg 3.



    DEFINIÇÃO DO DSM-IV-TR (2002)

    O Transtorno Autista consiste na presença de um desenvolvimento comprometido ou acentuadamente anormal da interação social e da comunicação e um repertório muito restrito de atividades e interesses. As manifestações do transtorno variam imensamente, dependendo do nível de desenvolvimento e da idade cronológica do indivíduo.





    DEFINIÇÃO DA CID-10 (2000)

    Autismo infantil: Transtorno global do desenvolvimento caracterizado por: a) um desenvolvimento anormal ou alterado, manifestado antes da idade de três anos, e b) apresentando uma perturbação característica do funcionamento em cada um dos três domínios seguintes: interações sociais, comunicação, comportamento focalizado e repetitivo. Além disso, o transtorno se acompanha comumente de numerosas outras manifestações inespecíficas, por exemplo: fobias, perturbações de sono ou da alimentação, crises de birra ou agressividade (auto-agressividade).



    Fonte: http://www.autismo.com.br



    Algumas perguntas e respostas sobre o autismo


    Perguntas e respostas sobre: Autismo

    O que é Autismo?Autismo é uma doença grave, crônica, incapacitante que compromete o desenvolvimento normal de uma criança e se manifesta tipicamente antes do terceiro ano de vida. Caracteriza-se por lesar e diminuir o ritmo do desenvolvimento psiconeurológico, social e lingüístico. Estas crianças também apresentam reações anormais a sensações diversas como ouvir, ver, tocar, sentir, equilibrar e degustar. A linguagem é atrasada ou não se manifesta. Relacionam-se com pessoas, objetos ou eventos de uma maneira não usual, tudo levando a crer que haja um comprometimento orgânico do Sistema Nervoso Central.



    É uma doença de fundo orgânico ou emocional?Antigamente, supunha-se uma causa orgânica, mas com o avanço da literatura psicanalítica surgiu a hipótese de que os pais seriam, de certa maneira, os causadores desta problemática. Atualmente, esta teoria caiu totalmente em desuso devido à enorme gama de estudos científicos, documentando um comprometimento orgânico neurológico central. O tratamento está, obviamente, centrado nestas novas descobertas, conforme os artigos incluídos neste livro. Esta mudança nos conceitos obriga a uma reformulação teórica, difícil de ser aceita por certos grupos que até então detinham o controle e o poder de tratamento destas crianças e que se vêem ameaçados com estas novas descobertas. É importante que os pais tenham conhecimentos atualizados para poderem questionar ou escolher o tratamento adequado para seus filhos.



    E os pais têm culpa?Antigamente, a literatura psicanalítica formulava a hipótese de que os pais eram esquizofrenogênicos; ou do tipo "frio" e causadores da problemática de seus filhos. Hoje em dia, este conceito não é aceito, documentando-se nestas crianças, conforme já foi mencionado, um comprometimento orgânico-neurológico central. É claro que nenhum pai quer por vontade própria ter um filho doente ou lesado. É claro, também, que existem situações onde os pais interferem na evolução adequada dos filhos, mas isto não ocorre no Autismo e o diagnóstico diferencial é bastante fácil.



    O autismo tem cura?

    A grande maioria dos estudiosos sobre autismo ainda afirma que o autismo não tem cura. Existe um grande número de casos de autistas com um nível de recuperação muito satisfatório, muitos deles tendo concluído um curso superior ou se casado, mas mesmo nestes casos não se fala em cura, pois muito embora algumas pessoas temham conseguido um desenvolvimento considerado excelente, as suas características de autismo permanecem por toda a vida.



    O que os pais podem fazer de objetivo para ajudar o seu filho ou a si próprios?

    Inicialmente, apesar de todo o sofrimento emocional eles devem encarar e enfrentar o problema de frente. Como? Procurando ajuda profissional especializada, competente, atualizada e séria.



    Como eles podem avaliar isto?Perguntando, solicitando informações de outros e, obviamente, também do profissional. Em outras palavras, nada de cerimônias. Está em jogo o tratamento do seu filho. Além disto, devem estar em contato com outros pais para troca de experiências e vivências e com isto evitar a repetição de dificuldades, erros ou problemas. A criação de uma Associação de Pais e Amigos de Crianças Autistas tem surtido bons efeitos em outros países, e à semelhança da APAE (Associação de Pais e Amigos do Excepcional) pode permutar conhecimentos, pesquisas e avanços nesta área. É crucial uma informação adequada dos pais sobre esta doença. Estas associações dão também uma sensação de coesão e meta, com isto podendo-se pressionar órgãos governamentais visando aos interesses destas crianças. Pode-se, também, levantar fundos junto a empresas e pessoas físicas para ajudar os menos favorecidos. A vantagem global da participação dos pais nestas atividades é que isto lhes dá a sensação de estar fazendo algo e não apenas esperando alguém fazer algo por eles. Isto lhes mitiga a sensação de impotência e inadequacidade. Também é importante a publicação de literatura específica e periódica, assim como o convite de especialistas para a troca de vivências e atualização.



    Existe tratamento?Sim, e este vem evoluindo a cada ano que passa, não só na área escolar como também médica. Em linhas gerais, a abordagem destas crianças é semelhante à do deficiente mental grave, usando-se técnicas comportamentais visando a induzir uma normalização de seu desenvolvimento e lhes ensinando noções básicas de funcionamento, tais como vestir, comer, higiene etc. São utilizadas, também, técnicas especiais de educação detalhadas em grande profundidade neste livro. O uso de medicamentos, tentando normalizar processos básicos comprometidos, está sendo investigado, como é o caso da fenfluramine. O uso de medicação sintomática, para tentar controlar melhor o comportamento destas crianças, tornando-as mais fáceis de tratar com técnicas escolares e comportamentais, está muito desenvolvido. O resultado final é muito mais favorável, atualmente, do que há algum tempo atrás.



    O autismo piora com o tempo?O autismo não tem caráter progressivo, mas o desenvolvimento do quadro associado a fatores de idade e crescimento varia bastante. Alguns autistas apresentam um aumento nos problemas de comportamento principalmente ao entrar na adolescência; problemas anteriores podem exacerbar-se agravados ainda pelo crescimento físico.Há relatos de aparecimento de crises epilépticas nesta fase. A maioria dos estudiosos acredita que o autista, ao atingie a idade adulta, tende a apresentar melhora no quadro geral de comportamento. Um aspecto bastante curioso é que as pessoas autistas tendem a parecer sempre mais jovens do que realmente são.



    Meu filho não fala.Quanto mais eu falar com ele mais depressa ele vai aprender a falar?Na verdade, não. Uma criança autista em geral tem uma compreensão bastante restrita da linguagem. Se a criança tem nível funcional baixo, deve aprender a se comunicar de forma análoga á que um estrangeiro aprende uma nova língua: em pequenos passos, com refências concretas e muitas repetições. Se a criança é ecolálica ( repete palavras ou frases anteriormente ouvidas), quanto mais falarmos com els, mais material de repetição estaremos fornecendo, e estaremso aumentando a defasagm entre linguagem e comunicação. Ecolalia não é comunicação. Não basta saber falar para se comunicar.

    Em crianças autistas com inteligência normal, o processo de aquisição da linguagem, de uma forma geral precisa de muito apoio, pois, diferentemente do que ocorre entre o uso das palavras e a compreensão de seu significado.



    Até que idade posso ainda ter esperança que meu filho venha a falar?

    Em autismo é quase impossível afirmar-se categoricamente alguma coisa, pois sempre correremos um grande risco de errar. Contudo, há casos de crianças autistas de alta nível de funcionamento que começam a falar as primeiras palavras perto dos quatro anos de idade e passam a dominar a comunicação verbal em tempo relativamente curto. Há relatos de casos de crianças que iniciaram o processo da fala aos sete anos de idade, mas isto não é o usual, e alguns pais se agarram a estes casos de aparecimento tardio da fala sempre na esperança de que os filhos venham a falar a qualquer momento.

    Isto não é bom, pois,quando os filhos não falam, os páis acabam se frustrando e desviando a atenção de intervenções importantes que poderiam ser efetuadas.

    O principal problema de crianças de nível de funcionamento mais baixo, em relação à comunicação, está na falta de intenção de se comunicar, e não tanto na ausência de linguagem verbal. É também bastante comum que crianças autistas, independentemente de seu nível de desenvolvimento,apresentando uma linguagem verbal bastante fluente, não tenham uma compreensão clara do mecanismo de causa e efeito envolvido na comunicação, e não saibam, por exemplo que se faz uma pergunta com o intuito de receber uma resposta ou que quando temos problemas podemos pedir ajuda utilizando as palavras.

    Iniciar um processo de comunicação alternativa tem sido uma prática cada vez mais comum, pois, ao contrário de que muitas pessoas pensavam , a introdução de uma comunicação alternativa, por exemplo o PECS, tem ajudado o desenvolvimento da linguagem verbal, nos casos em que isto é possível, contribuindo na organização do pensamento e na percepção de que o ato de comunicar-se pode ter consequências.



    Como a educação pode ajudar uma criança autista?A educação é uma das maiores ferramentas para ajudar uma criança autista em seu desenvolvimento, para não dizer até que é a maoir delas.Atualmente existem algumas variações de abordagens masi utilizadas para o ensino especial de crianças autistas, mas a maioris delas concorda nos ponto fundamentais.

    Na maioria dos métodos de educação especializados para a criança autista,inicia-se por um processo de avaliação para poder selecionar os objetivos estabelecidos por área de aprendizado. A forma de levar a criança aos objetivos propostos varia conforme o método adotado, mas na grande maioria dos métodos a seleção de um sistema tem tanta importância quanto as estrátegias educacionais adotadas.

    A educação vista desta forma tem como meta ensinar tanto matérias acadêmicas quanto coisas que outras crianças costumam aprender através da própria esperiência, como comer e vestir-se e forma independente.



    Como reconhecer se uma terapia está realmente auxiliando meu filho?

    Uma regra que simplifica bastante as coisas é: "Sempre que for tentar alguma coisa nova, tente-a sabendo claramente o porquê".Isto se você souber qual a proposta da terapia e quais os benefícios esperados, você souber qual a proposta da terapia e quais os benefícios esperados, você terá como avaliar a eficiência desta terapia.

    Por exemplo, tomemos a comunicação como base do raciocínio. Se alguem lhe disser que com determinado tratamento a comunicação de seu filho vai melhorar, é importante perguntar a esta pessoa o que ela entende por comunicação, de que maneira isto vai melhorar em seu filho e, por último, em que consiste o tratamento.



    Sempre que alguem tenta colocar limites no meu filho, ele grita e fica muito nervoso. O que fazer?Se o seu filho é autista é importante que você analíse bem esta importante questão.Em primeiro lugar, é necessário reconhecer a importância de colocar limites, e isso às vezes é muito difícil para qualquer pessoa.

    Mas atenção, não tente colocar todos os limites ao mesmo tempo, porque na maioria das vezes é impossível. Faça uma lista dos comportamentos que precisam de limites,estabeleça prioridades e aposte na coerência.

    A resistência à tentativa de colocação de limites é normal, mas o mais frequente é que esta resitência diminua e a criança passe a adotar rapidamente padrões mais adequados de comportamento.



    Como interagrar uma criaça autista comprometida?

    De forma geral, a integração social de uma pessoa autista não é um empreendimento fácil,porque envolve a tarefa de colocar em um meio social não preparado uma pessoa ( autista ) de comportamentos estranhos e desconhecidos para todas as outras pessoas.

    Muitas pessoas acham que a sociedade deve aprender a conviver com a diferença mesmo que iste implique algumas vezes em pssar por situações constrangedoras.

    Talvez uma forma de encarar este problem mais claramente seja vê-lo como um processo que envolve a educação tanto da pessoa autista como das demais pessoas envolvidas.Então veremos que o importante é começar selecionando prioridades e, dentro destas, começar pelas mais fáceis, e por períodos curtos de tempo, incrementendo o processo na medida em que ele se desenvolve.É bom lembrar que nível de dificuldade e duração ( tempo ) são dois fatores de igual importância e devem ser aumentados separadamente.



    Que tipo de conteúdos escolares uma criança autista em grau leve pode chegar a acompanhar ou aprender?

    Depende da criança também, é claro, do tipo de apoio que ela receber.Considerando uma criança autista,alfabetizada e acompanhando uma sala regular, é muito importante planejar apenas em curto prazo, enfrentando um pequeno desafio de cada vez.Assim é possível analisar o resultado de cada passo, dimensionar uma possível mudança de estratégia, recuar um pouco quando necessário e avançar masi no que for possível.

    Planejar em longo prazo pode ser um erro muito comprometedor com este tipo de criança.Portanto, como em muitas outras coisas, devemos evitar a ansiedade e o exagero das expectativas.



    Como agir com meu filho/filha autista, na vida familiar quotidiana?A vida familiar costuma passar por uma violenta crise nos primeiros momentos que se seguem ao diagnóstico, mas em pouco tempo ele ntende a passar por algumas adaptações para acomodar-se à nova situação.

    Um dos primeiros pontos, e um ponto importante, é que os membros da família têm que conviver uns com os outros. Provavelmente a pessoa com diagnóstico de autismo vai ter uma difuculdade adicional para compreender as regras sociais mais simples. Ao mesmo tempo em que a pessoa autista não vai saber preservar seu próprio espaçao, pode tender a invadir o dos outros.

    Portanto, é muito importante tentar desde nuito cedo colocar claramente limites tanto para preservar o espaço da criança autista quanto dos demais membros da família.



    Por que o atraso do desenvolvimento?

    Não se sabe exatamente todas as causas que levam ao Autismo, conseqüentemente não se consegue explicar corretamente o porquê do atraso do desenvolvimento. Sabe-se, porém, que ele é devido a um comprometimento neurológico central, com alterações no funcionamento de enzimas que levam as células cerebrais a não funcionarem adequadamente, acarretando, quando comprometidas, problemas diversos. Muitas pesquisas têm sido feitas nesta área e descobertas importantes estão vindo à tona, para exatamente melhorar e acelerar este atraso de desenvolvimento.



    As crianças com Autismo têm atraso mental?

    Infelizmente, cerca de 70 a 80% apresentam uma defasagem intelectual importante. Cerca de 60% têm inteligência abaixo de 50 em testagens de QI, 20% apresentam um QI entre 50-70 e apenas 20% têm um QI acima de 70. A maioria mostra uma variação muito grande com relação ao que objetivamente podem fazer e oscilam muito de época para época. Não se sabe explicar exatamente o porquê da associação entre Autismo e deficiência mental, mas parece que o retardo mental está relacionado ao mesmo problema básico que gerou o Autismo. Por outro lado, por não conseguirem interagir adequadamente com o meio ambiente, aumentam ainda mais a sua defasagem intelectual.



    Qual a incidência desta doença?Ela é baixa, acontecendo em cinco entre dez mil crianças e é quatro vezes mais comum em meninos do que em meninas. Ela pode ocorrer em toda e qualquer família, independente de seu grupo racial, étnico, sócio-econômico ou cultural.



    Irmãos podem apresentar esta doença?Outrora, não se acreditava que isto poderia ocorrer. Estudos mais recentes indicam que esta doença tem certas características de herança autossômica recessiva. Existe a possibilidade de um irmão apresentar algo semelhante. Porém, do ponto de vista prático, esta possibilidade é muito remota.



    Qual a diferença entre Autismo e esquizofrenia?

    Existem autores que consideram Autismo uma forma precoce de esquizofrenia (SCZ) infantil, outros são de opinião que constituem entidades diversas. Pessoalmente, acho que existem mais dados confirmando a hipótese de serem diferentes. O Autismo se manifesta antes dos três anos de vida, a esquizofrenia mais tarde. No Autismo o comprometimento é geral, inclusive motor, na esquizofrenia é especificamente na área do pensamento. O sentir também está alterado, mas, enquanto na SCZ só o relacionamento com pessoas não é adequado, no autista o problema é mais global e abrangente. A história familiar do autista não mostra, geralmente, outros parentes com p

     Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 01h21 PM
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    A Arte Auxilia a Criança no Processo de Aprendizagem nos Anos Iniciais?

    A questão da educação gira sempre em torno da criação e da criatividade: ao aprender, estamos criando um esquema de significados que permite interpretar nossa situação e desenvolver nossa ação numa certa direção. A arte deve extrapolar as dimensões da escola ultrapassando a teoria do pensamento artístico. Toda cultura e todo o meio em que se vive têm suas próprias características, seus padrões, valores, normas, idéias e objetivos, que são transmitidos e reforçados para as gerações que em nela se vive. De modo geral, a cultura na qual a criança cresce prescreve conteúdos, métodos e modos em que ela deverá ser treinada, estabelecendo assim atitude e valores a serem implantados. Dessa forma, o ensino da arte deve ser voltado à parte intelectual e social do individuo, fazendo assim com que ele ultrapasse suas próprias barreiras do conhecimento. Assim sugere Lima, ?A inteligência, vai se construindo, na medida que vai descobrindo e inventando. Para a criança, o mundo deve ser reinventado e, na medida em que a criança reinventa o mundo, desenvolve a sua inteligência?.1

    É a função primordial da Arte objetivar o sentimento de modo que possamos contemplá-lo e entendê-lo. Através do ponto de vista da pessoa que cria, em termos de fisiologia e temperamento, hábitos e valores, também pode ser processos mentais, motivação, percepção, aprendizado, pensamento e comunicação e potencialidade. É necessário despertar nas crianças sentimento de amor pela arte.

    Na realidade, muito freqüentemente, a sociedade não utiliza toda a potencialidade da criança, e fecha os caminhos para a utilização de todas as suas possibilidades. É importante que a sala de aula seja um local agradável, gerador espontâneo de motivação ao conhecimento. Um local que não seja constrangedor, que tolha o desenvolvimento do aluno, e sim, facilitador do seu crescimento pessoal. No lugar de obrigação, deve haver satisfação do educando em se fazer presente neste ambiente. A criança deve se sentir livre e a vontade, se sentir segura, o educador deve transformar a criança num ser curioso, despertar a sua imaginação e criatividade, assim sua criatividade e curiosidade se expandem para outras disciplinas, ela precisa ser estimulada a gostar do que faz. O ensino da arte é um dos melhores recursos, afinal, qual a criança que não gosta de pintar, desenhar? Elas na maioria das vezes se expressam através da Arte. É claro que nem sempre uma criança é curiosa é inteligente no ponto de vista educador, mas através da Arte o educador precisa guiar a curiosidade do aluno para os temas culturais e sociais, integrando assim, a criança junto às outras disciplinas, é o educador fazendo um papel de facilitador no processo ensino-aprendizagem.

    No ensino da Arte para os anos iniciais o educador não pode ser o autor, mas sim um coadjuvante. As atividades devem ser feitas exclusivamente pelo aluno, o educador apenas orientará o aluno em sua atividade, para que ela não se desvie do caminho trilhado pelo educador. Todo o educador tem um grande obstáculo, um desafio, cada criança tem a sua própria personalidade, gostos, inquietações e dificuldades, nem sempre um método de ensino e aprendizagem que envolva a arte serve para toda a turma, é preciso que o educador esteja preparado para diferenciar os seus métodos, a criança nesta fase inicial vive em constante mudança, mas nem sempre assimilar todas elas, assim conseguirá fazer da criança uma peça a mais para a construção do seu próprio aprendizado. É preciso dar oportunidade para a criança fazer, e que perca o medo de errar, muitas vezes o ?medo? prejudica a criança a aprender.

    Algumas pesquisas feitas nas escolas mostraram que os educadores do ensino da Arte tem ciência que a Arte ajuda na capacidade de aprendizagem para outras disciplinas, segundo elas o ensino da Arte as torna mais observadoras, despertando a imaginação e estimulando o conhecimento.


     Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 01h16 PM
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    Brinquedos cantados ou brincadeiras cantadas são formas mais elementares de dança, nas quais existem ritmo e movimento, a educação através da música alem de trabalhar para o desenvolvimento cognitivo, afetivo e motor das crianças, contribui também para a formação da personalidade do ser humano.

    É uma atividade completa de grande valor educativo, onde a criança se envolve integralmente. A dança e a musica no ensino fundamental forma uma dupla indispensável para o desenvolvimento da criança, representam a natural expressão de uma infância feliz, e contribui para o desenvolvimento rítmico, corporal, da lateralidade, respiração, percepção visual e auditiva, ajuda também a desenvolver a organização temporal e espacial.

    As brincadeiras cantadas são apresentadas de acordo com o desenvolvimento e a maturidade da criança, brincando de roda exercita o raciocínio e a memória, estimula o gosto pelo canto e desenvolve naturalmente os músculos.

    As atividades devem ser realizadas de forma lúdica, respeitando o nível de compreensão das crianças.

    Os brinquedos cantados mais conhecidos quando crianças são: Roda Cutia, Atirei o Pau no Gato, Ciranda-Cirandinha, Marcha Soldado, O Sapa Não Lava o Pé, Borboletinha, Escravos de Jô, Passa Anel, Boi da Cara preta, etc. Nas datas comemorativas temos: Noite Feliz, Coelhinho da Páscoa, Mãezinha do Céu, enfim são inúmeras cantigas ou canções que escutamos ao longo da nossa infância, as musicas por vezes sofrem modificações ou cortes dependendo de cada região.

    Na nossa cidade a maioria das escolas utilizam brincadeiras cantadas, até mesmos aquelas que tem como alunos crianças especiais com problemas auditivos, ou até mesmo físico, o importante mesmo é a participação de cada um na brincadeira. A brincadeira cantada é o primeiro passo que a criança dá para a socialização, o resto fica por conta da espontaneidade e do relativo controle infantil, que varia de acordo com grau de sociabilidade ou capacidade de disciplina emocional. Não se espera que todas as crianças reajam igualmente a um determinado estimulo, não há preocupação da demora em certos casos, para adquirir um bom controle motor.

    Por outro lado, algumas crianças são mais ativas que outras, então participam mais, é um método de ensino, tanto para entreter as crianças quanto para avaliar sua sensibilidade e educá-las musicalmente. A criança pode se expressar através de brincadeiras, cantos, danças, procurar a forma e o ritmo para melhor transmitir o que pretende comunicar, adquiri uma nova linguagem (alem da verbal, corporal e plástica) que lhe permite transmitir o que sente.


     Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 01h15 PM
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    O Jogo do Uno, que é um jogo que desenvolve habilidades nas crianças auxiliando no seu processo de desenvolvimento, acredito que tudo que é bom tem que ser dividido, na verdade temos diversas marcas que proporcionam para crianças atividades divertidas no seu dia a dia, vamos tomar como exemplo algumas caixas de gelatina, que vem com carinhas para as crianças adivinharem o seu estado emotivo. Joguinhos de quebra cabeça, labirinto, e tantos outros. As vezes não damos conta, mas essas atividades desenvolvem a percepção, habilidares motoras e tantas outras que se for citar não vou para mais de digitar.


    Algumas mães veem isso como perda de tempo, ou dinheiro jogado fora, pois esses produtos geralmente são um pouco acima do valor "normal' de mercado, mas mesmo que a criança brinque só uma vez, se ela o fez e fez bem feito, se desenvolveu a brincadeira ou atividade corretamente isso já foi de grande valia para a criança, quando a criança consegue atingir o objetivo do jogo ou brincadeira além de auxiliar no seu desenvolvimento essas atividades aumentão sua alto estima, faz com que a criança acredite em si e aumente ainda mais o seu potencial. É por isso que temos tambem que supervisionar as brincadeiras e orientar as crianças sobre o ganhar e perder, pois quando a criança perde ela cria um sentido de derrota muito grande, que não é bom, isso pode levá-la a desistir de participar antes mesmo de saber o tipo de brincadeira está em questão.


    Trago agora para vocês alguns produtos de marcas conhecidas e conceituadas que se preocupam com o desenvolvimento infantil.
    Danoninho lança Dinoletras, uma iniciativa inédita com o objetivo de incentivar momentos educativos mais divertidos e gostosos para as famílias brasileiras, principalmente as que têm crianças em fase de alfabetização. A ação é uma oportunidade para as crianças colecionarem as letras do alfabeto e aprenderem brincando. Disponível a partir de junho, as bandejas de 360 gramas com oito potes de Danoninho trazem encartado um envelope com dois cards magnéticos ilustrados com letras coloridas e o mascote da marca, o Dino. A nova embalagem já está nas prateleiras de todos os supermercados nas versões Morango, Frutas Sortidas e Multi Sabores.


    O conceito Dinoletras é um sucesso em diversos países. No Brasil, a promoção reforça a preocupação da marca em oferecer um produto alinhado com as necessidades nutricionais e educacionais das crianças brasileiras. Além de entregar um produto balanceado, Danoninho estimula o aprendizado infantil, conceito já apresentado recentemente no lançamento de Danoninho para Plantar, que incentiva a educação ecológica. Eu já comprei o Danoninho das sementinhas, coloquei para crescer, quando as sementes estiverem brotando eu vou postar as fotos para vocês verem.


    Até mais.


    Andreza S F Melo


    Contribuição para complemento do artigo: Mariana Belley


     Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 01h14 PM
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    Conhecer o desenvolvimento da criança e suas fases é importante para o professor, pois essas informações irá auxilia-lo a compreender o comportamento e desenvolver atividades específicas de acordo com a idade.


    A Criança aos 02 anos de Idade:


    Aos 02 anos a criança demonstra certa independência, é capaz de realizar atividades mais complexa e relaciona-se mais facilmente com adultos e com crianças.


    Desenvolvimento físico e motor:
    - Abre e fecha as portas (com o trinco somente);
    - Sobe e desce da cama sozinha;
    - Sobe escadas colocando os dois pés nos degraus;
    - Corre relativamente bem;
    - Participa do ato de despir-se e descalçar-se;
    - Faz rabiscos em folhas grandes de papel;
    - Encaixa cubos de diferentes dimensões.


    Desenvolvimento Mental
    - Identifica algumas coisas apesar de não falar ainda seus nomes;
    - Conhece seu próprio nome;
    - Repete palavras com alguma correção;
    - Conta até 03 (por imitação e não por assimilação, isso não significa que compreenda);
    - Reconhece objetos e pessoas que tenha visto a dois meses atrás;
    - Forma frases com duas ou três palavras, isso caracteriza aumento de vocabulário;
    - Começa a formar frases negativas e interrogativas;
    - Inicia i emprego do ?Quem?.


    Desenvolvimento Socioemocioal:
    - Reconhece expressões fisionômicas;
    - Reconhece a mãe em fotografias;
    - Compreende ordens negativas e proibições;
    - Necessita estar sempre ocupado;
    - Necessita muito da assistência mãe ou substituta;
    - É negativista (gosta sempre de ser do contra, protestar);
    - Começa a procurar um companheiro para brincar ( a convivência com estranho é importante para o seu desenvolvimento socioemocioal).


     Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 01h12 PM
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    Desenvolvimento físico e motor:
    - Continua aprendendo a coordenar o músculos maiores, por meio de atividades repetitivas;
    - Sente prazer em correr e pular;
    - No desenho, encontra-se na fase da rabiscação celular (começam a aparecer as primeiras formas circulares, ainda sem intenção definida);
    - Geralmente tem controle esfincteriano;
    - Pode agarrar bolas com as duas mãos;
    - Pode construir uma torre de 09 a 10 blocos;
    - Pode abotoar, mas não desabotoar;


    Desenvolvimento Cognitivo:
    - Começa a formar sentenças mais longas com três ou quatro palavras;
    - Gosta de perguntar e repete constantemente as mesmas perguntas não só para confirmar as informações recebidas, como pelo prazer do diálogo;
    - Só ouve e compreende de fato o que lhe é dito diretamente;
    - Gosta de inventar nomes para as pessoas e objetos;
    - Gosta de inventar histórias, que conta como verdadeiras, sem intenção de mentir;
    - Pode comparar tamanhos;
    - Começa  a usar números com significados;
    - Começa a aprender cores e figuras;
    - A duração da atenção depende do interesse na atividade;
    - Pode aprender semelhanças e diferenças;
    - Pode lembrar e seguir ordens de dois passos (duas etapas);
    - Começa a entender direções  (embaixo e em cima);
    - Interessa-se pelo funcionamento das coisas e como elas são usadas;
    - Começa  a interessar-se por usar palavras que definem tempo (merenda, recreio, parquinho);
    - Pode falar até dez, embora só possa contar dois objetos;
    - Começa a entender o significado de ?mais?.


    Desenvolvimento de Linguagem Oral:
    - Gosta de falar, usa palavras corretamente e relaciona palavras com ações;
    - O vocabulário é geralmente de 750 palavras;
    - Entende e usa palavras abstratas como: em cima, embaixo, agora, depois;
    - Expressão comum: ?eu não sei?;
    - Ri muito;
    - Gosta de cantar;
    - Conversa com adultos, mas sempre está interessada em suas respostas;
    - Responde corretamente quando lhe perguntam sobre o que faz uma criança com fome, frio ou cansada;


    Desenvolvimento Emocional
    - Pode algumas vezes usar palavras para dizer sentimentos;
    - As vezes faz birra;
    - Pode ter ciúmes duradouro;
    - Mostra crescer em independência, ressentindo interferências;
    - Pode expressar raiva por meio de uma atividade física;
    - Está mais aberta a falar palavras;
    - Gosta de elogios e aprovação;
    - Busca mais amizades, com adultos e crianças, mas ainda gosta de brincar sozinha;
    - Torna-se perceptiva e reage a expressões de outros;
    - Começa a entender o significado de certo e errado;
    - Gosta de agir e fazer atividades de adultos (jogos dramáticos);
    - Mostra confiança e amor com palavras e ações;
    - Pode ter um companheiro de brincadeira imaginário ? coisas imaginarias parecem ser bem reais;
    - Aparecem sentimentos de medo: cachorro, escuro, etc;
    - Não aceita alterações em suas rotinas, o que ocasiona conflito com outras crianças ou adultos;
    - Fala sozinha, praticando a linguagem e dando forma a imaginação;
    - Aparecem as dificuldades para a alimentação e o sono;


     Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 01h11 PM
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    A CRIANÇA AOS 02 ANOS


    Aos dois anos a criança mostra certa independência, é capaz de realizar atividades mãos complexas e relacionar-se mais facilmente com adultos ou com crianças.



    Desenvolvimento físico-motor:

    - Abre e fecha portas (com trinco somente);

    - Sobe e desce a cama sozinha;

    - Sobe as escadas colocando os pés em cada degrau;

    - Corre relativamente bem;

    - Participa despir-se e descalçar-se;

    - Rabisca numa folha grande de papel;

    - Encaixa os cubos em diferentes dimensões.



    Desenvolvimento mental:

    - Identifica algumas cores, embora não cite seus nomes;

    - Conhece seu próprio nome;

    - Repete palavras, com alguma correção;

    - Conta até 3 (por repetição e memorização, sem que isso signifique que compreenda);

    - Reconhece objetos de pessoas vistas cerca de dois meses antes;

    - Forma frases com duas ou três palavras, apresentando aumento de vocabulário;

    - Começa a formar frases negativas e interrogativas;

    - Inicia o emprego do ?quem?.



    Desenvolvimento sócio emocional:

    - Reconhece expressões fisionômicas;

    - Reconhece a mãe em fotografias;

    - Compreende ordens negativas e proibições;

    - Necessitar estar sempre ocupada;

    - Necessita muito da assistência da mãe ou substituta;

    - É negativista (gosta de ser do contra, ou recusar, protestar);

    - Começa a procurar um companheiro para brincar ( a convivência com estranhos é útil para brincar (a convivência com estranhos é útil para o seu desenvolvimento socioemocional);



    Blo Meus trabalhos Pedagógicos


     Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 01h10 PM
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    - Dê tempo e espaço para a criança fazer coisas para si mesma;

    - De-lhe jogos para que ela use as habilidades motoras que envolvam pular, jogar bola, etc;

    - Deixe-a colocar líquidos de uma jarra para um copo;

    - Providencia uma variedade de materiais e atividades para usar enquanto você a acompanha;

    - Responda a todas a questões sobre para que as coisas são e como elas funcionam;

    - Providencia experiências inéditas para a aprendizagem;

    - Repita experiências frequentemente. Criança não aprende fazendo uma coisa só uma vez, elas precisam de repetição;

    - Reforce idéias acuradas da criança e percepções com palavras: ?Você está certo, precisamos de mais uma colher na nossa mesa?;

    - Comece a ler livros e história com enredo simples e ensine-lhes cantigas com letras mais simples;

    - Inclua mais objetivos em jogos dramáticos;

    - Mostre-lhe que você ama e confia nela;

    - Responda a suas ofertas de amizade. Mostre constantemente que você gosta dela;

    - Deixe-a ajudar em atividades reais, como limpar, passar panos em objetos, guardar brinquedos;

    - Agradeça-lhes e elogie a sua ajuda;

    - Aceite os fortes sentimentos de companheiros imaginários ou medo de coisas imaginárias ou reais. Não brinque com esses sentimentos. Ore com a criança para que ela se sinta segura.

     Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 01h08 PM
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    Manter um aluno por dois, três anos é relativamente fácil, com as dificuldades de se mudar de escola: o estudante tem de adaptar-se a um currículo totalmente novo, novas regras, etc.



    O problema é que essa tática não garante que os parentes daquele aluno se matriculem ali. E tratando-se de ensino superior, vai frustrar o aluno, que não se sentirá preparado para sua profissão, e também não vai indicar a nenhum amigo ou conhecido a essa instituição.



    Um dos grandes desafios das escolas hoje é tornar seus alunos fãs, para que eles permaneçam na instituição e tragam novos estudantes. Veja algumas dicas:



    1.Seja fonte de novas idéias: todos seus alunos estão preocupados, em graus diferentes, com o futuro, com a maneira pela qual o mundo funciona. Apóie seus alunos nesse sentido, dando-lhes informações sobre o cotidiano que não estão no currículo. A escola também pode realizar palestras e bate-papos com profissionais de sucesso, futurólogos, economistas, etc.



    2.Demonstre que você tem o conhecimento: o conhecimento que seus alunos esperam, muitas vezes, não é aquele que o professor passa na sala de aula. Que tal fornecer-lhes instruções básicas de economia, marketing pessoal e outros assuntos necessários para sobreviver lá fora? Desenvolva rápidos livrinhos sobre esses temas e distribua a seus alunos.


    3.Transmita a imagem correta: se você quer que sua instituição de ensino seja reconhecida como a melhor da região, então faça com que tudo à sua volta reforce essa imagem. Não é necessário contratar um decorador e cobrir seu escritório com tapetes e quadros caros,


    4.Conheça o aluno: não assuma que você entende os anseios e as necessidades de todos os alunos. Cada bairro da cidade, cada classe social produz pessoas es.com necessidades e visões diferentes. Dentro de cada bairro, cada família possui suas peculiariedades. E dentro de cada família, cada pessoa tem seu modo único de pensar. Muitos colégios erram ao se apoiar em estudos referentes ao "aluno brasileiro médio". Ora, trabalhar com a média vai fazer, no máximo, que você crie uma escola igual às outras. Gaste algum tempo entendendo a comunidade que você quer atingir.


    5.Demonstre que você está aprendendo constantemente: esse é um componente chave para garantir o relacionamento escola-aluno. Para que um estudante sinta-se confortável com o passar do tempo, você deve mostrar que está constantemente aprendendo, tornando-se mais atual, útil e competente. Ficar estagnado é fatal para qualquer instituição.


    6.Comunique-se claramente: manter um entendimento claro e cristalino com seus alunos é mais importante do que nunca. Cuidado com aquelas circulares cheias de termos técnicos. Algumas são escritas de uma maneira que só confunde os alunos e pais. Esqueça, portanto, as "atividades de campo interativas para observação da variedade da fauna nacional no Bosque e Jardim Botânico Municipal Memorial Etelvina Montes Farberbara.". Escreva "visita ao Jardim Botânico".


    7.Seja acessível: mantenha suas portas abertas, esteja sempre pronto para falar com seus alunos. A grande maioria não abusa dessa facilidade de acesso, embora eles se sintam mais seguros ao saber que podem contatá-lo sempre que precisarem. Diminua a burocracia entre a direção e os alunos.


    8.Ouça: deixe o aluno falar e você vai acabar descobrindo exatamente o que ele deseja para que suas aulas e sua escola sejam ainda melhores. Somente quando você tem uma imagem bem clara dos motivos e preocupações dos estudantes é que você pode montar uma escola específica para aquela realidade. Abuse de caixas de su


    9.Pense como o estudante: foque no que agradou a você como aluno, quando você sentava do outro lado da sala, bem como as coisas que fizeram você trocar de escola ou faculdade. Assegure-se de praticar a primeira parte, e evitar a segunda. E resista à tendência comum de achar que o que é bom para a sua escola é automaticamente bom para os alunos. Não é, mas o inverso é verdadeiro: o que é bom para seus alunos, no final das contas, vai ser bom para sua instituição. Pense nessas leis sempre que for aprovar algo para sua instituição. Aquela nova ação vai tornar o estudo melhor, mais fácil ou agradável?


    10.Nunca decida o que um aluno quer: os estudantes querem conselhos, dicas, sugestões e não conclusões o tempo todo. Então ofereça opções e alternativas. Ensine-os a pensar e analisar. Existe um espaço para verdades absolutas na escola (2 + 2 =4), mas ele não deve ser dominante no relacionamento com os alunos. Trabalhe para criar um cenário que permita ao aluno decidir, apontando aspectos positivos e negativos de algumas situações. Você estará desenvolvendo características que serão muito úteis para eles mais tarde.


    11.Torne-se paranóico: Andy Grove, presidente da companhia de peças de computador Intel, sugere que seu sucesso é resultado direto de sua paranóia. É a paranóia que o mantém engajado, atento e fazendo perguntas.


    12.Se você não pode ajudar o aluno, seja honesto: a prova do profissionalismo é dizer não. Não existe maneira de uma escola (ou professor) ser capaz de fazer mentindo.






    Créditos:
    Retirado da Comunidade do Orkut : Amo a educação Infantil
    Postado por Dora Ferreira
    http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=98868341&tid=5477107974234655789
    Artigo Original: Revista Profissão Mestre


     Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 01h06 PM
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    Por meio dos alimentos, crianças têm noção de várias áreas do conhecimento.

    Atividades lúdicas ensinam os pequenos a preparar os primeiros pratos.





    Ensinar as crianças a comer bem pode ser uma grande brincadeira, além de reforçar o aprendizado de disciplinas tradicionais. Com base nisso, cursos e oficinas de culinária no Rio de Janeiro tentam fazer com que a hora das refeições deixem de ser uma guerra e se transformem em um momento de aprendizado e de experimentar sabores novos.
    O curso da Celdom Gourmet, comandado pela empresária Ingrid Hoppe, oferece aulas de gastronomia infantil pelo segundo ano. O cardápio é variado e conta com a fabricação de macarrão, de pão de queijo, hambúrger, bolo de cenoura e até sushi.

    Ingrid conta que a abertura do curso surgiu ao observar a dificuldade que a irmã tinha em encontrar opções de atividades interessantes para os dois filhos durante as férias escolares. Para ela, as lições que os pequenos tiram das aulas vai muito além do preparo das receitas. ?As crianças aprendem a trabalhar em equipe, a ter higiene, contato com o alimento e respeito com o preparo. Elas ainda têm noções de medida e de quantidade, que ajudam no raciocínio matemático.?

    A empresária Fabiana Figueiredo completa: ?Em culinária, a gente trabalha com matemática, a gente fala sobre ciências, sobre história, sobre geografia. A ideia foi a de juntar tudo isso em uma atividade lúdica e prazerosa. A gente quer ampliar o interesse deles em relação a alimentação. São receitas de todo tipo para eles aprenderem a comer de tudo, aprenderem a lidar com qualquer tipo de alimento e aprenderem que há coisas que eles não gostam e das quais eles não vão gostar nunca.?

    AlimentaçãoEm um casarão no bairro do Humaitá, na Zona Sul do Rio de Janeiro, as aulas de culinária para as crianças são uma das principais atrações do Ateliê das Ideias. Lá elas aprendem desde a descascar legumes e quebrar ovos até a mexer todos os ingredientes da forma correta e sem causar muita sujeira na cozinha.

    Uma das donas do lugar, a empresária Fabiana Figueiredo, ministra as aulas e acredita que a alimentação é um campo da educação onde os pais precisam investir mais. ?Eu sou professora, trabalhei muitos anos com educação infantil e sempre fui muito preocupada com isso. Eu comecei a perceber que é um assunto do qual as pessoas não falavam com os filhos. Para as crianças era uma obrigação e para os pais era uma chatice. Por isso, a ideia de criar um curso de culinária é fazer com que as crianças tenham contato com os alimentos.?

    A psicóloga Cláudia Drummond, mãe de Laura, uma das alunas do espaço, afirma que decidiu colocar a filha em uma aula de culinária para que ela aprendesse a comer melhor:

    ?Eu acredito que dessa forma lúdica, vai ser muito bom para ela aprender a lidar com os alimentos e aprender qual é o caminho que eles fazem até chegar ao prato que, às vezes, ela reclama tanto de comer.? Ela completa afirmando que não aprendeu a cozinhar e, por isso, não pode passar pessoalmente este conhecimento para a filha, mas é uma forma de aprendizado importante para a vida. Cláudia acrescenta que, durante as férias, ter lições na cozinha é uma forma de diversão saudável para a filha.

    Aniversários

    Há sete anos, a empresária Andréa Bacellar, dona da empresa de recreação para festas infantis Gato Mia, resolveu incluir entre as suas atrações pequenas aulas de culinária. A iniciativa fez sucesso e muitos pais optam pela brincadeira na hora de celebrar o aniversário dos filhos.?A gente trabalha com vários tipos de oficinas. Mas a de culinária tem um interesse para as crianças porque conta com a coisa lúdica de misturar os ingredientes.?

    Para Andréa, o segredo está na simplicidade e na mistura dos ingredientes. ?A gente procura receitas simples, que proporcionem a transformação de uma coisa na outra com a ajuda das crianças.?

    Serviço:

    Ateliê das Ideias

    www.ateliedasideias.com.br

    Rua Viuva Lacerda, 95 ? Humaitá/ Rio de Janeiro

    Telefone: (21) 2535-6181

    Gato Mia

    www.gatomia.com

    Telefone: (21) 2239-9459

    Celdom Gourmet

    www.celdom.com.br/celdomgourmet

    General Severiano, 97 ? loja 178/179/204/205 ? Botafogo Rio Plaza Shopping ? Botafogo/ Rio de Janeiro

    Tel (21) 2543-3687

    http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/07/aulas-de-culinaria-ensinam-e-divertem-criancas-durante-ferias.html


     Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 12h24 PM
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    Esta semana foi publicada no g1 uma reportagem dizendo que nos EUA começaram a abolir o ensino da letra cursiva. Leia na íntegra aqui


    Alguns estados americanos avaliaram que o mais importante é se concentrar no aprendizado das letras bastão (de forma). Aqui no Brasil, dentro da proposta construtivista, utilizamos a letra bastão para alfabetizar, pois ela é de fácil visualização e não exige movimentos mais complexos na hora da escrita.




    "O argumento dos defensores desta lei, que provocou polêmica nos Estados Unidos nas últimas semanas, é de que hoje as crianças praticamente não necessitam mais escrever as letras com caneta ou lápis no papel. Seria mais importante elas aprenderem a digitar mais rapidamente, já que quase toda a comunicação acontece por meio de letras de forma nos celulares e computadores."


    A criança moderna, que tem acesso a todo tipo de mídia, que lê e escreve no computador, precisa de conteúdos mais instigantes do que simples treinos de caligrafia. A sociedade já não exige mais que a pessoa tenha uma boa letra para escrever textos, já que tudo é feito no computador!


    "As escolas devem decidir se pretendem ensinar letra cursiva, mas recomendamos que deixem de ensinar e se foquem em áreas mais importantes. Também seria desnecessário encomendar apostilas que ensinem letra cursiva", diz um memorando do Departamento de Educação de Indiana. "
    -Quanto tempo se perde na Educação Infantil com atividades de cobrir pontilhados, com cadernos de caligrafia que acabam estressando a criança e fazendo-a perder o estímulo de frequentar a escola!


    "Esses Estados, assim como outros 40, integram o Common Core Stated Standards Initiativa (Iniciativa para um Padrão Comum de Currículo), responsável por tentar padronizar o ensino básico nos Estados Unidos. O grupo defende abertamente o fim do ensino da letra cursiva.
    No Brasil, principalmente na última década, há uma nova metodologia no ensino da letra cursiva, mas não seu abandono nas escolas. "Não conheço escola que não a utilize mais", afirma Fernanda Gimenes, diretoria pedagógica da área de português do colégio bilíngue Playpen. "Ela perdeu a prioridade. Antes, o aluno era alfabetizado na cursiva. Hoje, mais do que ensinar uma técnica, queremos desenvolver as habilidades de leitura e escrita."


    Separar o aprendizado da cursiva como requisito para que uma criança seja considerada alfabetizada é uma conquista recente, praticamente da última década. "Vemos como uma evolução, não uma condição", diz Esther Carvalho, diretora-geral do Colégio Rio Branco. Mesmo que o aluno opte pela letra bastão no futuro, o aprendizado da cursiva, segundo Esther, é fundamental para desenvolver a coordenação motora fina. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
    Não concordo que a escrita cursiva é fundamental para desenvolver a coordenação motora fina, existe uma série de atividades muito mais divertidas que estimulam a coordenação: brincar com massinha, cortar e recortar papel, desenhar e colorir. Utilizar o mouse no computador, fazer atividades utilizando o paint, tudo isso trabalha a coordenação motora fina!


    Não sou contra o ensino da letra cursiva, só acho um absurdo escolas que fazem questão que a criança recém alfabetizada tenha uma letra perfeita e cobram o aprendizado da letra cursiva dos professores da Educação Infantil. Sempre digo que não vou perder o tempo precioso em sala de aula fazendo pontilhados para a criança cobrir. Alguns alunos fazem o próprio nome com a letra cursiva, eles tiveram interesse, começaram a tentar escrever seu nome "de mãozinha dada"(como eles chamam a letra cursiva) e eu achei melhor ensinar a forma correta, tudo naturalmente, sem cobranças e aceitando cada tentativa de aprendizagem! 


    A criança na Educação Infantil tem que brincar muito, criar e recriar, precisa ter a sua curioisidade estimulada através de projetos!
    Fiquem atentos às escolas que cobram letra redondinha, que mandam 3 folhas de tarefas e entopem as crianças de conteúdo na Educação Infantil! Informem-se, conheçam os parâmetros curriculares da Educação Infantil e veja quais são as necessidades das crianças nessa fase!
     
    Blog Professora Melissa.


     Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 12h20 PM
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    1º DIAGNÓSTICO  DE   ESCRITA DO ALUNO / 1º e 2º anos



    • à Ler o texto que contextualiza a lista.

    • à Ditar a lista com 6 palavras, sem escandi-las, ou seja, sem dar destaque às sílabas ao pronunciá-la.

    • à Ditar mantendo a ordem das palavras, de acordo com a lista abaixo.



    Situação a ser apresentada para o aluno:
    Joana  mudou para sua casa nova. Veja alguns objetos que ainda faltam para que sua casa fique completa.



    PALAVRAS:



    1)   GELADEIRA
    2)   TELEVISÃO
    3)   CADEIRAS
    4)   FOGÃO
    5)   MESA
    6)   PIA

    Frase:  NA ESCOLA TEM  GELADEIRA.


    O VALOR DO DIAGNÓSTICO


    Conhecer o nível em que está a turma é essencial durante a alfabetização ? e no decorrer de toda a escolaridade. Percebendo os avanços e as dificuldades dos pequenos, você consegue planejar uma boa aula e propor atividades adequadas para levar cada um a se desenvolver ainda mais e chegar ao fim do ano lendo e escrevendo. Essa avaliação deve ser feita logo no início do ano e repetida no mínimo uma vez por bimestre. Para realizá-la adequadamente, é preciso escolher como atividade algo que seja feito regularmente, como as listas ? de frutas, cores, animais etc. ?O professor deve, primeiro, avisar a turma sobre o tema da lista e depois ditar as palavras, sem marcar as sílabas?. Como os alunos já conhecem o tema que deve ser posto no papel, os alunos podem pensar mais em como escrever (quantas e quais letras usar, por exemplo).
    É preciso tomar o cuidado para que as sílabas próximas contenham vogais diferentes. Isso porque a maioria das crianças que começa a se familiarizar com o sistema de escrita inicia os registros apenas com vogais e acredita que é necessário usar letras diferentes para escrever. Portanto, se você ditar ?arara?, muitos poderiam querer escrever A A A e achar que isso não faz sentido. Como elas acham ainda que as palavras devem ter um número mínimo de letras ? por volta de três ?, se você ditar só monossílabos elas também podem se recusar a escrever. Veja aqui dois exemplos possíveis: itens para um lanche coletivo (refrigerante, manteiga, queijo, pão) e bichos vistos no zoológico (rinoceronte, camelo, zebra, boi). Com essas palavras, você provoca o estudante a refletir sobre a forma de representação. Terminado o ditado, peça que cada um leia o que escreveu. ?Essa leitura é tão ou mais importante do que a própria escrita, pois é ela que permite ao professor verificar se o aluno estabelece algum tipo de correspondência entre partes do falado e partes do escrito?, aponta o Profa. Para finalizar, registre tudo. Com esse material, fica mais fácil planejar atividades que façam os alunos avançar, acompanhar a evolução de cada um e montar os agrupamentos produtivos. É preciso lembrar também que, no dia-a-dia, mesmo sem essa sondagem, é possível verificar como a turma está se saindo individual e coletivamente.


    ALFABETIZAÇÃO
    TRABALHO EM GRUPO




    O trabalho em grupo tem importante papel na aprendizagem, pois facilita a sociedade dos conhecimentos. As crianças , quando trabalham em grupos ou duplas, podem confrontar e compartilhar suas hipóteses, trocando informações.


    A experiência tem mostrado que a organização da classe para a realização de atividades em grupos ou duplas requer a prévia combinação de padrões de comportamento entre professor e aluno, que deverão ser respeitados a fim de tornar o trabalho produtivo.


    Segundo Teberosky & Cardoso (1), o trabalho em grupo ou dupla deverá obedecer aos seguintes critérios:


    ? Seleção das duplas ou dos elementos do grupo, de modo que haja possibilidade de intercâmbio.
    ? Ajuda para que consigam estabelecer um acordo e todos os componentes participem da tarefa.


    É necessário, também, deixar claro que os alunos os controladores da produção: Enquanto dita (é o ?ditante?, termo usado  por Teberosky), o outro ou os outros escrevem e acompanham a atividade, para verificar se a escrita está saindo certa.


    Além do controle da forma correta de escrever ou de desempenhar a tarefa, o grupo precisa sentir-se responsável e fazer com que todos os elementos trabalhem. Para que isso aconteça, é importante a cooperação entre eles. Aquele aluno que ?sabe mais? vai orientar o que ?sabe menos?, executando juntos, então, a tarefa dada.


    Em função desses benefícios que o trabalho em grupo faz a aprendizagem, sugerimos sempre essa estratégia em sala de aula.


    TRABALHANDO COM  LETRAS


    De acordo com a fala de Esther Grossi, ?há fortes indícios de que, para uma boa alfabetização, as letras necessitam adquirir status de categoria lingüística independente durante o processo, ao menos de forma implícita. Teoricamente também se vê que o manejo das inter-relações entre letra, sílaba e texto são condição para a alfabetização? (2).


    Entre outros motivos citados pela autora, a criança precisa conhecer as letras como entidades em si mesmas para identificar:


    ? O nome de cada letra e seu som correspondente (?a associação do som à letra do nome próprio, por exemplo, passa à dimensão sócio-afetiva, porque seu nome é a palavra de maior significado para ela?).
    ? As formas diversificadas de cada uma.
    ? Sua apresentação: maiúscula, minúscula, cursiva, de imprensa.
    ? Suas linhas: curvas, retas.


    O conhecimento da seqüência em que as letras são apresentadas no alfabeto ? o que foi convencionado arbitrariamente ? também é importante no decorrer do processo da alfabetização, porque essa seqüência é utilizada socialmente na organização de dicionários, catálogos telefones e outras listas.


    TRABALHO COM PALAVRAS


    Decidimos começar com o nome próprio por ser a palavra mais significativa para a criança, pois permite contato com diferentes sílabas, diferentes tamanhos de palavras e proporciona a constatação das sílabas e até mesmo o valor sonoro de algumas consoantes.
    O nome ? a primeira palavra-chave que servirá de modelo ? será apresentado para a criança através do crachá
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     Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 12h12 PM
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    Jornal Folha de S.Paulo


    A receita para uma boa escola pública é simples e dá resultados. Seus principais ingredientes são a participação dos pais, o interesse da família pela vida escolar do aluno, o estímulo à leitura e o hábito de fazer e corrigir o dever de casa. Junta-se a isso a vontade do diretor em colocar em prática essas lições e, como resultado, há uma melhoria no desempenho.


    O efeito positivo das práticas acima vem sendo comprovado cientificamente. Pesquisa com 26 mil alunos de 200 escolas públicas de São Paulo e Santa Catarina que fazem parte do projeto Gestão para o Sucesso Escolar (voltado para diretores) mostra que os ingredientes citados melhoram o desempenho dos estudantes.


    Para chegar a essa conclusão, foi feito um cruzamento da nota de alunos de 4ª e 8ª série em provas de português e matemática com respostas dadas por eles a um questionário socioeconômico.


    A pesquisa mostrou que alunos da 4ª série que afirmaram que os pais tinham o costume de perguntar se eles estavam indo bem na escola tiveram média de acertos de 62% na prova de português.


    Entre os estudantes que disseram que os pais quase nunca faziam essa pergunta, a média cai para 47%. O resultado foi parecido entre filhos de pais que costumam participar de reuniões da escola. Nesse grupo, a média de acertos foi de 62%. Se os pais quase nunca vão às reuniões, a porcentagem cai para 48%.


    Para Rose Neubauer, diretora-presidente do Instituto Protagonistés e coordenadora da pesquisa, ela mostra que mesmo pais com pouca escolaridade podem ajudar os filhos a ter boas notas se demonstram interesse pela vida escolar da criança e participam das atividades do colégio. "Se o pai estimula o filho a não faltar e ter boas notas, faz muita diferença entre as crianças da 4ª série."


    Um estudo divulgado em julho pelo Inep, do Ministério da Educação, a partir de dados do Saeb (exame que avalia a qualidade da educação), chegou a conclusão idêntica: alunos cujos pais se preocupam com o que acontece na escola e que cobram os deveres de casa têm médias maiores.


    A pesquisa nas escolas de São Paulo e Santa Catarina mostra que o hábito de fazer dever de casa é uma das variáveis que mais têm impacto positivo. Se o aluno tem o hábito de fazer dever e os professores cobram dele que o faça, a média de acertos é de 63% em português na 4ª série. Se o aluno faz pouca lição de casa, a média cai para 44%; quando os professores não cobram, para 43%. Para Neubauer, pesquisas que analisam os fatores de sucesso do aluno dão um instrumento para as escolas melhorarem.


    Para Francisco Poli, secretário da Udemo (sindicato dos diretores em São Paulo), os resultados da pesquisa mostram que a escola precisa trabalhar não só com o aluno mas também com os pais e trazê-los para o ambiente escolar.


    Ele diz também que é importante que a escola esteja preparada e equipada para oferecer aos alunos mais carentes o que eles não têm em casa: "A escola não substitui a família, mas pode ajudar se os mais carentes tiverem aulas de inglês, informática ou passarem mais tempo nela".


     Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 12h10 PM
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    Qual a diferença entre letrar e alfabetizar???


    Esse foi um dos temas abordados na minha escola, no final de 2010, em um encontro de capacitação. Ao questionar o grupo, pedindo que expuséssemos nossos pensamentos, a palestrante discordou muito do que falamos. Confesso que fiquei  muito confusa, o que eu entendia sobre Letramento e Alfabetização, estava tudo errado, então??? Entrei em pânico... 
    Fui pesquisar (de novo!!!) e vi, que afinal de contas, todas as horas de estudo e dedicação que passei em cima de livros e apostilas, não haviam sido em vão!!! Aliviada e "me achando!", percebi que a infeliz colocação e despreparo da palestrante fez com que eu "tremesse na base", mas me alertou sobre a importância de estudarmos sempre. Assim, depois de ler muito, sintetizei os conceitos assim:


    Alfabetização é a ação, o ato de alfabetizar, é ensinar a ler, escrever, tornar o indivíduo capaz de  comunicar-se através da escrita e da leitura.


    Letramento é o grande objetivo no trabalho de linguagem oral e escrita. É fazer com que os alunos sejam indivíduos preparados para ler, escrever, interpretar, compreender, avaliar, reelaborar, sintetizar, os diversos gêneros textuais e as inúmeras formas em que a escrita se apresenta, utilizando-os nas suas práticas sociais, no seu dia-a-dia, e fora da escola.




    Para finalizar, uma poesia show de Magda Soares:




    Letramento não é um gancho
    Em que se pendura cada som enunciado,


    Não é treinamento repetitivo


    De uma habilidade, nem um martelo
    Quebrando blocos de gramática
    Letramento é diversão
    É leitura à luz de vela
    Ou lá fora, à luz do sol
    São notícias sobre o presidente,
    O tempo, os artistas da TV
    E mesmo Mônica e Cebolinha
    Nos jornais de Domingo
    É uma receita de biscoito,
    Uma lista de compras, recados colados na geladeira,
    Um bilhete de amor,
    Telegramas de parabéns e cartas
    De velhos amigos
    Viajar para países desconhecidos,
    Sem deixar sua cama,
    É rir e chorar
    Com personagens, heróis e grandes amigos.
    É um atlas do mundo,
    Sinais de trânsito, caças ao tesouro,
    Manuais, instruções, guias,
    E orientações em bulas de remédios,
    Para que você não fique perdido
    Letramento é, sobretudo,
    Uma mapa do coração do homem,
    Um mapa de quem você é,
    E de tudo que pode ser."





     Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 12h09 PM
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     Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 12h07 PM
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    Palavrinhas Mágicas Prontinhas para Imprimir



















     Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 12h00 PM
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    Frases sobre Educação
    ~~~~~~~~~~~~~~~~~~


    "Educar é crescer. E crescer é viver. Educação é, assim, vida no sentido mais autêntico da palavra". 
    Anísio Teixeira
    ?
    ?Nem tudo que é enfrentado pode ser modificado. Mas, nada que não é enfrentado pode ser modificado.? James Baldwin
    ?
    "O que me faz esperançoso não é a certeza do achado, mas mover-me na busca..." 
    Paulo Freire
    ?
    "Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre." 
    Paulo Freire
    ?
    "Seja humilde se quer adquirir sabedoria. Porém, seja ainda mais humilde quando a tiver adquirido." 
    Helena Blavatsky
    ?
    "Aprendemos que é possível ser feliz simplesmente pelo fato de estarmos vivendo." 
    Wilheim Schürmann
    ?
    ?Pensar é fácil, agir é difícil, mas a vida só pertence aos que sabem unir pensamento à ação.? 
    Viana Moog
    ?
    "Nunca está só quem possui um bom livro para ler e boas idéias sobre as quais meditar."
     Renato Kehl
    ?
    "Um professor pode levá-lo até a porta, mas abri-la é com você." 
    Provérbio Chinês
    ?
    "Aquele que consegue fazer coisas difíceis parecerem fáceis é um educador."
    Ralph Waldo Emerson
    ?
    "Quando ensinas o teu filho, estás a ensinar o filho do teu filho."
    do Talmude
    ?
    "Feliz é aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina".
    Cora Coralina
    ?
    "O melhor educador é o que conseguiu educar a si mesmo."
    Provérbio Oriental 
    ?
    "Mestre não é quem sempre ensina, mas quem, de repente, aprende."
    Guimarães Rosa
    ?
    "Educai as crianças e não será necessário punir os homens."
     Pitágoras
    ?
    Ainda que chegues a viver cem anos, nunca deixes de aprender." (Provérbio Persa)
    ?
    "O único homem que não erra é aquele que nunca fez nada."
    Theodore Roosevelt
    ?
    "A melhor maneira de tornar as crianças boas, é torná-las felizes." 
    Oscar Wilde 
    ?
     "A primeira ideia que uma criança precisa ter é a da diferença entre o bem e mal. E a principal função do educador é cuidar para que ela não confunda o bem com a passividade e o mal com a atividade." 
    Maria Montessori 
    ?
    "As crianças têm mais necessidade de modelos do que de críticas." 
    Joseph Joubert 
    ?
    "Os educadores precisam compreender que ajudar as pessoas a se tornarem pessoas é muito mais importante do que ajudá-las a tornarem-se matemáticas, poliglotas ou coisa que o valha."
     Carl Rogers 
    ?
    "Os nossos desejos são como crianças pequenas: quanto mais lhes cedemos, mais exigentes se tornam."
    Proverbio Chinês 
    ?
    ?O professor pensa ensinar o que sabe, o que recolheu nos livros e da vida, mas o aluno aprende do professor não necessariamente o que o outro quer ensinar, mas aquilo que quer aprender?. 
    Affonso Romano de Sant?Anna
    ?
    "Tudo o que eu devia saber na vida aprendi no Jardim de infância". 
    Robert Fulghum 
    ?
    "Reconheça as conquistas todos os dias. Recompense a responsabilidade o t

     Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 11h58 AM
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    O Estatuto da Criança e do adolescente é um estatuto ou codificação que trata do universo mais específico vinculado ao tratamento social e legal que deve ser oferecido às crianças e adolescentes de nosso país, dentro de um espírito de maior proteção e cidadania decorrentes da própria Constituição promulgada em 1988. O ECA dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente, sendo fruto da lei 8.069 de 13 de julho de 1990.
     
    Para ler o Estatuto da Criança e do Adolescente completo:baixe aqui
    Para Ler a Revista Turma da Mônica sobre o Estatuto da criança e do adolescente:clique aqui
     


     Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 10h06 AM
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    20 dúvidas mais importantes sobre a inclusão.

    As soluções para os dilemas que o gestor enfrenta ao receber alunos com deficiência





    Foi a favor da diversidade e pensando no direito de todos de aprender que a Lei nº 7.853 (que obriga todas as escolas a aceitar matrículas de alunos com deficiência e transforma em crime a recusa a esse direito) foi aprovada em 1989 e regulamentada em 1999. Graças a isso, o número de crianças e jovens com deficiência nas salas de aula regulares não para de crescer: em 2001, eram 81 mil; em 2002, 110 mil; e 2009, mais de 386 mil ? aí incluídas as deficiências, o Transtorno Global do Desenvolvimento e as altas habilidades.



    Hoje, boa parte das escolas tem estudantes assim. Mas você tem certeza de que oferece um atendimento adequado e promove o desenvolvimento deles? Muitos gestores ainda não sabem como atender às demandas específicas e, apesar de acolher essas crianças e jovens, ainda têm dúvidas em relação à eficácia da inclusão, ao trabalho de convencimento dos pais (de alunos com e sem deficiência) e da equipe, à adaptação do espaço e dos materiais pedagógicos e aos procedimentos administrativos necessários.



    Para quebrar antigos paradigmas e incluir de verdade, todo diretor tem um papel central. Afinal, é da gestão escolar que partem as decisões sobre a formação dos professores, as mudanças estruturais e as relações com os familiares.Você encontra respostas para as 20 dúvidas mais importantes sobre a inclusão.

    1. Como ter certeza de que um aluno com deficiência está apto a frequentar a escola?

    Aos olhos da lei, essa questão não existe ? todos têm esse direito. Só em alguns casos é necessária uma autorização dos profissionais de saúde que atendem essa criança. É dever do estado oferecer ainda uma pessoa para ajudar a cuidar desse aluno e todos os equipamentos específicos necessários.Cabe ao gestor oferecer as condições adequadas conforme a realidade de sua escola.



    2. As turmas que têm alunos com deficiência devem ser menores?

    Sim, pois grupos pequenos (com ou sem alunos de inclusão) favorecem a aprendizagem. Em classes numerosas, os professores encontram mais dificuldade para flexibilizar as atividades e perceber as necessidades e habilidades de cada um.



    3. Quantos alunos com deficiência podem ser colocados na mesma sala?

    Não há uma regra em relação a isso, mas em geral existem dois ou, em alguns casos, três por sala. Vale lembrar que a proporção de pessoas com deficiência é de 8 a 10% do total da população.



    4. Para tornar a escola inclusiva, o que compete às diversas esferas de governo?

    O governo federal presta assistência técnica e financeira aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios para o acesso dos alunos e a formação de professores, secretária de Educação Especial do Ministério da Educação (MEC). Os gestores estaduais e municipais organizam sistemas de ensino voltados à diversidade, firmam e fiscalizam parcerias com instituições especializadas e administram os recursos que vêm do governo federal.



    5. Quem tem deficiência aprende mesmo?

    Sem dúvida. Sempre há avanços, seja qual for a deficiência. Surdos e cegos, por exemplo, podem desenvolver a linguagem e o pensamento conceitual. Crianças com deficiência mental podem ter mais dificuldade para se alfabetizar, mas adquirem a postura de estudante, conhecendo e incorporando regras sociais e desenvolvendo habilidades como a oralidade e o reconhecimento de sinais gráficos.É importante entender que a escola não deve, necessariamente, determinar o que e quando esse aluno vai aprender. Nesses casos, o gestor precisa rever a relação entre currículo, tempo e espaço.



    6. Ao promover a inclusão, é preciso rever o projeto político pedagógico (PPP) e o currículo da escola?

    Sim. O PPP deve contemplar o atendimento à diversidade e o aparato que a equipe terá para atender e ensinar a todos. Já o currículo deve prever a flexibilização das atividades (com mais recursos visuais, sonoros e táteis) para contemplar as diversas necessidades.



    7. Em que turma o aluno com deficiência deve ser matriculado?

    Junto com as crianças da mesma idade.As deficiências física, visual e auditiva não costumam representar um problema, pois em geral permitem que o estudante acompanhe o ritmo da turma. Já os que têm deficiência intelectual exigem que o gestor consulte profissionais especializados ao tomar essa decisão. Um aluno com atraso desenvolvimento cognitivo(intelectual), por exemplo, pode se beneficiar ficando com um grupo de idade inferior à dele (no máximo, três anos de diferença). Mas essa decisão tem de ser tomada caso a caso.



    8. Alunos com deficiência atrapalham a qualidade de ensino em uma turma?

    Não, ao contrário. Hoje, sabe-se que todos aprendem de forma diferente e que uma atenção individual do professor a determinado estudante não prejudica o grupo. Daí a necessidade de atender às necessidades de todos, contemplar as diversas habilidades e não valorizar a homogeneidade e a competição.



    9. Como os alunos de inclusão devem ser avaliados?

    De acordo com os próprios avanços e nunca mediante critérios comparativos.Os professores devem receber formação para observar e considerar o desenvolvimento individual, mesmo que ele fuja dos critérios previstos para o resto do grupo. Quando o estudante acompanha o ritmo da turma, basta fazer as adaptações, como uma prova em braile para os cegos.



    10. A nota da escola nas avaliações externas cai quando ela tem estudantes com deficiência?

    Em princípio, não. Porém há certa polêmica em relação aos casos de deficiência intelectual. O MEC afirma que não há impacto significativo na nota. Já os especialistas dizem o contrário.O ideal seria ter provas adaptadas dentro da escola ou, ao menos, uma monitoria para que os alunos pudessem realizá-las. Tudo isso, é claro, com a devida regulamentação governamental. Enquanto isso não acontece, cabe aos gestores debater essas questões com a equipe e levá-las à Secretaria de Educação.



    11. É possível solicitar o apoio de pessoal especializado?

    Mais do que possível, é necessário. O aluno tem direito à Educação regular em seu turno e ao atendimento especializado, responsabilidade que não compete ao professor de sala. Para tanto, o gestor pode buscar informações na Secretaria de Educação Especial,profissionais especializados e em organizações não governamentais, associações e universidades



    12. Como integrar o trabalho do professor ao do especialista?

    Disponibilizando tempo e espaço para que eles se encontrem e compartilhem informações. Essa integração é fundamental para o processo de inclusão e cabe ao diretor e ao coordenador pedagógico garantir que ela ocorra nos horários de trabalho pedagógico coletivo.



    13. Como lidar com as inseguranças dos professores?

    Promovendo encontros de formação e discussões em que sejam apresentadas as novas concepções sobre a inclusão (que falam, sobretudo, das possibilidades de aprendizagem). O contato com teorias e práticas pedagógicas transforma o posicionamento do professor em relação à Educação inclusiva. Nesses encontros, não devem ser discutidas apenas características das deficiências. Apostamos pouco na capacidade desses alunos porque gastamos muito tempo tentando entender o que eles têm, em vez de conhecer as experiências pelas quais já passaram.



    14. Como preparar os funcionários para lidar com a inclusão?

    Formação na própria escola é a solução, em encontros que permitam que eles exponham dificuldades e tirem dúvidas. Esse diálogo é uma maneira de mudar a forma de ver a questão: em vez de atender essas crianças por boa vontade, é importante mostrar que essa demanda exige a dedicação de todos os profissionais da escola.É possível também oferecer uma orientação individual e ficar atento às ofertas de formação das Secretarias de Educação.



    15. Como trabalhar com os alunos a chegada de colegas de inclusão?

    Em casos de deficiências mais complexas, é recomendável orientar professores e funcionários a conversar com as turmas sobre as mudanças que estão por vir, como a colocação de uma carteira adaptada na classe ou a presença de um intérprete durante as aulas. Quando a inclusão está incorporada ao dia a dia da escola, esses procedimentos se tornam menos necessários.



    16. O que fazer quando o aluno com deficiência é agressivo?

    A equipe gestora deve investigar a origem do problema junto aos professores e aos profissionais que acompanham esse estudante.Pode ser que o planejamento não esteja contemplando a participação dele nas atividades. Nesse caso, cabe ao gestor rever com a equipe a proposta de inclusão. Se a questão envolve reclamações de pais de alunos que tenham sido vítimas de agressão, o ideal é convidar as famílias para uma conversa.



    17. O que fazer quando a criança com deficiência é alvo de bullying?

    É preciso elaborar um projeto institucional para envolver os alunos e a comunidade e reforçar o trabalho de formação de valores.



    18. Os pais precisam ser avisados que há um aluno com deficiência na mesma turma de seu filho?

    Não necessariamente. O importante é contar às famílias, no ato da matrícula. A exceção são os alunos com quadro mais severo ? nesses casos, a inclusão dá mais resultado se as famílias são informadas em encontros com professores e gestores.Isso porque as crianças passam a levar informações para casa, como a de que o colega usa fralda ou baba. E, em vez de se alarmar, os pais poderão dialogar.



    19. Como lidar com a resistência dos pais de alunos sem deficiência?

    O argumento mais forte é o da lei, que prevê a matrícula de alunos com deficiência em escolas regulares. Outro caminho é apresentar a nova concepção educacional que fundamenta e explica a inclusão como um processo de mão dupla, em que todos, com deficiência ou não, aprendem pela interação e diversidade.



    20. Uma criança com deficiência mora na vizinhança, mas não vai à escola. O que fazer?

    Alertar a família de que a matrícula é obrigatória. Ainda há preconceito, vergonha e insegurança por parte dos pais. Quebrar resistências exige mostrar os benefícios que a criança terá e que ela será bem cuidada. Os períodos de adaptação, em que os pais ficam na escola nos primeiros dias, também ajudam. Se houver recusa em fazer a matrícula, é preciso avisar o Conselho Tutelar e, em último caso, o Ministério Público.
     
    Terapia Educacional Infantil


     Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 09h59 AM
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    A Síndrome de Down é causada por uma anomalia genética (trissomia do cromossomo 21). As crianças com Síndrome de Down têm um atraso no desenvolvimento global, que se manifesta também na aquisição da linguagem. O desenvolvimento da fala, bem como de todo o processo de comunicação, depende de vários fatores orgânicos, ambientais e psicológicos, que estão presentes desde os primeiros dias de vida.
    O atraso na aquisição da fala e linguagem constitui um dos maiores problemas encontrados pelos pais de crianças com Síndrome de Down. A assistência de um profissional especializado nos problemas de comunicação (fonoaudiólogo) é muito importante para auxiliar a família a verificar as dificuldades da criança e orientar quanto à melhor forma de estimulá-la em casa. De fato, muitos pesquisadores observaram que os cuidados e a estimulação que a criança recebe no ambiente familiar são muito importantes no aprendizado da fala, pois na maior parte do seu tempo a criança está com a família.
    Convém salientar que, mesmo com a ajuda de profissionais e estimulação no ambiente familiar, a criança com Síndrome de Down necessita de um período bastante prolongado para comunicar-se com um bom vocabulário e articulação adequada das palavras.


    O início da comunicação


    É importante saber que a comunicação não se faz só com palavras, mas também com gestos e expressões afetivas.
    A criança comunica-se com o mundo muito antes de falar. O recém-nascido produz vários sons diferentes que não são considerados como uma linguagem propriamente dita, mas que não deixam de ser formas de comunicação. Essa fase é denominada pré-linguística, ou seja, a fase que vem antes da aquisição da linguagem em si.
    O choro é praticamente o único som que o bebê emite até aproximadamente um mês de idade, juntamente com bocejos, espirros, soluços e murmúrios. Geralmente, o choro tem características diferentes dos outros tipos de desconforto e com o tempo a mãe passa a perceber a diferença. È através do choro que a criança pode ?dizer? o que está sentindo e essa é a forma de mostrar aos pais que alguma coisa não está bem.
    Desde que o bebê nasce, necessita de pessoas ao seu lado, para satisfazer suas necessidades físicas e psicológicas. Deve-se conversar muito com o bebê, chamá-lo sempre pelo seu nome e manter bastante contato corporal e visual. Pegue-o no colo, acaricie-o, beije-o, repita os sons que ele fizer, mantenha contato olho a olho.
    O contato de olho e o sorriso também são formas de linguagem usadas pelo bebê. Durante as brincadeiras em que você mantém contato de olho e sorri para ele e ele sorri e olha para você, ele está se comunicando, e este pode ser considerado o primeiro passo no seu desenvolvimento.
    Á medida que a criança se desenvolve, ela começa a responder aos gestos e palavras da mãe e de outras pessoas. Ela pode dar pegar, mostrar e reagir aos objetos e pessoas. Dessa forma, a criança participa do ambiente antes de ter o domino das palavras.




    Balbucio


    Com aproximadamente um mês, o bebê passa a emitir alguns sons como, por exemplo, prolongar uma mesma vogal (aaaaaaaaa). Estes sons são notados geralmente em situações de bem-estar, quando a criança não está com fome, sono ou qualquer tipo de desconforto e parece estar brincando com sons.
    Com o passar dos meses, o bebê começa a emitir uma variedade maior de sons, inclusive consoantes. Geralmente ele combina uma vogal com uma consoante e acaba produzindo uma sílaba repetidamente (dadadadada). Esse período é chamado balbucio e é uma fase importante no processo de desenvolvimento da linguagem da criança. Esta é a maneira de praticar o uso de seus lábios, língua e músculos envolvidos na produção da fala, preparando-se para realmente falar mais tarde.
    Assim, quanto mais você conversar com seu bebê, sorrir para ele e prestar atenção no momento em que ele está vocalizando, provavelmente ele balbuciará mais.
    Nessa fase, o bebê ainda não entende as palavras que ouve. Ele começa a prestar atenção e a interpretar os tons de voz e a intensidade. Ele começa a conhecer que você grita quando está nervosa e que usa uma voz calma e suave, quando está alegre e calma. Ele repete, balbuciando, o tom da fala que ouve à sua volta.
    O bebê com Síndrome de Down parecem ser menos responsivos para as palavras ditas pela mãe, assim como para estimulações não-verbais, como sorrisos, caretas, gestos. Normalmente eles sorriem e vocalizam menos do que os outros bebês. Apesar disso, você deve agir normalmente, conversando bastante com ele, respondendo aos sons que ele fizer como se fosse uma conversa em que cada um tem a sua vez, relacionando essa ?conversa? à rotina do bebê (alimentação, banho, trocas de fralda, passeios).
    Faça exercícios de estimulação auditiva, ou seja, incentive a criança a prestar atenção nos diferentes tipos de som. Chame sua atenção para os barulhos de casa, como: os do relógio, do telefone, de animais, do trânsito na rua, avião; faça na sua frente sons diferentes com chocalho, feijão dentro de uma lata, sino etc.
    Quando o bebê estiver com aproximadamente dez meses, você pode começar a estimulá-lo a estalar a língua imitando o trote do cavalo, vibrar os lábios imitando o barulho do carro, jogar beijo fazendo bico com os lábios, assoprar penas, bolinhas de isopor, apito, corneta e, mais tarde, bexiga.


    Gestos


    Antes de o bebê começar a falar as primeiras palavras, ele usa bastante comunicação não-verbal para fazer com que outra pessoa entenda o que ele quer. Você poderá começar a interpretar a expressão de seu rosto, que pode mostrar surpresa, felicidade, curiosidade tipos de choro (de fome, de medo etc). Depois, ele passa a utilizar alguns gestos específicos, tais como acenar para dizer ?tchau?, apontar para dizer ?olhe? ou ?o que, é aquilo?, estender os braços para dizer ?me pegue no colo? etc. O uso desses gestos se desenvolverá lentamente, muitas vezes em conseqüência de imitação de ações dos adultos.
    È bom lembrar que os gestos poderão ser usados pelos pais para ajudar a criança a entender e a usar a linguagem falada, ou seja, eles funcionam como um auxílio, um apoio e não como meio de substituir a fala.
    Os gestos permitem que a criança se comunique antes de conseguir falar, mas você deve falar sempre. Ajude-a a tentar dar respostas verbais. Os gestos devem ser usados sempre acompanhados de fala e você pode começar a introduzi-los antes de um ano. Os primeiros gestos (sinais) podem ser relacionados às palavras que são mais significantes para uma criança pequena, tais como os membros da família, as coisas relacionadas ao dia-a-dia, como ?comer?, ?beber?, ?dormir? etc.


    As primeiras palavras


    A partir de situações da fase pré-linguística, dos gestos, aos poucos a criança começa a entender o significado da fala.
    Para aprender a falar, a criança tem que perceber todos os sons feitos pelos adultos e o significado de cada palavra. Assim, as palavras que ela ouve mais frequentemente serão as que ela entenderá primeiro. Estas palavras geralmente são nomes de pessoas, brinquedos e objetos que são importantes na sua vida diária.
    Nessa fase onde a criança se comunica através de uma palavra, é importante lembrar que no início ela usa a palavra simplesmente para dar nome aos objetos, mas depois passa a usar palavras únicas, querendo transmitir o significado de toda uma sentença.
    Nota-se diferença entre as crianças com relação ao número de palavras únicas que elas possuem e quanto ao período de tempo que elas levam para começar a juntar duas palavras.


    Juntando duas palavras e formando sentenças


    Depois que a criança passa pela fase de se comunicar através de uma única palavra, ela começa a juntar duas palavras. Por exemplo, sapato ? nenê, mais ? água, caiu ? chão etc.; porém é difícil dizer a época em que isso vai ocorrer.
    Após essa fase, que é variável de criança para criança, ela começa a usar sentenças maiores, usado três, quatro e mais palavras. È nessa fase o domínio da linguagem vai se tornando mais difícil para a criança com Síndrome de Down. As dificuldades com a construção de sentenças e com uso de regras gramaticais vão aumentando. Geralmente, ela entende muitos tipos se sentenças interrogativas ou negativas, mas não consegue construí-las sozinha.


    Ela compreende muito mais do que é capaz de produzir


    Algumas pesquisas mostram que a criança pode falar mais fácil e claramente, quando ela imita palavras que acabaram de ser ditas por uma outra pessoa, do que quando ela própria tem que lembrar as palavras para dizer o que quer. Por exemplo, a criança pode conhecer o nome de vários objetos e até ser capaz de dizê-los quando alguém pergunta, mas quando ela precisa se comunicar usando determinado nome dentro da frase, a dificuldade aparece.
    É preciso considerar também que a criança apresenta problemas articulatórios, ou seja, falar corretamente palavras é uma dificuldade para a maioria das crianças com Síndrome de Down. Então, falar em sentenças, mesmo curtas, é mais difícil do que usar palavras soltas, já que seu problema articulatório aumenta quando está emitindo sentenças.
    Por isso, é importante que você fale devagar, repita as palavras e frases que ela disser errado, para que ela ouça a pronúncia correta.
    Depois, estimule a criança a repetir mais lenta e claramente essas palavras e frases, sem forçá-la, sem fazer disso uma tarefa cansativa.


    Facilitando a comunicação


    Você pode ajudar muito a criança usando o que chamamos de fala descritiva, ou seja, descrevendo o que a criança está fazendo ou olhando naquele momento. Dessa forma, a criança começa a compreender o significado da palavra mais facilmente, pois a situação de aprendizado é concreta e está relacionada a algo real. Faça com que a fala fique centralizada nela, isto é, fale sobre o que ela quer fazer ou está fazendo.
    Durante todo o dia você tem muitas oportunidades para estimular a linguagem da criança, depois numa boneca, numa figura de revista, numa fotografia etc. É importante ensinar uma coisa de cada vez e só passar para a seguinte quando a criança já tiver aprendido o que foi ensinado. Nas refeições, ensine o nome dos alimentos, se são duros ou moles, se estão quentes ou frios. Quando estiver vestindo a criança, nomeie as roupas para ela. Por exemplo: ?Agora vamos colocar a blusa vermelha?, diga se a roupa é para o frio ou para o calor. È importante ensinar esses conceitos para a criança o mais naturalmente possível, sem cobranças, sem obrigar a criança a repetir tudo o que está sendo falado. A hora do banho, da alimentação, do vestir-se, devem ser momentos agradáveis, tranqüilos, de troca afetiva entre a mãe e a criança e não momentos de cobrança.
    Para ensinar nomes de objetos, você pode pegar uma caixa grande e enche-la de objetos comuns, como copo, chave, bola,carrinho etc. e ir aumentando o número de objetos à medida que a criança já conhece, sabe como usar cada um deles e tenta dizer o nome dos anteriores.
    Uma atividade muito importante e que oferece muitas oportunidades para que a criança entenda e use linguagem é brincar com ela (de casinha, de carrinho etc), onde a linguagem usada é depois transferida para a vida diária. Você pode usar brinquedos ou os próprios objetos inquebráveis de sua casa e ir dividindo a brincadeira em partes: hora do banho, hora da refeição, hora da limpeza etc.
    Procure usar uma linguagem simples, palavras fáceis e curtas no início, depois acrescente verbos (comer, dormir, lavar etc.), palavras mais longas, conceitos como dentro, fora, em cima/embaixo e palavras de uso cotidiano como oi, tchau, mais etc.
    A aprendizagem fica facilitada e a criança é capaz de memorizar mais facilmente, quando ela pode ver o objeto ao qual está se referindo. Assim, se for ensinar ?molhado?, coloque a mão da criança sobre um objeto molhado e um seco. Sempre que for ensinar adjetivos, ensine-os por contraste, assim: seco/molhado, alto/baixo, forte/fraco, gordo/magro. Não esqueça que a criança precisa ter tido muita experiência com o que está sendo ensinado, para depois ser incentivada a nomear.
    Os pais poderão aproveitar as brincadeiras para falarem na primeira pessoa do singular, ou seja, usarem expressões como eu quero, eu comi, eu vou. Geralmente os pais, amigos e professores estão estimando o uso da terceira pessoa do singular ao falarem com a criança: você pode, Pedro comeu tudo, nenê vai e a criança responde ?quer? em vez de ?quero?, ?comeu? em vez de ?comi? e ?vai? em vez de ?vou?.
    Mais importante do que a criança repetir palavras e saber nomear vários objetos, é conhecê-los bem, saber para que servem, observar as diferenças que existem entre um e outro. Isso só é conseguido quando a criança tem oportunidade de explorar os objetos, manuseá-los, aprendendo, assim, através de coisas reais e concretas. Por isso é bom levá-la à feira, ao supermercado, jardim zoológico, passeios etc, para que ela possa vivenciar cada uma dessas experiências.
    Evite falar com a criança colocando as palavras no diminutivo. Isso prejudica a discriminação e piora a inteligibilidade. As palavras devem ser ditas inteiras à criança e não separadas em sílabas (como, por exemplo, ta-pe-te) achando que isso facilita a compreensão. Ao contrário, isso dificulta a aprendizagem.
    É importante não corrigir a fala da criança e sim devolver o modelo correto. Por exemplo: se ela diz ?qué chupa lalanza?, você não deve dizer ?não é lalanza que se fala, é laranja?. Isso pode intimidar a criança e ela pode passar a não falar determinadas palavras. Então, responda assim: ?Ah, você quer chupar laranja? Eu vou pegar a laranja?, para que ela perceba e escute a pronúncia correta da palavra, mesmo que não seja capaz de emitir corretamente. Os pais devem reforçar a criança quanto à pronúncia correta das palavras, quando ela já tem consciência dessa pronúncia.
    Quando a criança emprega poucas palavras para expressar uma frase, como por exemplo: ?água?, significando ?eu quero água? ou ?água caiu?, você pode expandir a fala dela de acordo com o significado daquele momento. Se perceber que ela está querendo água, dia ?Você quer tomar água??. Se ela derrubou a água: ?A água caiu no chão??. Fazendo isso você está permitindo que a criança perceba as formas mais complexas da linguagem. Depois, ela aprenderá a juntar outras palavras para formar a sentença.
    Procure não subestimar ou valorizar demais a capacidade da criança, utilizando uma linguagem adequada ao seu nível de compreensão. Assim, você poderá lhe proporcionar melhores condições de aproveitar o que é ensinado. Evite completar a frase que a criança irá dizer, antes que ela tente colocar todo seu pensamento em palavras.
    Leia histórias infantis, para a criança aumentar seu vocabulário.
    Procure ler à noite, antes que ela vá para a cama, pois se ela estiver interessada em outra atividade, a leitura não será estimulante.
    Use sempre histórias simples, livros com ilustrações grandes e coloridas e texto pequeno em cada página. Fale sobre a gravura, mostre os detalhes enquanto lê, deixe-a identificar figuras de objetos e animais que ela conhece.
    Cante músicas infantis para ela. Se possível, obtenha discos infantis, mas dê somente um de cada vez, para que ela se acostume e se familiarize bastante com cada um.


    A discriminação auditiva dos sons da fala


    Muitas crianças com Síndrome de Down apresentam trocas na fala, como: b por p, d por t, v por f, g por c. Como esses sons são parecidos, desde cedo é necessário um trabalho de discriminação auditiva. Os pais devem mostrar para a criança que esses sons são diferentes, falando-os em oposição em sílabas e início de palavras.
    Por exemplo: pato x bato, tia x dia, faca x vaca. É importante criança discriminar e falar esses sons (b, d, g, v), pois mais tarde essas trocas na fala também aparecerão na escrita, dificultando a alfabetização.
    É necessário lembrar que crianças com Síndrome de Down na mesma idade podem estar em níveis diferentes na aquisição da fala. A orientação do fonoaudiólogo é fundamental na escolha dos sons que deverão ser estimulados primeiro. Com esse auxílio os pais não perderão tempo solicitando da criança sons muito difíceis, que ainda não podem ser emitidos por ela. Além disso, os pais também podem ser orientados quanto às variações aceitáveis, de acordo com o desenvolvimento da criança.


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     Escrito por userID: 962289276615email: vitoriahreis@gmail.com às 09h51 AM
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